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quinta-feira, 9 de maio de 2013

A mais pura arte do Squash


Com a palavra, Manoel Pereira, Squash Player.



“O jogo de squash é disputado em uma quadra com 9,75 m (comprimento) X 6,40 m (largura). Nela dois jogadores tem como objetivo responder à jogada do seu oponente devolvendo a bola contra a parede frontal, que tem como medida, na parte inferior 0,48m e na parte superior 4,57 m, criando situações de dificuldade para levá-lo ao erro.

Sem obstruir a visão da bola ou provocar uma colisão, permitindo-lhe toda liberdade na execução da jogada.

Cada ponto começa com o saque, que deve ser batido com pelo menos um pé do jogador dentro do quadrado de serviço (1,60 X 1,60 m). A trajetória da bola deverá ser da raquete para o campo de resposta de saque do adversário (4,26 X 3,20 m), batendo primeiramente na parede frontal entre a linha do saque (1,83 m de altura) e a linha do jogo (4,57 m de altura). Assim se inicia a seqüência de jogadas que tem como campo de jogo as paredes laterais e também a parede do fundo (2,13 m de altura), sendo que a bola deve pingar apenas uma vez no chão.

Conquista o ponto, o jogador que provocar o erro do oponente, que não conseguiu fazer o retorno à parede frontal ou que não alcançou a bola antes do segundo pingo. A contagem é feita até 11 pontos direto. Os jogos podem ser disputados em melhor de 3 ou 5 partidas.
Para as competições é necessária a presença de um árbitro.”

As regras do Squash são de uma simplicidade quase poética, bem escritas acima por um campeão – Manu, um cinco maiores squashistas brasileiros nesse que é um esporte ainda tão menor em visibilidade que seu valor real nesse nosso Brasil chamado país. Manu descreve o Squash desta forma, direta como uma receita de um bolo muito especial, na fan Page de sua academia, a Academia Manu Squash (Ribeirão Preto/São Paulo – Brasil). Passe por lá e dê seu “curtir”.

Abaixo o vídeo mais charmoso que já vi sobre o Squash. Com vocês, os Campeões mundiais Ramy Ashour e Nicol David trabalham pra que Squash torne-se de vez um Esporte Olímpico.

domingo, 31 de março de 2013

Precisamos de mais Fair Play


Na coisa de educar, sou um absolutista confesso. Leis são de caráter centralizador, são irrevogáveis até segunda ordem e não existem alternativas a não ser cumpri-las. Até não nego explicar o “porque” das coisas, mas uma vez só, pausadamente e favor não insistir – o bicho pega. A isso chamo impor limites. Chame do que quiser.

Ivan Anaya e Abel Mutai
Então, à medida que o filhote vai crescendo, vai ficando difícil passar certos conceitos por decreto, nem por lobotomia. A coisa de educar passa por um estágio mais sofisticado: o do interesse e da vontade, onde cada oportunidade tem que ser aproveitada ao máximo naqueles breves minutos de pura curiosidade. Do contrário, parece que uma fina camada protetora  de teimosia e descaso se forma no entorno do pirralho. Quer um exemplo? Tente ensinar ao seu filho o que é Fair Play sem um motivo de peso. Algo que realmente chame a atenção e desperte interesse. Vai parecer piegas ou amanhã ele não vai nem lembrar. Mas bastou um evento ou fato marcante e está feita a oportunidade. A sofisticação passa por mostrar atitudes, mais do que palavras, mas no momento certo pra que tenham seu duradouro efeito.

Durante uma corrida no interior da Espanha em dezembro de 2012, Ivan Fernandez Anaya, 24 anos, vinha em segundo lugar e percebe que o queniano Abel Mutai, líder da corrida, erra o ponto, diminuindo a marcha. Abel encerra a corrida antes da chegada, já festejando e nem percebe a chegada de Ivan. Ao invés de aproveitar a distração do adversário e ultrapassá-lo, Ivan diminui o ritmo e alerta o companheiro, quase empurrando-o para a linha. Abel chega em primeiro. Ao ser questionado por um jornalista sobre a atitude, Ivan justifica:

“Ainda que ganhar me valesse um lugar na seleção espanhola, não teria ultrapassado. O que fiz é melhor do que ter ganho a corrida. Isso é importante, porque do jeito que as coisas estão no futebol, na sociedade, na política, onde parece que tudo vale, um gesto de honestidade vai bem.”

É disse que precisamos. É a isso que me refiro. 
Veja o vídeo.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Olimpíadas - "Vai Brasil il il il il!!!!!!"


O vôo Olímpico do Urubú Malandro

Arthur Zanetti, o menino-ouro das argolas, tem que aproveitar a fama, aqueles 15 suados minutos. É bom aproveitar, ele merece. Num país onde a histeria coletiva em torno dos jogos Olímpicos vai dos cinco minutos antes da cerimônia de abertura até os cinco minutos depois da cerimônia de encerramento, e só o que ele vai ter. Depois, apoio mesmo só da família e amigos. Se vier um patrocinador legal, vai ser o céu. 

Foi-se Londres, vem Rio de Janeiro. De Londres, guardei Paul Mccartney cantando Hey Jude e o Mister Bin. Também vi a final do salto em distância. Enquanto revirava papéis na minha mesa, a TV me fazia companhia. Me chamou a atenção a câmera responsável por mostrar, num flash, o tênis do atleta queimando a linha do salto – e o merchandising da Nike até nessas horas. Meu filho foi mais inclemente: entre ver os jogos e brincar com o cachorro no pátio, deu de ombros e saiu correndo porta afora. Não posso ser hipócrita (nem por mim nem por ele). De quatro em quatro anos, uma fantasia olímpica se apodera do corpo dos meus amigos, de alguns parentes, do meu vizinho. O pessoal não pode sair de casa "porque hoje as meninas do vôlei de praia vão trazer o ouro" ou "a Fabiana Murer vai saltar hoje". E, se alguém perde, e uma catástrofe. Falta força de vontade, empenho, tranquilidade. "Cadê a medalha?". E o futebol e o basquete, dois dos poucos esportes com público autêntico no Brasil, viram pacientes desenganados se o resultado é prata e não ouro. O caminho entre o empenho e o resultado passa por uma histórica cultura de disciplina, esforço combinado e investimento na criação de gerações de esportistas. Ou alguém acha que o Michael Phelps é produto do acaso? Mas por aqui, tem mais a ver com o empenho pessoal do atleta brazuca mesmo. Ou alguém aí se disporia a ir a São Caetano (São Paulo) ver uma final de tênis de mesa pelo ranking brasileiro, pra apoiar CarolineKumahara? A propósito, ela é a brasileira mais bem posicionada no ranking mundial.

Com a copa e as Olimpíadas no Brasil, esse transe inexplicável vai piorar, ate por força dos meios de comunicação de massa e dos vorazes patrocinadores. Será “Brasil até morrer”, paixão e suor insano. Pena que, no momento onde deveríamos ver e encarar a realidade na vida, na política e no esporte, nossa bola nunca teve tão cheia. Pena mesmo.

terça-feira, 6 de março de 2012

Esteiras - seja um hamster saudável

Passo pela área de serviço e vejo o trambolho me olhando. Cabide caro, ali parado, me desafiando. Seu silêncio me incomoda, é minha resignação. Já comecei e parei de correr em esteira ergométrica um sem- número de vezes. Subo nela e a sensação me abate: um hamster gordinho acelerado, em sua rodinha de gaiola. A gente muda mesmo com os anos e vejo que minha cegueira pro óbvio me custou três mil reais. DVD, som, ventilador, paisagem, tudo arquétipo, assim como a eterna esteira.

Mas a lá de casa já viu dias melhores. Não tenho paciência pra correr na rua, o esforço é maior, a direção do vento nem sempre ajuda. Não pretendo que meu corpo domine a biomecânica. Por isso não me interesso por saber se a relação entre a força da perna e a transferência dessa força para o vôo vão me dar mais desempenho e menos esforço, tô fora. E desde guri criei certa prevenção aos cachorros da vizinhança. É certo que se alguém esqueceu a tramela do portão aberta, minha perna está em risco. Eu sei, soa meio paranóico, mas dá mais trabalho tentar mudar isso do que pular na esteira vendo um DVD do Paul McCartney. E também vem a sensação de que peso menos e não é só impressão – quem entende do assunto diz que o impacto é reduzido em até 20%, se comparado com a rua. Passo os olhos na distância, velocidade, calorias, pulsação, sempre nessa mesma ordem anti-horária, controlo tudo. Já pensei em colocar um espelho na minha frente. Esteiras com espelho dão a sensação de disciplina - a gente fica se olhando, vê a passada, se a perna está arqueada ou se corre  curvado, corrige a postura. Mas cansa ficar se olhando tanto também. Meu Narciso Vigoréxico isso, então não tem espelho (ver artigo sobre a Vigorexia, clique aqui). Sempre me perguntei se gasta-se a mesma quantidade de calorias correndo na rua ou na esteira, mas a ciência do esporte não é muito clara com relação a isso e faltam estudos a respeito. O certo é que, tanto na rua quanto na esteira, um bom tênis pode prevenir lesões e garantir uma corrida menos desgastante (leia sobre o tênis certo aqui).
Gostar não gosto, mas preciso correr. O Squash exige pernas fortes e um bom condicionamento cardiovascular. Então a esteira é algo mais realista. Você pensa diferente? Que bom, não importa. Apenas calce seus tênis e boa corrida, seja na rua ou na esteira. Boa corrida.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fórmula Um e Empatia - tudo a ver

Vettel e Schumaker - a pose já denuncia
Em 2011, teve gente que já não via uma corrida de fórmula um desde o tempo de Ayrton Senna e que voltou a levantar os olhos pra televisão. Isso tem um porquê: Sebastian Vettel. Com 24 anos, se tornou o mais novo bicampeão mundial da modalidade. Michael Schumaker foi 7 vezes campeão do mundo e não lembro desse alemão ter despertado tanto apreço mundo afora. Lembro que, sempre que vencia, Schumaker parecia rir dos mortais, quando ria. Sempre com aquele meio risinho no canto da boca, enfadado: “Ah... venci de novo, que coisa, não?”
A diferença entre os dois alemães tem um nome: empatia. Por mais que vencesse, Schumaker nunca conseguiu passar carisma. Dava raiva. Vettel, ao contrário, é simpático e também  empático. Agradece ao público, é educado com jornalistas, maduro com a situação. Mostra a tranquilidade dos malacos, coisa de quem sabe o que faz, só que sem aquela pose. A atitude é sempre humilde e serena. Não se vangloria e segue trabalhando, o que também não é comum na geração ‘Y”.
A empatia faz milagres. Nas pistas, nas empresas, nas familias. Nem Senna era tão empático, muito menos com 24 anos. Nesse ritmo, Schumaker perde o posto e não só na simpatia, mas na competência. E parece que não vai demorar muito. Sou do time que não acompanha Fórmula 1, mas não precisa. Vettel já tem a minha simpatia.

fonte: dicionário informal e folha online

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não Gosto de Futebol - e daí?

Não curto futebol. Não gosto mesmo, simples assim – a coisa (ou a bola) não rola nem em tempos de Copa do Mundo. No tempo do “ginasial”, a recordação que tenho das aulas de Educação Física era a clássica divisão em times “com camisa” e “sem camisa”. Eu, perna de pau empedernido, ficava sempre como “coringa”, se alguém se machucava – podia jogar com ou sem camisa, tanto fazia, era só alguém cair em campo. Como a galera não queria sair de campo nem a pau, jogavam machucados mesmo. Eu investia meu tempo conversando com o professor sobre carros, aviões, contando piadas, além de me manter limpo e perfumado. Na verdade, ao contrário dos meus colegas, fazia qualquer “sacrifício” pra NÃO entrar em campo.
Meu DNA nunca assimilou o futebol.  Não vejo graça no jogo e nem naquilo tudo que cerca o jogo. A quem interessa o Amor incondicional que os fanáticos tem pelos “craques” e seu times senão aos próprios “craques” e seus times? E que tipo de exemplo os craques passam? Ter carrão, pegar mulherão, usar correntão de Rapper, fazer dancinha depois de um gol e dar aquelas entrevistas horrendas tipo “perdemos, mas a gente fizemos o possível, agora é pensar na próxima, o time tá motivado, bola pra frente”. A quem interessa o fanatismo das torcidas? Mobilização de massas serve pra mudar tantas coisas, mas pra que serve uma torcida que dá soco e ponta-pé em cadeira de estádio e em ônibus de “torcida rival”? A necessidade que as pessoas têm de pertencer a um grupo mostra que carência não tem limite. É um sentimento tipo “pra ser diferente tenho que ser igual”. Daí, alguém me diz “cara, esse final de semana ganhamos do verdão e fomos pra fase seguinte com doze pontos de vantagem!”. Ganhamos quem??? O cara fala como se fosse acionista do time, com direito a voto e participação nos lucros.
Sempre me declarei  gremista. NADA! Não sou NADA gremista, nem sei quem é o time, nunca soube. Cansei de ser simpático. Sempre que digo que sou gremista, escuto uma gracinha ou então algo tipo: “então esse final de semana a gente ganha?” – normalmente é  outro gremista (um verdadeiro) e bem informado. E eu fico no sorriso amarelo “...ah, é mesmo, vamos ganhar...” . Hoje em dia já saio logo dizendo: “não acompanho futebol nem torço pra time nenhum”. Os olhares de decepção são comuns, mas passa logo. Botar camiseta de time (as oficiais mesmo custam “os olhos da cara”), aquelas chuteiras carérrimas do “Ronaldo, O Fenômeno” e jogar aquela pelada de final de semana são outro capítulo a parte. Até porque boleiro de final de semana corre o maior risco de infartar em pleno exercício de sua paixão incondicional...pra quê?  Graças a esta estranha cultura de massa, tenho muitos amigos que me matariam por pensar desta forma.  Alguns já me riscaram do livrinho ao longo dos anos e outros ainda vão me trucidar. Não ligo. Amigo de verdade compra o pacote completo, com churrasco, cerveja, karaokê, mas sem direito aos jogos do brasileirão na SKY (serviço de cable TV no Brasil) - na minha companhia, jamais. 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sul Amerciano Juvenil de Squash 2011 - El pequeño matador es brasileño.

Um brasileirinho, lourinho, gente fina, sorriso sereno. Vinícius passaria despercebido em frente a um bom Nintendo Wii, perfeitamente integrado ao papel legítimo de um dos tantos garotos de 10 anos de idade desse país. Mas não é bem assim. Dê uma raquete de Squash na mão desse jundiaiense e o bicho pega. Vinícius Berbel agora é Campeão Sul Americano de Squash na categoria sub 11. O título veio na semana de 14 de fevereiro de 2011, em quadras paraguayas, com direito à transmissão televisiva. O Sul Americano aconteceu no Clube Internacional de Tênis (Assuncion/Paraguay)  e contou com a participação de mais de 100 atletas de 8 países (Argentina, Brasil, Chile, Equador, Guatemala, Paraguai, Peru e Venezuela), divididos em 13 categorias. O Brasil foi campeão também por equipe e foi a maior delegação presente, com 25 jogadores – essa turma toda foi responsável por trazer na bagagem de volta 8 medalhas de ouro, 3 medalhas de prata e 7 de bronze, não é pouca coisa.
Vinícius Berbel (centro, atrás da bandeira) com parte da delegação brasileira em Assuncion, Paraguay
Segundo Paulo Berbel, o Berbelzão (nosso correspondente exclusivo) “O Sul Amerciano Juvenil de Squash já teve 11 edições e é a primeira vez que o Brasil é campeão deste torneio, o que mostra o alto nível do trabalho que vem sendo realizado com nossos jogadores juvenis desde 2009, através do Circuito Juvenil Brasileiro – o que abre boas perspectivas para o nosso bi-campeonato no Chile em 2012”. Abaixo, a lista da nossa super delegação do Squash!
Jogadores - Caio Magnani (SP), Carolina Raucci (SP), Cassiano Silva (RJ), Diego Gobbi (SP), Fábio Palmer (MG), Fernando Ferreira (MG), Frederico de Oliveira (MG), Gabriel Brito (MG), Giovana Guarezi (SP), Giovanna Ambrozi (SP), Giovanna Veiga (MG), Giulia Baldissera (SC), Mairin Motta (SP), Marcelo Braga (MG), Omar Cherulli (DF), Pedro Gomes (MG), Pedro Palmer (MG), Pedro Veiga (MG), Pérsia Serafim (PB), Renata Furletti (MG), Victória Cansini (PR), Vinícius Berbel (JUNDIAI - SP), Vinícius Cansini (PR), Vitor Magnani (SP) e Wagner Braga (MG).
Treinadores - Raquel Del Corto (SP), Renato Gallego (SP), Rodrigo Gambini (SP) e Vinícius Rodrigues (MG). Auxiliares - Cézar Cansini (PR) e Eduardo Penna (MG). Delegado - Daniel Penna.
Essa semana prometo tomar vários "tererês" com erva bem mentolada, em homenagem ao nosso Vinícius Berbel. Entonces Quien Estornudar, Salud! 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Evoluir tem um preço – Sul Americano Juvenil de Squash 2011 (Asuncion/Paraguay)

Cadê o Squash no “Se Espirrar, Saúde!”? Boa pergunta. Apesar de estar afastado por 30 dias por uma distensão (não é culpa do Squash. Culpa de uma mochila pesada a qual eu simplesmente desconsiderei os conselhos pra usar uma com rodinhas), as novidades continuam.
05 de fevereiro, 2011 – Vinícius Berbel, o Berbelzinho fez o último treino de uma série de 4 treinos com Ricardo “Perna” Ferreira. Segundo o paizão, Paulo Berbel, foram duas horas por dia de treino puxado – “na volta pra casa, Berbelzinho vem quase sempre desfalecido no carro”. Todo o esforço fez parte do preparatório para o SUL AMERICANO JUVENIL DE SQUASH que está acontecendo em Assunção (Paraguai) de 14/02 a 20/02, no Clube Internacional de Tênis. A seleção juvenil tem 25 atletas (meninos e meninas) de 10 a 18 anos – tem gente de todos os cantos do Brasil, como Curitiba, Jundiaí, Ribeirão Pires, Brasília e outros. Excelente oportunidade para integrar talentos precoces do Squash latino-americano. Mas já pensou essa garotada toda solta pelos corredores do Hotel Olímpico?
Berbelzinho, sucesso nessa empreitada e mande notícias!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vinicius Berbel - futuro do Squash é hoje

No final de novembro de 2010, o Jornal de Jundíaí (com tiragem de cerca de 20.000 exemplares no Interior do estado de São Paulo) publicou a matéria abaixo sobre o novo campeão-mirim, o Vinícius Berbel (Berbelzinho).  Ler essa matéria é uma ótima maneira de fecharmos o assunto Squash aqui no blog para 2010. Quem acompanha a evolução do Berbelzinho, sem duvida, vai concordar que se trata de uma ótima perspectiva para o Squash brasileiro. Em 2011 o "Se Espirrar, Saúde!" continua contigo Berbelzinho!
fonte: Jornal de Jundiai, matéria na íntegra.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Últimas do XX Pan americano de Squash - Guatemala

O torneiro Pan americano de Squash, ocorrido na Guatemala semana passada (5 a 14 de novembro) definiu as equipes para o Pan americano no México em 2011. A equipe brasileira de Squash está classificada. Nosso super atleta e correspondente Manoel Pereira deu a ótima notícia, recém chegado do torneio:
Karen Redfern, Marina Costa, Thaisa Serafini,
Rafael Alarcon e Manoel Pereira

(foto: Carolina Raucci)

"Conseguimos a classificação para os jogos Pan-americanos do ano que vem que acontecerá no México! Nós perdemos nas semi-finais para o Canadá e ficamos em quarto colocado, mas com esse resultado conseguimos a classificação".

Manú, parabéns, não podia ter notícia melhor! E parabéns a esse time de feras que garantiu a presença do Brasil no México em 2011. Mais um passo importantíssimo na consolidação do Squash no Brasil e no mundo.
Estaremos com vocês!




mais fotos do Pan na Guatemala: Guatemala 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Squash na Guatemala - Diário de Bordo do Manú


Mensagem do nosso Squash Player Manú Pereira, do outro lado da América Latina:
"Olá Daniel, no individual o Rafa (Alarcon) pegou a prata. Na de duplas, perdemos. Nas de Grupos, ganhamos do Equador, Guatemala e do Chile. Ontem começou a chave e ganhamos de El Salvador nas quartas de finais. Hoje jogaremos a semi- final com o Canadá!"
Manú e Rafael, estamos aqui torcendo por vocês e curiosos para saber mais sobre esse super desafio. Pegada firme na raquete que aqui tem torcida! Saúde pra Vocês.

Outubro de 2010 vai ficar na história do Squash em Jundiaí (SP/Brasil)

Outubro foi um mês generoso de um ano generoso para o Squash na pacata “Jundiaí city”, com seus 349.929 habitantes segundo o IBGE (2009). A Academia Via Brasil recebeu a 11º etapa do Campeonato Regional. Houve duelo de titãs na final da 1º classe – Professores Julio (Squash Jundiaí) e Sérgio (Via Brasil) brigaram até o final, ponto a ponto, set por set. Professor Sérgio, em ótima fase e jogando todos os torneios, levou essa final. Na Classe Especial, Jaime Xavier e Kiki (ambos de Campinas/São Paulo) disputaram a final – 3x1 para o Kiki. Com apenas 16 anos e com essa performance, alguém tem dúvidas de onde o Kiki é capaz de chegar?
Familia Berbel
Rio de Janeiro - Brasil
Um talento chamado Berbel
Jundiaí tem produzido um forte Campeão, passo a passo. Tenho falado aqui, ao longo de 2010, no Vinícius Berbel (Berbelzinho) - o "SeES!" tem acompanhado suas andanças. Só que o danado não para, o que torna desafiadora a tarefa de atualizar as novidades na mesma velocidade com que coleciona troféus, vejam: No 1° OPEN DE SQUASH DE BH (Belo Horizonte, academia Winner), ele faturou o Juvenil SUB 11 - campeão sul americano absoluto. Na mesma ocasião, levou também o 3º lugar no Juvenil SUB 13. Na Via Brasil (Jundiaí), Berbelzinho jogou o Juvenil (até 15 anos) e fez sua estréia na Iniciante Adulto, sendo que foi Campeão na Juvenil e Vice-Campeão na Iniciante Adulto.  No Campeonato Brasileiro de Squash (academias Rio Squash Club e Clube Paissandú, ambas no Rio de Janeiro), levou os troféus de Campeão Brasileiro do SUB 11 (sem perder nenhum set) e Vice-campeão Brasileiro do SUB 13, perdendo a final para o Pedro Gomes (bi-campeão Sul Americano). Na próxima etapa do Brasileiro, que será em Curitiba, Berbelzinho já é primeiro colocado na SUB 11, por saldo de pontos. Vai brigar então pela 1ª colocação geral na SUB 13 (e só precisa de uma vitória).
E pelo visto, o foco no êxito é uma questão de DNA – o Paulo Berbelzão, está em 1º lugar na categoria Master C e em Curitiba vai brigar pela primeirona Geral no Brasileiro – piece of cake...Parabéns "Berbéis" do Squash.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Squash Brasileiro no XX Campeonato Pan-americano na Guatemala

Manoel Pereira
A qualidade e ousadia do Squash Brasileiro

O Brasil segue em evidência no cenário do Squash mundial. O nosso Super Squash Player Manoel Pereira foi convocado para um desafio que não é para qualquer um – está integrando a Seleção Brasileira de Squash que joga o Pan-americano de Squash na Guatemala – este torneio está rolando entre os dias 8 e 15 de novembro de 2010 - vale a classificação do Brasil para os Jogos Pan-americanos de 2011 no México.
Palavras do Manú, direto da Guatemala: "Estou muito feliz por que é primeira vez que faço parte da equipe Brasileira e que participo de um Pan-americano. Será uma disputa muito importante por valer a vaga do Brasil para os Jogos Pan-americanos do ano que vem que serão no México".
A equipe de Manuel Pereira é composta por: Roberto Sciencia e Tarik Kamal (Treinadores), Marcelo Sousa (Preparador Físico), Cheila Casagrande (Psicóloga) e para garantir um bom apoio fisioterápêutico, a  Physio Atlhetic dá o suporte. O Manú atualmente é o 3 º  jogador no ranking nacional e o 128º no tanking mundial. É isso aí Manú, mostre pro mundo o que é o Squash brasileiro - um estilo que combina qualidade, ousadia, rapidez e principalmente a vocação para driblar a falta de incentivo ao esportista profissional. 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Squash - O "The Best"

Ramy Ashour
número 1 do Squash Mundial
Como em todo o esporte que se preze, o Squash tem seus "The Best". Como tem sido bastante comentado aqui no blog, por não ser um esporte popular no Brasil (o mesmo ocorre em outros países), simplesmente esses "The Best" não são muito visíveis. No caso dos brasileiros Rafael Alarcon e Manuel Pereira (48o. do ranking mundial e 128o. do ranking respectivamente), já tive o prazer de vê-los em ação e entrevistá-los no "Se Espirrar, Saúde!" - ambos estão e estarão sendo o centro de eventuais novidades, muito embora num círculo bastante restrito. E não é diferente com os demais feras desse esporte, se ouve falar bem pouco pelo mundo afora. Por  exemplo, o "Rafael Nadal" do Squash se chama Ramy Ashour (foto), egípcio de 23 anos de idade. 


Depois de ter perdido a posição em setembro, Ashour voltou a liderar o ranking mundial do Squash profissional (Dunlop - PSA) e garantiu pra sí o seu segundo 2010 PSA Super Series, quando venceu o inglês James Willstrop numa final de 4 games.


O ranking mundial do Squash (PSA – Professional Squash Association) mostra claramente quais países dominam - Egito e Inglaterra. Veja como estão as posições atualmente:


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Todo mundo quer correr

Parque do Ibirapuera, do lado da Oca - São Paulo sempre tarda, mas nunca falha. Vem um grupo de umas 30 pessoas que passam meio correndo, meio caminhando. Fora o cara que puxa a turma, fácil de identificar por causa da camiseta da Runner, os demais não são exatamente o que se possa chamar de atletas. Cada um corre num trote, de um jeito. O estilo da corrida é a cara do praticante – uma passada mais burocrática, outras rapidinhas, sem muita paciência, tem aqueles que correm falando mais que pobre na chuva.
Assumir um esporte regular não é fácil, requer doação do praticante. De início, parece que tudo conspira contra. Mas correr é bem conveniente pra quem, por exemplo, não pode perder tempo catando quadra, academia, ou que não tenha rotina (caso dos viajantes). É só meter um tênis na mala, calção, camiseta e tá tudo certo – mais ou menos. O tênis precisa ser bem escolhido, porque coluna, joelhos e demais articulações são extremamente exigidos durante uma corrida (imagina quem está acima do peso). Ok, não precisa ser um Nuno Cobra pra imaginar isso. Pronadores, Supinadores e Neutros, seriam pra mim nomes de torcidas organizadas de rugby, mas longe disso. Pronadores são pessoas cuja pisada se dá com o calcanhar e, ato contínuo, se estende pela parte interna do pé até o dedão. Quem tem pé chato corre desta forma – precisa de um tênis que lhe dê equilíbrio (desgaste do tênis: mais pra dentro, desde o calcanhar até o dedão). Os Supinadores, ao contrário dos pronadores, pisam com a parte externa do pé, até o mindinho (desgaste do tênis: toda a borda externa) - precisam de um tênis que não seja duro e que amorteça bem o impacto. Os neutros correm nas nuvens, pois a passada começa externa e se estende pro centro, na planta do pé, super equilibrada (desgaste do tênis: no extremo do calcanhar e na planta do pé) - O padrão de tênis, neste caso, é o de amortecimento neutro.
E o pessoal da Oca dá-lhe corrida, todo mundo animado. Umas 10 voltas depois, chego na informação mais importante da revista: um tênis dura em torno de 400km de corrida. 400km? Ótimo, mas por acaso alguém pode me indicar um com hodômetro? O pessoal também força a amizade, vamos combinar. Boa corrida e saúde!

domingo, 12 de setembro de 2010

Rápidas sobre Squash - Manoel Pereira no Costa Rica Open

Manoel Pereira, 3º Squash player do ranking brasileiro, esteve no Costa Rica Hailed As New PSA Tour Stopover, de 8 a 11 de setembro de 2010, em San Jose. Manoel chegou até as quartas de final (perdeu para o inglês Tom Peshley, o 109º do mundo pela PSA). Manoel deixou o tonreio em 128º, ganhando mais 10 posições no Ranking Mundial da PSA. O campeão foi o canadense Robin Clarke, o 80º do ranking. Conseguimos contato com Manoel no dia 10 de setembro, as 14:40hs, direto da Costa Rica: "Ontem eu perdi para o Inglês, mas fiz um bom jogo, o nível fora do Brasil é mais alto, mas estou sentindo melhora no meu jogo, é continuar treinando,  aperfeiçoar e com isso ganhar mais jogos e ter melhores resultados."
Manoel, parabéns por mais essa batalha e por ter galgado posições importantes para o Squash brasileiro.

sábado, 4 de setembro de 2010

Comercial do Vectra - o Squash como apelo

Bom demais que o Squash começa a aparecer em comerciais de TV. Isso aumenta a curiosidade sobre o esporte e posiciona o Squash, conforme o produto vendido. Neste caso, um produto TOP, o Chevrolet Vectra. No comercial de lançamento do Hyundai IX35 no Brasil (que inclusive está no ar no momento), o Squash também aparece, mas ainda não temos esse no Youtube. Quem sabe em breve? Esse do Vectra, é muito original e divertido e tem um final surpreendente, muito legal.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Conversando sobre Squash – com Rafael Alarcon

Rafael Alarcon

O Squash é um esporte novo ainda no Brasil, pra se ter uma idéia, a Confederação Brasileira de Squash surgiu em 1985. E como tudo o que é novo, precisa de organização e tempo pra se popularizar. Mas o Squash brasileiro já tem seu ídolo: Rafael Alarcon, 33 anos, paulista, o número 1 do Brasil e o mais bem posicionado brasileiro no ranking mundial da PSA (Professional Squash Association) - 38º lugar. No dia 14 de agosto, durante o “Torneio 10 anos – Salles Tênis e Squash” na Academia Squash Jundiaí (SP), tive a oportunidade de um papo com Rafael sobre o momento do esporte no Brasil. Além de ser o melhor na sua profissão, Rafael tem uma qualidade importantíssima para um atleta de projeção: é extremamente gentil com seu público, pessoas de todas as idades, apaixonadas pelo Squash e que acompanham suas vitórias mundo a fora. Veja os trechos mais importantes dessa conversa: 
"SeES!" - O que falta pra que o Squash se torne um esporte olímpico?
Rafael - Vejo que é questão de tempo para que o Squash ganhe o espaço que merece. O Squash precisa competir com a pressão política de entidades esportivas que defendem o interesse de outras modalidades, como por exemplo, o Rugby de 7, uma modalidade que em tese não existia, existe sim o rugby convencional. O golf, por exemplo é pequeno no Brasil, mas existe uma estrutura de interesse fazendo com que tenha visibilidade,  inclusive com canal de TV próprio influenciando. Só que hoje quem tem tempo e dinheiro pra se dedicar ao Golf? Squash é rápido, dinâmico, a pontuação é rápida.  Hoje mesmo, tive uma entrevista de meia hora ao vivo na Band Esporte, no programa Magazine. As duas semi finais do torneio de Kuala Lumpur foram televisionadas, o que já é um grande avanço. Vejo muitas quadras de tênis sendo desapropriadas Brasil afora pra dar lugar a quadras de Squash. Podemos ver o esporte sendo mostrado no comercial da Chevrolet também, isso é bastante novo.
"SeES!" - Como é pra você estar entre os 40 maiores atletas do mundo e representando o Brasil?
Rafael - Pessoalmente é motivo de orgulho, pelo amor ao Squash, mas como brasileiro, representa pouco, pois não há incentivo. Os órgãos governamentais que lidam com esportes não demonstram interesse em olhar pro Squash e,  por não haver subsídio, os patrocínios não são fáceis. Para jogar fora do país tudo é um desafio e tanto, passagens são caras, a estrutura envolvida é bastante cara, é um esforço muito grande. E o reconhecimento também é raro, pois você ganha um torneio muito importante, mas no próprio país pessoas-chave das entidades responsáveis pelo esporte nem te ligam pra parabenizar, demonstrar algum respeito, essas coisas. Mas eu faço a minha parte. Vejo o quanto sou respeitado lá fora pelo que faço, quando indico pessoas mundo afora, por exemplo, as pessoas encontram portas abertas e isso me orgulha muito, é fruto de muito trabalho. 
"SeES!" - Qual o jogo dos sonhos ou o sonho que você gostaria de realizar no squash?
Rafael - Cada dia no nosso esporte é um jogo diferente, ou seja, uma história diferente...Acredito que o jogo dos sonhos será aquele que no dia ou nos minutos precedentes ao mesmo será o ultimo da carreira profissional...
"SeES!" - Em média, quantos dias por ano você viaja a serviço do Squash?
Rafael - Tirando os domingos, quando não estou nas finais de um campeonato, todo dia é uma viagem, saio de casa para ir treinar ou competir sempre focado no Squash, minha vida vem sendo dedicada a essa paixão há muitos anos e até hoje nada me abalou...claro que temos altos e baixos, mas isso é coisa da vida mesmo...
Falou o número 1 do Squash brasileiro, Rafael Alarcon, um Gladiador por excelência. Que continue servindo de exemplo para o futuro desse esporte no Brasil e no Mundo. Saúde, Rafael!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cidade Fantasma 2

Brasil e Holanda. O cenário é uma Curitiba Fantasma. Quando cheguei, o termômetro marcava dez graus, mas a impressão é que o clima foi esquentando a medida que o relógio se aproximava das 11hs. Meu amigo (e leitor do blog) Léo acompanhava comigo as primeiras movimentações em campo. Rompi o silêncio: “A Holanda tem tradição em futebol?”. Léo disparou: “hoje a copa do mundo é um campeonato europeu com equipes re-aranjadas. Os países representam bairros de uma grande comunidade onde a turma de baixo se encontra pra jogar com a turma de cima”. Silencio de novo até o primeiro gol. Léo, de onde você tira essas idéias? Isso é futebol politizado, ideológico. Não é pra qualquer um, fantástico. Uma pérola destas só me deixa um pouco mais consciente do quanto sou bronco nesse universo.
As cornetas urram (aqui no Brasil ainda não tem a praga da Vuvuzela, pelo menos). Dá a impressão que o Juiz está demorando um pouco pra apitar as faltas. Será que é o delay da HD TV? (O Léo riu da piada. Por uns segundos, me sentí futebolisticamente politizado também). Silêncio de novo, tensão no ár. Última vez que perdemos pra Holanda foi na copa de 74."Quem tem menos de 35 anos nunca viu a Holanda ganhar do Brasil", vaticinou Léo. “Léo, e o Dunga?”. Novo diparo: “Daniel, se fôsse numa empresa, como o Dunga seria percebido? O cara entrega resultado e o pessoal mete o pau, não faz sentido”. Perfeito, Léo. Novo urro na Rua e um berro no corredor: “Ih Dani, é o zelador festejando! Foi gol?”. Não era – alarme falso, de novo o delay do HD TV pagando pau pro radinho Coby do zelador. Brasil com um a menos, mas quando o Lúcio subiu buscando jogo, era o sinal - a coisa tava mal...2 a 1 Holanda. Pior foi o Galvão perguntando pro Falcão: "Falcão, você que já passou por isso duas vezes..." (leia-se, "você que é um perdedor de carteirinha"). Ai, Galvão...mancada justo na despedida do Brasil? Saúde ao Brasil em 2014!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Squash na Associação dos Servidores Públicos Municipais em Santo André, no ABC Paulista.

No final de semana de 26 e 27 de junho, aconteceu a 3° Etapa do Campeonato Brasileiro Juvenil de Squash e a Etapa do Master Brasileiro de Squash na Associação dos Servidores Públicos Municipais em Santo André, no ABC Paulista.

Para variar um pouco, a família Berbel "matou a pau". Berbelzinho ganhou o SUB 11 e SUB 13 e o Berbelzão, para não ficar atrás e "não perder a viagem", ganhou o MASTER C (acima de 30 anos das categorias 5° e 6° classe). Os dois não perderam nenhum set nos 2 dias de jogos. Com essa performance, valeria àpena a 3M pensar em criar uma equipe de Squash – já começaria com um atleta estrelado no plantel, uma super oportunidade promocional! Saúde à essa dupla dinâmica (acima, foto do clã Berbel).