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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Lições de Alberto Saraiva

"Sucesso é o que você planeja e dá certo. Não se mede pelo tamanho do negócio, mas sim pelo êxito. Fracassos fazem parte do ensinamento para o sucesso. Eu tive muitos fracassos, mas todos foram formas de eu me fortalecer e aprender."  

"Na minha empresa, as salas têm os nomes das pessoas que me ajudaram. O segredo também está nas pessoas. Por mais simples que a pessoa seja, não precisa ter muito dinheiro pra se dar bem na vida. Precisa ter vontade de vencer e lutar. Vontade de ter um diferencial e de desenvolver outras qualidades."

"Pra ter sucesso, tem que ter vontade de trabalhar. Continuo trabalhando 16 horas por dia, não porque preciso, mas porque gosto." 
Alberto Saraiva
Dono da Rede Habib’s, maior rede de comida árabe do mundo

(entrevista programa Conta Corrente - Globo News - 04/01/2014)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cata Moeda - ao brilhante empreendedor, as moedas.

O empresário Victor Levy, catarinense, voltava pro Brasil de um período sabático de três anos viajando pelo mundo, quando no aeroporto parou pra tomar um café com pão de queijo. No Caixa, a atendente não tinha moedas pra dar de troco. Veio o “lampejo” que precisava para entrar em ação o Visionário. Muitas histórias e pesquisas depois, Levy criou a empresa Cata Moedas. Máquinas instaladas em pontos comerciais de grande movimento recebem moedas e devolvem ao depositante um cupon com o valor acrescido de um bônus de 5%. O valor é para ser gasto no estabelecimento onde a máquina está.
Além da idéia, Levy fez a lição de casa. Pesquisou, rabiscou, investiu, re-investiu. Viu que, apesar da escalada no uso de cartões de saque e de crédito, 55% da população recebe seu salário em espécie. Em muitos locais do Brasil, segundo o banco Central, máquinas de cartão não chegam porque o comerciante se nega a arcar com as taxas escorchantes. Por essas e outras, 75% da população usa dinheiro vivo nas transações. Só que o preconceito às moedinhas faz com que 27% delas fique em cofrinhos ou fundos de gaveta e bolsas, fora de circulação. Uma bolada de mais de 500 milhões que deixa de circular e trava a economia.

Levy estava certo. No início de 2013, o empresário colocou quatro máquinas em pontos estratégicos de Curitiba como primeiro teste de mercado. Juntas, captaram até o momento quase 300 mil moedas. Os comerciantes onde os “cofrinhos gigantes” estão também gostaram. Como o dinheiro deve ser gasto no mesmo local, isso estimula o consumo e dá um empurrão na receita. Pagam uma taxa fixa que inclui a manutenção e atualização do software.

Em dois anos, Victor Levy quer espaçhar 5 mil dessas máquinas pelo Brasil. Vai conseguir.
veja vídeo sobre o Cata Moeda:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Senhor dos Anéis e o mundo corporativo - Episódio 1

Grima Língua de cobra
Por Fábio Médici, São Paulo/BR


A esposa e os filhos foram para um lado. Acabei ficando em casa. Sexta-feira à noite... Uma taça de vinho e Senhor dos Anéis, As duas torres no Blu-Ray. A obra-prima de Peter Jackson ganhou prêmios e encantou milhões de pessoas mundo à fora. A mistura de elementos fantásticos com batalhas, cavaleiros, dragões, magos e criaturas criam um mundo próprio de encanto e magia que vai muito além da Terra Média... São muitos os elementos expostos no filme que bem podem ser aplicados no mundo corporativo. Desde o primeiro filme, em que uma equipe absolutamente heterogênea se forma com um objetivo em comum. Mas essa é outra história.

Nesse momento, ficaremos com Grima língua de cobra. No filme (e também na obra-prima escrita por Tolkien), um rei passa a perder sua vontade própria, tomando decisões erradas e, por vezes, não tendo mais vontade de liderar, tomar decisões e levar seu povo à luta contra os Orcs de Saruman. Tudo porque está sob a influência maligna de Grima... Grima é um serviçal do Lorde do Mal, Saruman... Alguém que fica nas sombras, esperando o momento de falar aquilo que lhe convém para que o Rei Theoden faça exatamente o que ele quer. Pelo caminho, Theoden expulsa seu fiel sobrinho, não reconhece a sobrinha e perde seu filho sem ter qualquer atitude. E quando o mago Gandalf chega a seu palácio junto com o Elfo Legolas e o anão Gimli, ao invés da habitual cordialidade, o Rei menospreza quem sempre foi seu aliado. A consequência é inevitável: o reino de Rohan cairá ante as forças malignas que se aproxima.
Grima e o Rei Theoden
Mesmo quem nunca viu o filme ou leu o livro pode perceber claramente que um líder de um reino próspero e pacifico, cheio de aliados, de repente se vê à mercê de forças malignas contra as quais não consegue ter forças para lutar... Quantos “Grima Língua de Cobra” existem em sua empresa? Quantos líderes ficam cegos pelos conselhos de alguém que vislumbra apenas seus próprios objetivos e passa a fazer tudo o que puder não pela empresa, mas em seu próprio benefício?

Eles não aparecem sempre nos momentos de crise. É comum aparecerem essas autênticas “Nuvens Negras” mesmo quando tudo vai bem, a empresa cresce e segue mais rentável do que nunca. Todo mundo conheceu alguns colegas assim. O problema é que, o que às vezes começa inofensivo (e até engraçado) pode crescer e tornar-se um câncer que contamina cada célula do “corpo corporativo”, drenando a vontade, as ideias, as ações e possíveis defesas daquele organismo. Criam conflitos entre setores e até mesmo inveja entre colegas que sempre se deram bem. A consequência clássica é perda de qualidade, fuga de talentos, menor produtividade e queda nas vendas e rentabilidade. Pontos pra concorrência.


Aviso ao líder: se você não tem um Gandalf para exorcizar a influência maligna, deve ficar atento aos sinais que esses maus conselheiros deixam. Desconfie sempre quando um funcionário dedicar boa parte do tempo dele a apenas criticar tudo o que for debatido ou sugerido na empresa. Estranhe se alguém, todos os dias, começa uma frase com “Ouviu a última?” e sempre esteja aberto a ouvir mais de uma opinião para assuntos cruciais. Sempre teremos alguns “Grimas” espalhados pelas sombras. É essencial que saibamos minimizar os efeitos nocivos e, muitas vezes, quase catastróficos que eles trazem. Precisamos cortar essa influencia o mais rápido possível. Ou... Espere pela aparição de Gandalf com seu cajado pronto a lhe socorrer...




Fábio Médici é Executivo Sênior do mercado farmacêutico, com 18 anos de expertise em gestão de equipes em organizações como Roche, Siemens, Baxter e Medley. Jornalista, possui MBA em Gestão Empresarial.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Madison - empresária (e milionária) aos 15 anos

Quando tinha 8 anos, Medison Robinson, uma menina americana do Texas, desenhava. Como qualquer
Medison Robinson
15 anos e o primeiro milhão com chinelos
criança de 8 anos faz. Fazia desenhos que mostravam sua paixão por peixes, natação e pesca. Pensou em colocar os desenhos em chinelos, outra paixão. Com a ajuda dos pais, seus desenhos viraram uma linha de chinelos, com a marca criada também por Madison: Fish Flops. Vendidos a 25 dólares o par, vem com a seguinte mensagem:  "Eu sempre fui adepta aos flip-flops. Em 2006, eu tive a idéia de criar uma marca de chinelos que combinam o meu amor por natação, pesca, e desenho. Chamei-os de FishFlops ®. Compartilhei minha ideia com muitos dos meus amigos e familiares, todos gostaram. Então percebi que tinha criado algo muito especial. Eu espero que, ao usá-los e compartilhá-los, também façam você sorrir! ".

Hoje, com 15 anos, Madison tem um site onde vende seus chinelos. E acaba de fazer seu primeiro milhão de dólares, por meio de um contrato com as cadeias de lojas Macy’s e Nordstrom. Detalhe, este negócio ela levantou sozinha. No site, seus chinelos (ou desenhos) viraram livros e brinquedos, também oferecidos pra venda.

Ok, claro que sempre teve um bom suporte dos pais aí. Que ótimo, a família é a primeira linha de defesa de um adolescente com boa cabeça. Tomara que seja isso mesmo. Gente, a menina tem 15 anos. Antes de pensar se vale à pena apostar em boas idéias, enfrentar as dificuldades e correr os riscos, lembre da Madison. Visite o site da menina e confira com seus próprios olhos: http://www.fishflops.com/index.php

fonte: site infomoney

quinta-feira, 21 de março de 2013

Vida de Exterminador dá Futuro


Como produto literário, a verdade por trás de uma biografia fica em segundo plano. Não tem como saber se tudo corresponde a realidade e em que medida. É uma colagem de perspectivas sobre o biografado e, principalmente se estiver vivo, leva o verniz sorridente do próprio, mesmo no reconhecimento dos erros, apertos e tempo difíceis. E aí? Acreditar ou não acreditar? Depois das 518 páginas do livro “ARNOLD SCHWARZENEGGER – A INACREDITÁVEL HISTÓRIA DA MINHA VIDA”, concluí que não importa muito. Pondo um filtro nos fatos, o livro todo é a afirmação do improvável estatístico: Como pode um garoto pobre do interior da Áustria do pós-guerra, filho de um guarda de fronteira, se tornar o 1º fisiculturista do mundo nos anos 60, mudar para os Estados Unidos, virar astro do cinema (matando um monte de gente), empresário de sucesso falando mal o inglês e chegar a Governador da Califórnia (9ª economia do mundo, dados de 2010)?? Vamos combinar que o cara tem músculo, cérebro e mérito. Não é nem motivação, auto-ajuda nem lição de negócios, mas dá boas dicas sobre o balance entre a fama e o faro pra dinheiro. Fora todo o botox aos 65 anos, vale a leitura.  

terça-feira, 19 de março de 2013

Quer alugar um Jeans? Inovações em um mundo insustentável


A MUD Jeans, uma empresa holandesa, criou algo realmente curioso e inovador: por uma taxa de entrada 20 euros e uma “assinatura” mensal de 5 euros, você aluga um jeans por um ano. O contrato de aluguel custa pro interessado 80 euros no total. Após esse período, a empresa oferece três opções:


  • A devolução do jeans para a fábrica
  • A extensão do prazo de aluguel por mais 4 meses
  • A escolha de uma nova peça

As peças são feitas de algodão reciclável, o que permite reaproveitar o que for devolvido. Caso, durante o período do aluguel, ocorra algum acidente (furos ou rasgões), a Mud Jeans conserta "na faixa". A iniciativa tem recebido bastante atenção da imprensa holandesa, pelo inusitado. O preço é meio salgado, mas vale pela iniciativa engajada. 

Mais detalhes, só visitando o site (se você fala holandês...). clique aqui e veja o filme abaixo


fontes: Site da empresa, estadao.com e handpicked online

sábado, 9 de março de 2013

Kibon - felicidade só é bom...

...se for compartilhada.

“Esse mundo está perdido” – ouço isso desde que me conheço por gente, começando pelos meus avós. E não estou sozinho, você deve ter ouvido isso de muita gente. Não raro ouço coisas do tipo “o ser humano ta cada vez pior” ou “ninguém respeita mais ninguém, impera a lei do eu, depois o eu e depois eu de novo”. E que “brasileiro só sabe levar vantagem”, essa já desgastou. Algo dito muitas vezes vira fato.

Não me canso de dizer que ainda tem mais gente disposta a dizer “desculpa”, “com licença”, “posso passar”, “bom dia”, “precisa de ajuda?” do que ególatras, egoístas, trapaceiros e até psicopatas de plantão.  Mas a descrença é muito forte. Não raro, um ato de bondade é naturalmente confundido com interesse pessoal do tipo "quando a esmola é muita, o santo desconfia". Mas uma campanha da Kibon mexeu com esse sentimento. Uma ação de marketing sofisticada quis mostrar que pequenas atitudes (é, não adianta, é a atitude que transforma e pronto) podem mostrar o melhor das pessoas. A campanha, chamada Corrente da Felicidade, era bem simples: uma pessoa escolhia um sorvete na geladeira e, ao passar no caixa, surpreendentemente ficava sabendo que já estava pago por algum desconhecido que tinha estado no local pouco antes. A pessoa então era estimulada a fazer o mesmo. A corrente durou um dia e foi toda acompanhada por câmeras escondidas - 97% das pessoas aceitaram no ato fazer a alegria do desconhecido que viria após.

Nosso dia a dia é uma roleta russa. O bombardeio de “ameaças” que recebemos o tempo todo, testando nossa tolerância e nosso instinto de auto-preservação é enorme. Vivemos armados. Mas nessas horas, nessas pequenas atitudes, a verdade aparece. Parabéns à Kibon pela sensibilidade. Marketing inteligente e de conteúdo sem deixar de ser marketing. De forma simples, tirou o melhor dos brasileiros.

P.S. – a quem interessar possa, deixarei um sorvete pago na sorveteria perto da minha empresa. Não sei se o seu Zé vai entender, mas não custa tentar. Veja o vídeo.
fonte: Revista Época Negócios

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Empresas Grandes versus Empresas Pequenas - "sutis" diferenças


Há quem defenda que empresas pequenas são totalmente diferentes das empresas grandes quando o assunto é gestão. Volta e meia ouço de pequenos empresários pérolas do tipo “mas aqui não funciona como uma empresa grande, somos pequenos”. É claro e obvio que uma empresa pequena não funciona como uma empresa grande. O impacto de cada decisão tomada e o custo dessas decisões tem diferenças proporcionais absurdas. Mas existem princípios de negócio que não dependem do porte da empresa, então a resposta à pergunta "são diferentes?" pode ser "sim e não"  - ter um plano de negócios que considere o investimento e o retorno no curto e no longo prazo, escolher as pessoas certas pra dar suporte ao trabalho (e nesse caso não importa se estamos falando de 2 pessoas ou de 50), jamais misturar o recurso da empresa com os recursos pessoais, definir claramente quem são seus concorrentes e investir pra superá-los são só alguns exemplos de como o que serve pra uma realidade serve também pra outra. Só que o micro empresário nem sempre olha pra isso, fica preso na sua própria “pequenez”. E vai tocando o negócio de ouvido, sem muito planejamento, mensurando o curto prazo e reagindo ao invés de AGIR frente ao humor do seu mercado.

A diferença mais gritante entre uma empresa grande e uma empresa pequena talvez esteja no chamado JOGO DE CINTURA, obviamente necessário nos dois ambientes, só que sob perspectivas bem diferentes. Numa grande empresa, tomar decisões significa ter que lidar com um pacote que envolve opiniões, visões de negócio e ambições diferentes das suas. Tudo isso levando em conta o impacto financeiro e o resultado esperado no curto, médio e longo prazo (e nesse ponto, nem sempre as pessoas que decidem enxergam da mesma forma). Numa empresa pequena, principalmente onde quem decide é o dono e talvez mais uma pessoa ou duas, as decisões ocorrem o tempo todo, em tempo recorde e com bem menos interferências. Em compensação, no instante seguinte, o impacto financeiro sobre uma decisão mal tomada pode definir a continuidade ou não do negócio e também a saúde financeira do próprio dono. 

Creio que o ponto mais bizarro e mais importante, pra variar, chama-se pessoas – numa grande empresa, reter talentos faz parte do jogo e isso é feito por meio de promoção ou engajamento em projetos novos, conforme avaliações de desempenho. Mas na realidade do dia a dia o impacto da perda de um talento pode ser rapidamente corrigido caso já se tenha um processo prévio de reposição (banco de talentos). Por isso, uma equipe dentro de uma grande corporação tende a ser menos vulnerável à derrapadas de gestão no lidar com pessoas (um gestor fraco ainda pode passar anos escondido por detrás do turn over da sua equipe, infelizmente). Mesmo que se erre com as pessoas, no final o trabalho será feito por outro, tendo a equipe absorvido a mudança rapidamente (isso não quer dizer necessariamente que o resultado apareça, isso é outra coisa). Já numa empresa pequena, movida por poucas pessoas, a necessidade de retenção também existe, porém a avaliação de performance é menos formal, pautada no dia a dia e o reconhecimento se dá na remuneração. Aqui, o impacto de uma atitude errada com pessoas pode custar a performance de um mês inteiro de faturamento. Nesse caso, vale um princípio muito falado em empresas grandes, mas cujo discurso raramente vira prática cultural – demore o tempo que for pra fazer uma boa contratação. Contratando bem, a chance de ter que demitir é vai ficando remota – em empresa pequena é o que muitas vezes difere um resfriado de uma pneumonia. É questão de sobrevivência. 

sábado, 13 de outubro de 2012

A importância da Imagem na Vida e nos Negócios

recado tanto para Empresários (de qualquer porte) quanto para Executivos (de qualquer tribo)

Com certeza você já viveu essa a situação. Reunião de trabalho, aquelas apresentações chatíssimas, paupérrimas. A pessoa que apresenta quer defender seu ponto de vista, mas titubeia. Você logo percebe que falta dados, embasamento. Tipo “lembro que lí, mas não sei onde foi nem os detalhes”. Isso é frustrante, pois o interlocutor fica com aquela expressão de que, pelo sim, pelo não, pode ser conversa fiada – normalmente esse tipo de exposição decide a carreira de alguém, pro mal ou pro bem. Não é incomum gente que diz abobrinhas e sai atrás dos dados pra tentar “embasar” o improvável.

Segundo a personal stylist (consultora de imagem) Roberta Carlutti, estudos sobre o comportamento humano mostram que a primeira impressão que uma pessoa tem da outra se baseia 55% pela aparência, 38% pelo tom de voz e 7% pelo conteúdo (o que é falado). E esse julgamento se dá nos primeiros 10 segundos de contato, ou seja, abriu a boca, você está sendo “radiografado” pelo outro e não é uma atitude consciente. Ser humano é um bicho VISUAL e o primeiro instinto é julgar pela aparência – surpresa? Claro que não. Não está aqui o mérito de é justo ou não justo. O mundo é mau mesmo. FATO: faz bem aos olhos ser abordado, ajudado ou abordar alguém que tem boa aparência, um olhar interessado e um sorriso nos lábios. E não é só isso. Envolve postura, gestos, tom de voz, jeito de vestir, maquiagem, ou barba e cabelos. Tudo é “radiografado” em segundos.

Não é à toa que, numa fila de banco, o caixa mais atencioso, mais receptivo, próativo e sorridente terá sua fila sempre maior, pois acaba virando referência.  Os grandes bancos já viram isso há muito tempo e treinam a equipe dentro desta perspectiva – alguns bancos classificam seus caixas de “Operador de PDV” (Ponto de Vendas), pois consideram o banco um PDV e o caixa um profissional que gera operações de venda, claro.

No balcão de atendimento – Homem ou Mulher? Quem é melhor?

Uma recente pesquisa feita na Universidade de  Dartmouth (EUA) sobre como homens e mulheres negociam e atendem, revelou que:
  • Os homens costumam se concentrar em vencer nas negociações, cumprir a tarefa e “derrotar” o oponente, ao contrário de construir um relacionamento.
  • As mulheres têm o hábito de tratar os negociadores ou clientes dentro de um contexto de relacionamento contínuo, no qual os dois lados continuam dependendo um do outro.

Não existe verdade absoluta e um estudo não vai definir posturas. O que define, na verdade, é o modelo de negócios, eficaz no seu propósito de eficiência. E não estou dizendo aqui que conteúdo não ganha jogo, longe disso. Mas por mais que a realidade seja estranha, anômala e por vezes nos pareça injusta, é assim que ela se apresenta, temos que conviver com isso enquanto tivermos estômago. E vamos combinar que uma boa apresentação impacta, mas também dura pouco se não disser a que veio - o balance entre forma e conteúdo acaba sendo sempre a pergunta de 1 milhão de dólares. E nesse particular, não existe certo ou errado, a aposta é sua. Escolha bem e tenha sucesso. 

fonte: Revista Venda Mais e Roberta Carlutti wesite

quinta-feira, 28 de junho de 2012

"Seu Câncer curado ou seu dinheiro de volta" - faz sentido?

Imagine o quadro – uma empresa lança um medicamento inovador para tratar determinado tipo de Câncer. O médico prescreve o medicamento e, caso o paciente tenha índice de melhora inferior ao mínimo esperado, será reembolsado do custo do tratamento. Se o dispensador do remédio for o governo, o paciente só continuará sendo reembolsado se o resultado, após três meses, também for o aquém do esperado. Isso me parece algo como “eu, laboratório, pretendo dividir o risco com o paciente caso meu medicamento não seja tão eficaz quanto nós imaginávamos...”. Isso faz sentido?
Velcade - estudo mostra que a doença avançou mais rápido
em pacientes que tomaram
Medicamentos pra Câncer são caros. Esse fato leva governos e sociedade a considerar alternativas aparentemente bizarras para que pacientes acometidos por diversos tipos de câncer possam se tratar. Na Europa, acordos do tipo “Cure seu Câncer ou tenha seu dinheiro de volta” se tornam cada vez mais comuns. A frase parece gozação macabra, mas o tema é sério. As farmacêuticas Onyx e Pfizer fecharam acordos com o governo italiano justamente nesse sentido. Pacientes em tratamento com o Nexavar (Câncer de Rim e Fígado) e Sutent (Câncer de rim) obtém a medicação gratuitamente nos primeiros três meses de tratamento. Porém antes do início do tratamento, é acordado um nível de resposta esperado. Passados os três meses, o paciente seguira sendo reembolsado apenas se o resultado ficar abaixo dos níveis acordados. O problema é a imprevisibilidade do Câncer. Contar com resultados de curto prazo é um tiro no escuro nesse tipo de acordo.

A Janssen-Cilag e o governo francês fizeram algo parecido com o Velcade (pra câncer ósseo) em 2007. O medicamento era o Velcade e, caso os resultados fossem modestos, haveria reembolso do custo. Dois anos depois, um estudo publicado no British Medical Journal mostrou progressão mais rápida da doença em pacientes que tomaram o remédio em comparação aos que não tomaram.
Segundo a matéria, Arthur Caplan, do Centro de Bioética da Universidade da Pensilvânia, pondera: "Nos cuidados de saúde, o mais necessário são evidências sólidas e comprovadas em ensaios clínicos sobre o que funciona. Não precisamos de programas de desconto, garantia ou um vale. Isso é praticar a má medicina."
fonte: Bol Saúde

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Azul e Trip juntam operações

Mais uma grande empresa aérea vem aí para fazer frente à TAM e GOL

As companhias aéreas brasileiras AZUL e TRIP anunciam fusão de operações entre as duas empresas. Azul hoje tem quase 10% do mercado brasileiro, enquanto que a Trip participa com 4,1%. Dizem as boas os más línguas que a companhia do empresário amerciano David Neelemann será majoritária na fusão, ficando com cerca de 70 a 80% das ações. Além de Neeleman, participam da Azul os grupos Gávea e TPG. A Trip tem como acionistas as companhias de ônibus Caprioli, Águia Branca e a empresa aérea americana SkyWest (20% da participação acionária). Ambas as empresas possuem, em suas frotas jatos da Embraer e os turboélices ATR.
Com a fusão, a nova empresa se consolida na 3ª posição do mercado de aviação civil brasileiro, colocação essa ocupada hoje apenas pela AZUL, porém com bem menos músculos. Juntas, TRIP e AZUL responderão por quase 15% do mercado total. Os detalhes financeiros do negócio e a questão de concentração de mercado ainda precisam ser analisados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que dará a benção final.  
Atualmente, TAM e GOL, são líderes absolutas com 38,2% e 34,4% de participação de mercado respectivamente. O movimento entre Azul e Trip ocorre quase um ano após a TRIP ter assinado uma carta de venda de 31% de suas ações para a TAM.
fonte: Valor Econômico, O Estadão online e Reuters

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BTG Pactual compra Farmácias Santana

A Brasil Farma, holding  de farmácias do grupo BTG Pactual (do banqueiro André Esteves) fechou esta semana a compra da Rede de Farmácias baiana Santana por 347 milhões de reais. O primeiro depósito à vista, de 247 milhões, corresponde a 70% da aquisição. Os demais 100 milhões ficam retidos por quatro anos. A Rede passará em breve a integrar a Farmais, primeira aquisição do BTG, quando debutou no comércio varejista de medicamentos e perfumaria, em 2009. De lá pra cá, o grupo já adquiriu as Redes Estrela Galdino e  Big Ben. Com a nova aquisição, a Brasil Farma passa a ter 872 lojas.  
fonte: Globo.com

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Takeda reestrutura Força de Vendas - menos 2.800 postos de trabalho

Como parte do plano de alinhamento global pós-compra da Nycomed Pharma, a farmacêutica japonesa Takeda anunciou o corte de 2.800 postos de trabalho em sua Força de Vendas. Esta reestruturação se dará principalmente nos Estados Unidos (700) e Europa (2100). A fusão de unidades de produção e pesquisa ou até a extinção de algumas delas também faz parte do plano, principalmente na Europa. Com este alinhamento, a Takeda pretende economizar mais de 2,6 bilhões de dólares de 2012 até 2015.

Segundo o CEO da companhia, Yasuchika Hasegawa, "embora as nossas operações em mais de 70 países sejam mais complementares do que se sobrepõem, há uma série de áreas onde teremos que fazer mudanças".

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ninguém precisa de um BBB

Não me sofri de falar da notícia do momento, chover um pouco no molhado. O caso de um camarada que transa com uma garota sem o consentimento dela, depois de um porre homérico - coisa séria, caso de polícia. E, em horário nobre, é o que exatamente? Não me interessa o tal do BBB, nunca me interessou. Esses dias li que esse programa já tem mais de dez anos de Brasil, impressionante. À exceção do “patrão” Silvio Santos, programas longevos não são muito a cara das televisões brasileiras. Não lembro de outro exemplo com tanto tempo no ár.
Um produto longevo, popular, dando retorno como se fosse lançamento e com impecável relação custo versus investimento  é o sonho de toda empresa dentro do seu negócio. E esse BBB é só mais um produto televisivo longevo, ponto. O público? Voyeurs aos milhões. Quem quiser, consome. A miséria começa quando um produto televisivo leva pra dentro das casas uma cena de estupro e trata isso apenas como “quebra de regras”. Hipocrisia séria. Não dá nem pra dizer que é moralismo, é sobrevivência mesmo. Tudo tem um limite e no caso de um BBB, o limite precisa ser o da cidadania. A televisão precisa fazer sua parte, praticar mais gestos de cidadania na tela. Se dá pra controlar quase tudo numa grade de programação, mesmo um BBB, não dá pra acreditar que não seja possível colocar mais atitudes de cidadania no ar, ainda que a fórceps. Qual a diferença entre mostrar uma rinha de galo em cadeia nacional e um estupro?  Me imagino na pele de um executivo responsável por uma marca de automóveis que estivesse patrocinando um circo destes. Teria ficado uma noite sem dormir, faria uma telecom com a matriz da empresa e repensaria rapidinho o patrocínio - mas isso é o que euzinho faria. Não ia querer minha marca metida em polêmica. Se você é um desses caras, ligue já pra outros dois ou três patrocinadores fortes e, em colegiado, exija um plano de contingência mais efetivo da Rede Globo, com direito a mudanças no perfil do programa. Não fez? Perdeu tempo, prestígio e dinheiro. E ganhou um risco, se a polêmica perdurar.
Reprimir a imprensa é um ato tão ante democrático quanto um Ministro mandar mais dinheiro pro seu estado de origem do que pros demais. Então não seria mal se algum juiz questionasse a Rede Globo plin plin por plin plin sobre o tal estupro no Big Brother. Mas o melhor antídoto mesmo pra esse tipo de coisa é o bolso do patrocinador, infelizmente. E se foi armação? Se tudo foi armação justamente pra criar polêmica, estuprador e vítima podem ter feito parte do "deixa disso" em troca de um cachê polpudo, claro. E se foi tudo milimétricamente pensado? Quantos advogados cuidadosamente mobilizados de ambas as partes são necessários pra que uma polêmica premeditada não saia do controle? Só tem um jeito: se você não tem filhos, vá transar nessa hora e de forma saudável, amorosa e criativa. Engane o patrocinador e aproveite o horário nobre pra uma prática nobre. Se você tem filhos, ofereça alternativas de coisas legais pra eles, dê livros divertidos, crie distrações saudáveis nessa hora pra que não exista o mínimo interesse por parte deles em ficar vendo o tal BBB. Dá um pouco mais de trabalho, mas não basta ser pai e mãe, tem que participar. O futuro da sua família agradece.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"Mico" de Marketing na França - ponto pro concorrente


Campanha de roubas infantis...

O Marketing de Guerrilha não perdoa os vacilões. O que pode dar quando se junta uma foto para anúncio de roupas infantis, um descuido de um fotógrafo e um concorrente atento? Não achei o equivalente para “vacilões” em francês, então encontrei a elegante expressão “négligent”. Mas a soma disso tudo não podia dar boa coisa.
...deu a chance ao concorrente
A confecção francesa Le Redoute lançou sua campanha de roupas de praia e, apesar das “trocentas” revisões pelas quais um anúncio deve passar, tinha um cara andando peladão, calmamente pensando na vida, bem ao fundo da foto mais importante. A 3Suisses.fr, concorrente mais agressiva, estava atenta e lançou nova campanha na sequência – solidário aos consumidores, apelou pro deboche pra não perder o timming da piada. Veiculou uma versão ampliada do camarada, só que não mais como veio ao mundo. Deu uma sunga de presente pra ele e com a seguinte mensagem: "Claramente, nem todo mundo sabia que a gente também tem roupas de banho".
fonte: Blue Bus website

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Heart Attack Grill - Vale à Pena Morrer por Gosto

A palavra caloria tem tradução: Comida gorda. Mas caloria é bem mais que isso. Essa unidade de medida serve pra tudo que contenha energia, ainda que na nossa vida prática pensar na energia potencial dos alimentos seja a remessa mais imediata. Um grama de carboidratos tem quatro calorias, um grama de proteína tem quatro calorias e um grama de gordura tem nove calorias.
"Doctor" Joe Basso - sem meias palavras
Tentava contar a um amigo esses dias sobre um restaurante americano que resolveu sincerizar o Marketing de seus “produtos” - sanduiches super gordos e extra generosos em tudo o que a turma do politicamente saudável mais abomina. Na hora não saiu, mas fui pesquisar e achei. Heart Attack Grill, em Chandler, Arizona. Não tem meio termo - servem coisas do tipo oito mil calorias, sem alface nem gergelim. Tomatinhos-cereja nem pensar. O nome da “criança” é Bypass Burger ou, em bom português, Hamburger Ponte de Safena. As opções varia de acordo com o número de andares de bife e vão do simples ao quádruplo.E quem pesa mais de 160 quilos come o quanto quiser.
O Marketing da casa é claro: "Taste worth dying for", algo como "Vale à Pena Morrer por Gosto". Tanta franqueza vale uma legião de super fãs e, na piada, eles levam isso a sério. Oito mil calorias?! Alguém pode me dizer pra onde vai tudo isso? Enquanto você pensa, cuidado. Joe Basso, o fundador, não queria franquias com medo de não conseguir manter a "qualidade" dos serviços. Mas repensou. Já tem uma filial no Texas e em breve terá outra em Las Vegas. Cada um é o que come e sabe o que faz. Mas deve ser bom paca... 
Veja o clip.

fontes: Heart Attack Grill website, Revista Superinteressante, The Bobs Well Show website e Papo de Gordo website.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hypermarcas - mudar pra crescer (ainda mais!)


Assolan - ameaçou a Bombril
A Hypermarcas, hoje a maior empresa de consumo do mercado brasileiro (faturamento em torno de 3,5 bilhões de reais/ano), começou em 1969, com os temperos Arisco. Comprou a Assolan, uma modesta companhia de palhas de aço que em curto espaço de tempo ameaçou e ultrapassou a Bombril de forma agressiva. Mas toda a operação foi logo vendida pra americana Bestfoods, que virou Unilever. Como palha de aço não era o negócio da Unilever, a marca voltou pro dono original, o empresário João Alves Queiroz Filho (Júnior), que começou tudo.
Violland assume a área farma
da Hypermarcas
Desde que recomprou a Assolan, Junior manteve firme o objetivo de crescer a custa de comprar empresas. A última grande compra foi a farmacêutica Mantecorp, por quase 3 bilhões de reais e, seguida, aquisições menores como a linha Perfez, da Johnson & Johnson. Mas esse movimento parou e a meta agora é criar massa muscular, ter dinheiro em caixa. Como Junior mesmo diz em entrevistas, “com a abertura de capital, somos uma empresa condenada ao crescimento”. Só que as ações da empresa tem perdido valor em 2011, obrigando a empresa a redirecionar seus esforços de mercado. Vai se desfazer de marcas de baixo valor agregado ou que fujam muito do foco e direcionar seu crescimento nos produtos de bem estar, que respondem por 37% do faturamento, e farmacêuticos, que respondem por outros 56%.
Pra conduzir o crescimento acelerado na área farmacêutica, trouxeram um peso pesado do mercado, Luiz Eduardo Violland, ex-Glaxo-Smithkline e ex-Nycomed. Sou fã de carteirinha do Violland, Executivo com o qual tive o prazer de trabalhar. É um líder gigante que funciona com motor flex, acelerado e entusiasmado por gente e performance. Adora um corpo a corpo, olho no olho e se dedica a entender a natureza do mercado, seu dia a dia - ouve os clientes e a equipe como poucos. O pessoal lá vai perceber isso logo. Com a chegada do Violland, a Hypermarcas consolida sua estrutura de atuação em duas frentes: a farmacêutica e a de consumo, sob a direção do executivo Nelson Mello. Alguém duvida que vá dar certo?
fontes: luis nassif online, exame online, folha online e valor online

domingo, 18 de setembro de 2011

Quer alugar meu carro?


Já foi o tempo em que canal alternativo de compra era só o Shoptime. Brasileiro adora comprar pela web, cada vez mais. Os sites de compra coletiva estão aí pra provar que a web está ganhando massa muscular e confiança brazuca na hora de passar o cartão. A consultoria GS&MD-Gouvêa de Souza pesquisou o mercado entrevistando gente: 98% declararam que já comprou pela web. Foram pesquisados mais de 10 mil internautas em 15 países (o Brasil estava nessa) e a média mundial ficou em 88%.  Então bizarrices que vão se tornando viáveis lá fora acabam chegando por aqui. Posso alugar o meu carro em horários ociosos pra um desconhecido ou o inverso, locar o carro de alguém que não conheço.  Posso alugar até uma torradeira ou emprestar minha furadeira pra quem precise. Alugar uma casa por diária, como se fosse um hotel, no Brasil isso já é comum. Cidades como o Rio de Janeiro, em eventos pontuais tais como Ano Novo ou mega shows a beira mar, as pessoas alugam seus apartamentos. Mas lá fora, uma empresa transformou isso em negócio virtual também. Começaram então a surgir algumas empresas para explorar o chamado “consumo colaborativo” via web.
Relay Rides, posso alugar meu carro a um estranho
por algumas horas

A Relay Rides administra o aluguel de carros entre pessoas comuns, a AirBnB intermedia imóveis e a brasileira Descola Aí trabalha na intermediação de tranqueiras domésticas, tanto pra aluguel como pra trocas. Sinal de que a confiança nas relações virtuais está aumentando. Os maiores usuários deste tipo de serviço são justamente pessoas que fazem parte de grandes redes sociais. Sinal também que a web é e vai ser sempre apenas veículo. No final, as relações (e as garantias) são humanas mesmo. Pro bem e pro mal.  
fontes: exame.com, relay rides.com, airbnb.com, descolaí.com & hitmidia.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Fusão da Drogaria SP e Pacheco cria maior rede do País

A Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco anunciaram nesta terça-feira, 30, a criação da Drogarias (DPSP), uma fusão das operações das duas redes, conforme antecipou na sexta-feira passada a jornalista Sonia Racy do jornal O Estado de S.Paulo. A nova empresa nasce como a maior empresa varejista de produtos farmacêuticos e sétima maior rede de varejo do Brasil, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2011, 691 lojas e presença em 5 Estados brasileiros. 

Essa é a segunda grande operação no setor em menos de um mês. No começo de agosto a Droga Raia e a Drogasil anunciaram fusão de suas operações, com a criação de uma nova empresa - a Raia Drogasil S/A. A gestão da DPSP será compartilhada entre o Grupo Carvalho e o Grupo Barata, que terão iguais poderes na definição e implementação das estratégias da companhia, conforme comunicado enviado à imprensa. A nova empresa terá como presidente do conselho de administração Samuel Barata e será presidida por Gilberto Martins Ferreira. Já a Pacheco é uma empresa com quase 120 anos de atuação que comercializa medicamentos e produtos de higiene e beleza com presença líder no Estado do Rio de Janeiro. Possui atualmente 343 lojas, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A Drogarias Pacheco atingiu R$ 1,8 bilhão de faturamento em 2010, com cerca de 7 milhões de clientes atendidos por mês. O Pátria Investimentos e o escritório Machado Meyer atuaram como assessores financeiro e legal, respectivamente, para a Drogaria São Paulo. Já a Pacheco contou com assessoria do Banco Espírito Santo e o escritório Pinheiro Neto.

Até hoje, a Drogaria São Paulo era a segunda maior rede de varejo farmacêutico do Brasil, com 348 unidades em operação nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. A rede, que faturou R$ 2,2 bilhões em 2010, atende hoje mais de 6 milhões de clientes por mês.
fonte: estadão.com - matéria na íntegra

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sagatiba vai virar "Sagapari"?

A Sagatiba, marca Premium de cachaça brasileira, foi vendida por 26 milhões de dólares para a Campari. A empresa italiana explica a aquisição como uma aposta no gradativo aumento do poder aquisitivo dos brasileiros. Um brasileiro ganhando mais bebe com mais qualidade, quer bebidas mais nobres. A Davide Campari-Milano já vinha distribuindo a cachaça no Brasil e na América Latina. Segundo a empresa, a compra faz parte do plano de firmar ainda mais presença no país. A empresa é considerada a 6ª maior empresa de bebida no mundo, com 40 rótulos e atuação em 190 países. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, foi liberado um comunicado da empresa explicando pra investidores o que é exatamente “cachaça” ("É um derivativo da cana de acucar e um ingrediente chave para a clássica caipirinha, a famosa bebida brasileira com limão e açúcar), capisce?
A bonança dos bolsos brasileiros tem feito mais entusiastas dispostos a apostar nesse nosso mercado beberrão. Recentemente, o grupo japonês Kirin, dono da famosa cerveja homônima, comprou metade da cervejaria brasileira Schincariol.

fonte: reuters.com e estadão.com