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domingo, 26 de maio de 2013

Primeira arma feita em Impressora 3D - inacreditável

Caso queira saber um pouco mais em detalhe sobre impressoras 3D, em março de 2011 tivemos um post só sobre o assunto, clique aqui. Assim, vai saber exatamente do que estamos falando.

A inventividade humana vai continuar sendo o nosso céu e o nosso inferno. Paradoxo de conversa de bar, de beira de churrasqueira. Impressoras 3D, até então tidas como novidade, já participam da nossa rotina, na criação de protótipos para a construção civil, peças para a indústria automobilística e uma série de utilizações e novas possibilidades. O próximo passo é cair o preço, até então proibitivo, um dos principais fatores restringentes ao uso comum dessas impressoras. Num futuro próximo, qualquer mortal vai poder criar sua própria cadeira ou mesinha de centro, em questão de minutos. Por outro lado, tem gente que não vai se contentar com tão pouco. Tudo tem um preço. Uma ONG americana sediada no Texas chamada Defense Distributed divulgou recentemente um vídeo dos testes realizados com a primeira arma feita em impressora 3D. Essa instituição se diz defensora do direito, garantido na constituição americana, dos americanos de ter suas próprias armas. Investir na fabricação “caseira” de armas é visto como uma forma de avanço nessas garantias.
Liberator - projeto disponível pra download
no site da Denfense Distributor
A Revista Forbes documentou os testes e afirma não ter presenciado qualquer incidente durante os testes. A arma se chama Liberator é feita em 16 partes, sendo que 15 delas foram elaboradas com a ajuda da impressora 3D Stratasys. A outra parte é feita em metal não funcional para que a arma cumprisse a Lei de Armas de Fogo dos Estados Unidos. No site da ONg, foram liberados os projetos para quem quiser fazer a arma, ao estilo “do-it-yourself”.

“Reconheço que ela pode ser usada para machucar as pessoas. Isto é o que ela é: uma arma. Mas não acredito que isto seja um motivo para não disponibilizá-la. Penso que a liberdade, no final, é o interesse maior”, disse Coddy Wilson, fundador da Defense Distributed à Forbes.


Há quem diga que esse tipo de arma já tinha sido testada e que a iniciativa da Defense Distributed não é exatamente uma novidade. Não importa. Mais gente gastando prestígio, tempo e dinheiro pra atentar contra a vida do que pra construir algo útil. Mesmo em nome da autodefesa, não tem desculpa. Prefiro ficar com a cadeira e a mesinha. Minha opinião. Veja o vídeo.



Fonte: Exame.com, Defense Distributed website e Revista Forbes

sábado, 24 de dezembro de 2011

É tempo de Proposições Honestas

Já encontrei o Professor Marins, antropólogo e palestrante, em aeroportos por aí. Não conheço ele, mas sei de quem conhece e  me parece uma pessoa que busca viver o que diz nos vídeos e palestras. Costuma cumprimentar amistosamente as pessoas que falam com ele até na esteira das malas. Já vi ele ser cortes com um executivo que o abordou chegando à meia noite num aeroporto de São José do Rio Preto, depois de um vôo atrasado. Ninguém merece, mas o Professor Marins foi elegante, atencioso. Se fosse falsidade, não resistiria ao tempo.

Prof. Marins - até provem o contrário,
a generosidade em pessoa
Pois procurava uma mensagem honesta pra postar e me deparei com essa do Professor Marins. Não queria proposições irreais. Chega de dizer coisas que não vai fazer. Que seja algo mais simples, mas que dê pra correr atrás e garantir alguma sinceridade. Veja:

1. Neste novo ano vou tentar conviver com o melhor de mim mesmo, fazendo algumas boas concessões em nome da qualidade de vida.
Gostei dessa - lembra a frase de um amigo: " mas tú queres ser feliz ou ter razão?"

2. Neste novo ano vou ter mais coragem de errar e permitir que as outras pessoas errem;
Também acho que essa dá pra encarar – até porque, por mais que essa coragem possa existir, ainda existe sofrimento e auto-cobrança. O “Nirvana” é rir de si mesmo e ajudar os outros sem se martirizar, aí é perfeito.

3. Neste novo ano vou praticar esportes e fazer longas e sadias caminhadas. Prometo dar mais atenção à minha saúde;
Eterna promessa cujo prazo de validade é renovável. É como esperar que as multas de trânsito façam um ano pra zerar os pontos na carteira. Mas, vá lá, preciso dar um bom exemplo ao meu filho, por isso vou ser persistente. Mas não prometo barrigas de tanquinho nem meias maratonas. Aí, é hipocrisia.

4. Neste novo ano vou praticar um hobby e dar tempo a ele;
Esse já está encaminhado e funciona. Mais que isso, se virar paixão, melhor ainda. Sem remédios nem terapia.

5. Neste novo ano vou tirar férias e vou viajar para aquele lugar que sempre desejei conhecer ou voltar;
Também vale investir. Não importa o tamanho das férias. Se for pra encontrar sua antiga turma de primário ou pra ver seu filho jogar com o time da cidade vizinha.


6. Neste novo ano vou sair mais, namorar mais, amar mais e fazer programas memoráveis com que amo;

Valem os comentários do item 2 e 3 – mais leveza na relação, menos intransigência. Mais namoro, menos disputa. Mais flerte, menos rusgas.

7. Neste novo ano vou confiar mais em minhas intuições, acreditar e pisar fundo;

Assim como a do hobby, funciona, apesar de não ser um exercício fácil. É se preocupar menos com o que os outros pensam. Ouvir menos os donos da verdade e da vaidade. Tem gente que acorda e dorme dando conselhos. Temos que fugir de gente assim.
8. Neste novo ano vou ter tempo para o que vale a pena;
Outra que me lembra o item 3, o dos esportes – o problema não é o tempo e sim saber eleger o que vale à pena. Tantos anos acertando e errando e me sinto tão calouro nisso...mas tenho que seguir insistindo.   

9. Neste novo ano só vou me cercar de pessoas animadas, com alto astral, entusiasmadas e prometo me livrar dos "sugadores de energia" e dos "corvos";
Esse faz par com item 7. Não dá pra fazer da vida da gente uma rede social. Isso é pobre demais e ilusório demais. Pra estar bem acompanhado, precisamos de poucos e bons amigos, desde que o mundo é mundo. E amigos mesmo raramente fazem algum julgamento.

10. Neste novo ano vou viver, trabalhar, torcer pelo Brasil e fazer tudo com Entusiasmo e Renato Russo disse num de seus últimos shows: “quando eu era novo, queria mudar o mundo. Hoje, se conseguir mudar a mim mesmo, já está de bom tamanho.” Precisa dizer mais?

Tenha o Natal dentro de você e use como estoque pra 2012.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Estudo ajuda a entender como tumores reagem à quimioterapia

Um novo estudo pode ajudar a estabelecer em quais casos a quimioterapia será bem sucedida, mostra um artigo publicado na Science conduzido por cientistas do Dana-Farber Cancer Institute, nos Estados Unidos.
Segundo o texto, células cancerosas que estão à beira da autodestruição são mais propensas a sucumbir a certos agentes quimioterápicos do que aquelas que ainda precisam alcançar esse estágio.
A descoberta sugere que pode ser possível predizer quais pacientes têm mais chance de se beneficiar da quimioterapia, assim como fazer drogas mais efetivas, capazes de estimular as células doentes a chegar ao ponto do suicídio. "Muitos quimioterápicos agem danificando estruturas nas células cancerosas, particularmente DNA e microtúbulos", explica um dos autores do estudo, Anthony Letai. "Quando o dano é extenso e não pode ser reparado, as células iniciam um processo chamado de apopotse, em que se sacrificam para não passar o dano a seus descendentes."
Os pesquisadores descobriram que células cancerosas que estão mais próximas desse ponto são mais suscetíveis à químio do que as demais. Eles também desenvolveram uma técnica para avaliar em que estágio se encontram. Para chegar ao resultado, os autores estudaram tumores de 85 pacientes, incluindo mielomas, leucemias e tumores de ovário. A relação entre suscetibilidade à quimioterapia e proximidade da apoptose celular foi encontrada em todas.
Segundo os pesquisadores, a descoberta muda a forma de entender como a químio funciona. Até agora, sabe-se que ela afeta células de crescimento rápido, caso das tumorais. Mas isso seria insuficiente para explicar, por exemplo, por que algumas respondem ao tratamento e outras não.
A descoberta mostra que as razões do sucesso da químio são mais complexas do que o imaginado, dizem os autores.
fonte: estadao.com (Matéria na Íntegra - das agências de noticias)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hypermarcas - mudar pra crescer (ainda mais!)


Assolan - ameaçou a Bombril
A Hypermarcas, hoje a maior empresa de consumo do mercado brasileiro (faturamento em torno de 3,5 bilhões de reais/ano), começou em 1969, com os temperos Arisco. Comprou a Assolan, uma modesta companhia de palhas de aço que em curto espaço de tempo ameaçou e ultrapassou a Bombril de forma agressiva. Mas toda a operação foi logo vendida pra americana Bestfoods, que virou Unilever. Como palha de aço não era o negócio da Unilever, a marca voltou pro dono original, o empresário João Alves Queiroz Filho (Júnior), que começou tudo.
Violland assume a área farma
da Hypermarcas
Desde que recomprou a Assolan, Junior manteve firme o objetivo de crescer a custa de comprar empresas. A última grande compra foi a farmacêutica Mantecorp, por quase 3 bilhões de reais e, seguida, aquisições menores como a linha Perfez, da Johnson & Johnson. Mas esse movimento parou e a meta agora é criar massa muscular, ter dinheiro em caixa. Como Junior mesmo diz em entrevistas, “com a abertura de capital, somos uma empresa condenada ao crescimento”. Só que as ações da empresa tem perdido valor em 2011, obrigando a empresa a redirecionar seus esforços de mercado. Vai se desfazer de marcas de baixo valor agregado ou que fujam muito do foco e direcionar seu crescimento nos produtos de bem estar, que respondem por 37% do faturamento, e farmacêuticos, que respondem por outros 56%.
Pra conduzir o crescimento acelerado na área farmacêutica, trouxeram um peso pesado do mercado, Luiz Eduardo Violland, ex-Glaxo-Smithkline e ex-Nycomed. Sou fã de carteirinha do Violland, Executivo com o qual tive o prazer de trabalhar. É um líder gigante que funciona com motor flex, acelerado e entusiasmado por gente e performance. Adora um corpo a corpo, olho no olho e se dedica a entender a natureza do mercado, seu dia a dia - ouve os clientes e a equipe como poucos. O pessoal lá vai perceber isso logo. Com a chegada do Violland, a Hypermarcas consolida sua estrutura de atuação em duas frentes: a farmacêutica e a de consumo, sob a direção do executivo Nelson Mello. Alguém duvida que vá dar certo?
fontes: luis nassif online, exame online, folha online e valor online

terça-feira, 28 de junho de 2011

DE 3% PARA 3% -Por Joelmir Betting

“Em seminário latino-americano sobre desigualdade social, instalado nesta segunda-feira em São Paulo, a Fundação Getúlio Vargas revelou que, nos últimos dez anos, aqui no Brasil, a renda real por habitante cresceu 10% entre os mais ricos e nada menos de 68% entre os mais pobres. Lá fora, deu-se o contrário. Pobres mais pobres, ricos mais ricos na América Latina, nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Na China, por exemplo, a renda real dos pobres, também em dez anos, cresceu 8,5% e a dos ricos, nova classe chinesa, 15%. No caso brasileiro, que se restabeleça a verdade, a redução da desigualdade social tem tudo a ver com a estabilidade inflacionária com crescimento econômico. Quadro patrocinado pelo Plano Real que vai completar 17 anos de carreira nesta próxima sexta-feira. Se a inflação empobrece o pobre, o real transformou inflação de 3% ao dia em inflação média de 3% ao ano. É isso aí.” (27/06/2011) 

domingo, 13 de março de 2011

Impressão 3D - da idéia ao produto final "no stop"

Impressão 3D: da idéia ao produto final em casa
Uma carta sem selo nem envelope que se manda em 1 segundo e cuja resposta da outra pessoa pode levar outro segundo. Foi o caminho utilizado pra explicar pra minha avó o que era um e-mail. O dia que o meu filho bateu o olho numa máquina de escrever, o efeito foi ao contrário - “Pai, o que é isso?”. Recurso usado: “É como uma impressora manual, filhão”. Agora, outra transformação – impressoras capazes de cuspir modelos em 3D, como peças de lego, de maquetes. Ao invés de uma simples impressão em papel, em poucas horas, qualquer pessoa sem conhecimento técnico pode ter um polímero tridimensional de qualquer objeto que se queira, como se fosse um molde. Basta o uso de um aplicativo que define a forma e envia a informação para a impressora. Os métodos são os mais variados, dependendo do equipamento, desde injeção de material plástico como ABS (como já vem ocorrendo há muitos anos em grandes indústrias) até os mais modernos, como utilização de lasers para micro-fabricação tridimensional em gel.
A primeira vista, é razoável pensar na utilização da impressão 3D em design, engenharia e arquitetura. Mas imagine isso tudo a serviço da medicina. Próteses extremamente complexas, imaginadas pelo médico e produzidas em algumas horas, da idéia ao produto final, sem intermediários. Não é mais realismo fantástico, já faz parte do nosso dia a dia inclusive no custo. Em 2005, um mimo destes custava cerca de 100 mil dólares. Hoje, a impressora 3D mais simples é encontrada na web por cerca de 700 dólares, mais barata que alguns celulares.
Só não sei ainda como explicar isso ao meu filho e pra minha avó: “Vó, a senhora mete um cubo de plástico sólido nesse microondas, aperta um botão e “puf” vira uma estatueta de São Jorge”. Veja abaixo, fica mais fácil de entender o conceito na prática.
fonte: terra.com, revista exame e wikipedia

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ano novo, TRABALHO NOVO!

Flávia Muraro 
Diretora da Movere Consultoria
Flávia Muraro é Consultora nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. É Diretora da Movere Consultoria, especializada em preparar talentos para construir resultados, além de publicar artigos periódicos na VOCÊ S/A. A seguir, ela nos aponta dicas importantíssimas sobre como construir as próprias perspectivas, num mercado agitado e cheio de oportunidades para esse ano:
Começou o ano sem emprego? Será essa uma boa época para procurar trabalho? É comum que quem está em busca de um novo emprego, se queixe de que nessa época do ano nada acontece. A cidade está vazia e grande parte dos profissionais contratantes está em férias. Por outro lado, é também em janeiro que ocorre um grande número de contratações. As empresas agora precisam começar a executar todo o planejamento realizado nos últimos meses do ano e para isso, devem estar com seus quadros completos. De qualquer modo, não temos o poder de influenciar essa questão. Ela está relacionada ao mercado. São fatores externos e não podemos controlá-los. O que está em nossas mãos é o nosso preparo para assim que surgir a oportunidade estar pronto para encará-la!
Em um momento como esse, ao invés de mergulhar de cabeça na TV e nas redes sociais ou se jogar no sofá o dia todo, que tal investir seu tempo no que realmente importa? Se você não teve a oportunidade de passar por um processo de outplacement patrocinado pelo seu ex-empregador, que tal fazê-lo por sua conta? Em primeiro lugar, defina sua opção de carreira. É mesmo um novo emprego? Outras opções incluem prestar serviços de consultoria, investir no negócio próprio ou carreira acadêmica. Lembro que as chances de sucesso são maiores se você atuar na área que conhece e na qual tem expertise.
Feita a opção, o próximo passo é ir ao mercado e mostrar a ele suas qualificações e aptidões. Ir ao mercado significa fazer com que seu preparo encontre as oportunidades que ele oferece. Alguns chamam isso de sorte, porém, na minha opinião sorte é outra coisa. Mas isso é assunto para outro artigo. É importante se cadastrar nos sites de empresas idôneas de hunting, porém não devemos nos limitar a elas. Mais de 80% das contratações são feitas por meio de sua rede de contatos. Então, mãos à obra! Aproveite que a cidade está mais calma e marque encontros com seus amigos que não estão viajando. Obviamente a receptividade deles será maior se você já os procurava quando estava empregado.
Vale também aproveitar o tempo mais livre para estudar e se atualizar na sua área de atuação. Justamente aquilo que você nem sempre fazia por falta de tempo, lembra? Atualmente, um terço dos contratos de trabalho com carteira assinada é encerrado por iniciativa do empregador. Em levantamento feito pelo Dieese, mais de 40% dos desligamentos são feitos quando o funcionário tem menos de 6 meses de casa. O tempo de permanência no emprego também mostra tendência de queda. Em 2000 essa média era de cinco anos e meio contra apenas cinco anos em 2009. Que conclusões podemos tirar desse cenário? Estando empregado ou não é sempre importante estarmos preparados para buscar novas oportunidades.
Feliz 2011 para todos!
para contatos com Flávia Muraro: Flavia@movereconsultoria.com.br

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011 - "Não Se Submeta..."

2010, um ano em paz comigo. Em legítima guerra com meu temperamento, a expectativa e minha inquietação quase infantil. E o melhor de tudo: sem arrependimentos nem mágoas. Fiz o que era pra fazer, cumpri um legado, fiquei “quites” com boas e más decisões do passado. Pra ter algum crédito, paguei as dívidas e durmo tranquilo. Se faço as pazes com a saúde, faço minha parte, mas não preciso pressa, nem foclore. É assim que deve ser um compromisso, é assim que ele se revela. Comigo mesmo, com os que amo e com minha caminhada. Sigo adiante, página virada. Um ótimo ano pra todos!
("Do It" - Lenine)
a letra está logo abaixo

“Se acredita, tenta
Se tá fora, entra
Se pediu, aguenta...

Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Não tá bom, melhora...

Se tá chato, agite
Se não tem, credite

Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance


Se tá puto, quebre
Ta feliz, requebre
Se venceu, celebre

Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Quer saber, apure

Se sobrou, congele
Se não vai, cancele
Se é inocente, apele
Escravo, se rebele

Se escreveu, remeta
Engrossou, se meta
Não se submeta..."
p.s - Amigo Eduardo Gaspar, obrigado pelo "insight"

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Inovar é pensar Coletivo (um caso Coca cola)

O Coletivo Coca-Cola é um projeto de inserção social e desenvolvimento sócio-econômico interessante. Há cerca de dois anos a Coca, em parceria com ONGs, instaurou unidades operacionais de ensino em comunidades carentes. Em aulas de capacitação de dois módulos, cada aluno paga R$ 50,00 pelo curso e adquire ali conhecimentos básicos sobre informática (módulo 1) e sobre o mercado, merchandising, estratégias (módulo 2). Após esse “banho de loja”, 30% do efetivo, em média, é encaminhado para a Coca-Cola ou parceiros, como primeiro emprego. Não houve propaganda do projeto – tudo boca a boca. Mas deu tão certo que em 2010 foram 30 unidades espalhadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Maceió.
Claro que por ser um produto caro, criar novos consumidores com “bala na agulha” também faz parte da iniciativa da Coca – além de socialmente correto, é uma excelente sacada de Marketing.  Então tá. Inovar também é gerar oportunidades de todos os lados. Se metade das empresas fizesse isso, tudo se transformaria. Tento passar longe de uma garrafa de Coca (é vero que nem sempre consigo), mas é inegável o mérito da idéia. Aliás, por falar em sacada de Marketing, comercial da Coca-Cola sempre foi sinal de Natal e Ano Novo. Um mais impressionante que o outro, veja abaixo este de 2006. Feliz Ano Novo pra Coca-Cola - é isso aí.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Timothy Ray Brown - O homem que se curou da AIDS

Thimoty Ray Brown - sem sinais do HIV

Para que possa passar de célula pra célula, o vírus do HIV utiliza uma “ponte”, o receptor CCR5. Com ele, o vírus se “encaixa” nos linfócitos CD4+, células de defesa do organismo e que são dizimadas pelo HIV. Porém existe uma parcela de 1% da população que não tem esse receptor. Nestes pacientes, o vírus não consegue se multiplicar, ou seja estamos falando de pessoas resistentes ao vírus HIV. Pois Timothy Ray Brown, americano de 44 anos, soropositivo e leucêmico, fez um transplante de medula em 2007, onde recebeu células-tronco de um doador resistente. A medula nova começou a produzir células que repeliram o vírus HIV e assim, Timothy está imune à doença há mais de três anos.  
O fato é conhecido no meio científico e a afirmação de que foi encontrada uma cura para a AIDs ainda é vista com muita dúvida, cautela e ceticismo – temor justificável, por três motivos: 
1) Um estudo com um paciente não é absolutamente conclusivo. 
2) Trata-se de uma parcela ínfima de possíveis doadores, menos de 1%. 
3) Um transplante de medula não é como uma cirurgia de apêndice ou de varizes – os riscos são enormes.
Mas toda vez que um passo como este é dado, aponta um caminho a ser seguido e com fortes chances de chegar a algum lugar na luta para nocautear o HIV – ao menos por hora, esse caminho tem um nome: células-tronco.
Fonte: folha online, veja.com e correio do estado 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Tragicomédia da Economia - Por Joelmir Beting


BRIC PODE MUDAR PARA BRICA OU BRIICA
Dois países emergentes querem entrar no grupo que não existe, é só uma sigla. Mas uma sigla de respeito. Um deles é a África do Sul, que pede para ser incluída por ter a 31ª maior economia do mundo, o que equivale a uns 25% da menor economia do grupo, a Rússia.  O Bric passaria a ser Brica. Ou Briica, se for aceita a Indonésia, cuja economia está crescendo rapidamente, destacando-se entre outros emergentes. 
Bric é um acrônimo criado em 2001 pelo economista J.O'Neill, do Goldman Sachs e engloba Brasil, Rússia, Índia e China. O'Neill não aceita novos nomes, noticiam as agências internacionais. 

sábado, 27 de novembro de 2010

Prontuário Eletrônico - "Mostre a sua Língua"

Um dia você acorda com manchas vermelhas enormes na pele, algum tipo de alergia. Você entra na web e acessa a agenda do seu médico. Checa horários e escolhe aquele que convém. Quando clica no seu nome, você encontra lá todas as informações sobre sua saúde – diagnósticos, exames, medicamentos, tratamentos, eventuais cirurgias e procedimentos realizados, tudo vinculado aos médicos, hospitais ou clínicas por onde você tem passado e em ordem cronológica. Você chega no seu médico e, ao iniciar a conversa, ele já consultou o mesmo cadastro e está pronto para fazer a anamnese. Você vai falando o que sente e ele vai vinculando mais informações sobre você aos seus sintomas.
Qualquer médico, laboratório ou serviço de saúde que você use deveria poder acessar informações suas, minhas, de qualquer pessoa, desde que autorizado e por uma razão específica: medicina preventiva é medicina estratégica e nesse campo, a existência de um prontuário único com informações sobre pacientes é um avanço necessário em boas práticas de saúde pública – só que já estamos atrasados. Um paciente é atendido ao longo da vida por inúmeros profissionais – desde enfermeiros até fisioterapeutas ou psicólogos. E passa também por diversos exames em diferentes locais, tomando diversos tipos de medicamentos – e só ele é capaz de responder a pergunta “O que você está sentindo?”, ninguém mais. Seguir esse rastro de forma organizada significa mais efetividade em achar os problemas e partir pra solução. A tomada de decisão não fica restrita à habilidade do médico em fazer escolhas. Ele vai ter mais suporte, pra avaliar riscos e oportunidades de conduta. Sob o aspecto legal, estas informações podem ajudar no registro histórico dos procedimentos, o que dá mais segurança ao paciente e também ao médico.
No mundo, tem gente olhando pra isso - A HIMSS é uma organização não governamental americana que se dedica a reunir informações e pessoas em torno de possíveis soluções na área da Saúde. Uma das comissões que possui é a Global Enterprise Task Force (GETF) que existe com a finalidade de estimular à implementação de prontuários eletrônicos ao redor do mundo. Os obstáculos são os mais diversos, conforme o país. Segundo declarações de Steve Arnold (Presidente da GETF), as dificuldades mais comuns são: tecnologia adequada, financiamento, padronização de procedimentos, intercâmbio de sistemas (para que se conversem) e infraestrutura de telecomunicações.
Um dos pilares da gigantesca reforma da Saúde americana é justamente um braço digital, focado em EHR (Electronic Health Records). Em março de 2010, o Congresso americano aprovou a execução do projeto ARRA 2009 (American Recovery and Reinvestment Act) com um aporte de 20 bilhões de dólares. O projeto consiste na adoção de ferramentas de registro de pacientes, com direito a plano de incentivos para os médicos que se cadastrarem de 2011 até 2015. Enquanto estudava para este artigo, meu pai olhou por sobre o óculos e sentenciou: “- Pra um projeto destes virar alguma coisa em 5 anos, precisa atuação forte das empresas de Planos de Saúde, que detém mais de 50% das “vidas” desse país. Se o governo se meter a gerenciar isso, esquece – serão 20 anos além dos 20 bilhões.” – sábio esse meu pai.  
Prefiro acreditar que um projeto com essa magnitude possa, nem que seja por inércia (na pior das hipóteses), repercutir por aqui. Quem sabe não demore tanto pra que mais informações possam ser dadas ao meu médico, muito mais rápido do que ele possa dizer “deixa eu ver sua língua”.    
Fonte: Health Care Brazil website.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

CPMF - quero meu colchão


Tem gente falando seriamente no retorno da CPMF. Pra quem já está há muito tempo fora do Brasil ou nunca esteve por dentro, a sigla é o nome de um imposto criado basicamente para custeio da saúde e da previdência social no Brasil (e cujo foco, deturpado ao longo do tempo, fez o recurso migrar pra outras finalidades) – em suma, virou um achaque de 0,38% sobre operações financeiras, que entrou em vigor em 1997 e durou 10 anos - o famoso imposto sobre o cheque (direto no nosso bolso). Só um detalhe: deve fazer uns...três meses que eu não passo uma folha de cheque. Esses dias, perdi meu talão (aquilo que não se usa, atrofia). Consternado, fui ao banco e cancelei aquelas folhas, passei no caixa eletrônico e retirei outras avulsas – 2 reais por folha, sendo que só se retira um mínimo de 12, outro achaque. Ok, saí reclamando, mas resignado. Moral da história – uma semana depois, achei meu antigo talão (agora, inútil) em uma gaveta. E passadas mais outras 2 semanas, não tinha sequer usado uma folha das avulsas. Não se usa mais cheque. Antigamente, um taxista ainda trocava o seu cheque no posto de gasolina pagando mais que o preço normal pelo litro de combustível e, nessa barganha, se livrar dele (o posto atuava como uma espécie de factoring disfarçada e bem cara). Experimente, hoje em dia, passar um cheque a um taxista mais exaltado - você vai ver o lado negro da força...
Como o uso dos cheques está minguando, o assalto certamente vai vir pelo cartão de saque, mas já estou preparado. Não uso mais cartão de saque, na verdade estou encerrando relações com meu banco. Comprei um colchão Castor com gavetinha estofada, discretamente instalada abaixo da cama “Box”. Quero ver se o governo vai mandar a Castor, a Ortobom ou a Probel colocar um chip rastreador e a prova de naftalina para xeretar meus trocados.
fonte: Wikipédia 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

É preciso humanizar o Marketing...como assim?

Essa vai pra quem respira ambiente corporativo, trabalhando “de sol a sol” (como se diz no sul) e tomando decisões minuto a minuto, quer sejam sobre estratégias, pessoas ou as duas coisas. E não estou falando só de alta gerência, pois temos muitas pessoas em níveis hierárquicos ditos “menores” com responsabilidades de gente grande – aliás, estas me preocupam ainda mais, pois normalmente são as que recebem menos atenção, menos coaching dos seus “lideres”.
Philip Kotler é um senhor de 80 anos que pode se gabar de ter inventado o Marketing tal qual a gente conhece – marketing pessoal e marketing social são invenções dele, para dar apenas dois exemplos. Dá aulas na Kellogg Scholl of Management (EUA), escreveu pilhas de livros sobre estratégia e influencia fortemente a condução de grandes empresas mundo afora. Mas como ele está sempre muitos passos a frente da realidade, ser discípulo de Mr. Kotler não é pra qualquer um. Ele defende 3 pilares que seriam a escala evolutiva do Marketing: O Marketing 1.0 – a empresa centrada no produto; O Marketing 2.0 a empresa orientada ao cliente; Por fim, o Marketing 3.0 – A empresa que compreende seus clientes e partilha com eles seus valores. Esse processo é o que classificaria uma organização de sustentável no longo prazo e, segundo Mr. Kotler, hoje apenas 5% das empresas no mundo atingiram o 3º patamar. Em palestra na Expomanagement 2010 (de 08 a 10 de novembro, 2010 - São Paulo/Brasil), Philip Kotler listou oito características das empresas (e suas marcas) mais admiradas no mundo:
Philip Kotler
Pai do Marketing há 60 anos

  • Alinham os interesses de todos os grupos de investidores.
  • Os salários de seus executivos são relativamente modestos.
  • Adotam uma política de “portas abertas” de acesso à alta gerência.
  • Os salários e benefícios são acima da média da categoria;
  • Contratam pessoas entusiasmadas por clientes, o treinamento destas é mais longo e a rotatividade é baixa.
  • Consideram os fornecedores parceiros legítimos, que colaboram para melhorar a produtividade, qualidade e para reduzir os custos.
  • Acreditam que a cultura corporativa é seu maior ativo e sua principal fonte é a vantagem competitiva.
  • Seus custos de Marketing são muito menores que os de outras empresas do setor e, ao mesmo tempo, a satisfação e a retenção de clientes são muito maiores.
Lendo com atenção a lista, dá pra ver que boa parte destas boas práticas diz respeito a um balance entre pessoas+negócios. Não é pra menos que a defesa de Mr. Kotler tem sido a de "humanizar o marketing para diferenciar as empresas e suas marcas" (se Marketing envolve justamente a relação das pessoas com os produtos, tem algo de paradoxo nessa busca). Mas não vemos muita atitude rumo a esse balance na agenda dos Executivos de muitas empresas – falo de agenda do dia mesmo, não apenas intenção. Quer um exemplo simples? Reflita por três minutos sobre como funciona o RH da sua empresa – está mais para Departamento de Desenvolvimento de Pessoas ou para um “DÊPÊZÃO" focado em recrutamento, solução de contendas trabalhistas/gestão de folha de pagamentos? É a isso que me refiro quando afirmo que Mr. Kotler está sempre muitos passos a frente da realidade, o que é uma pena. Bom pra Mr. Kotler (vai ter sempre trabalho garantido pra ele e para várias gerações), nem tanto pra quem acredita realmente que Marketing é coisa de humanos para humanos.
fonte: HSM Online 

domingo, 7 de novembro de 2010

Biossimilares - próxima aposta no mercado farmacêutico

Remédios biotecnológicos são 1/5 do mercado de medicamentos no mundo e à medida que as patentes de produtos convencionais vão expirando, o investimento das empresas na produção de genéricos desse segmento fará esse mercado crescer ainda mais. Um exemplo? Pfizer fechou acordo com a Indiana Biocon para a produção e venda de insulina – Biocon produz e Pfizer vende. Mais gente prepara fortes acordos nesse sentido.
Entrar no mercado de Biossimilares parece ser o caminho natural no curso de empresas do segmento farmacêutico. Apesar da complexidade que envolve a produção destes medicamentos, as empresas de genéricos tem cada vez mais acesso à tecnologia de ponta. Permanece o desafio frente às agências reguladoras e ao médicos, uma vez que eventuais diferenças entre o original e a cópia podem significar risco para o paciente - neste caso, a vantagem natural é das empresas farmacêuticas tradicionais.
Apesar de muita gente meter o olho nesse mercado, a barreira de entrada vai ficar por conta das empresas já estabelecidas. Desta forma, poucas vão ser as eleitas, provavelmente mediante parcerias estratégicas (exemplo da Pfizer) – isso evita enorme desgaste com brigas judiciais e ninguém sairia ganhando muito com isso.
fonte: The Economist

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Entre bolinhas de papel e fita crepe

Se você não está seguindo detalhes da campanha pelo segundo turno das eleições majoritárias no Brasil, não se preocupe. Os detalhes vão te seguir de qualquer forma e, o que é uma pena, os piores detalhes. O vazio oco de Dona Dilma versus a falta de cintura do Serra já não são suficientes para alimentar essa “não campanha” pelos “não projetos” que vão “não conduzir” o Brasil. SBT e TV GlOBO travam picuinhas públicas, bem alcoviteiras, uma jogando bolinhas de papel ao que outra responde com bobinas de fita crepe – feio, muito feio. O Presidente da República morde a isca, Serra valoriza, Dona Dilma, pra variar, não diz quase nada. Até o Ricardo Molina foi chamado, perito figura carimbada, famoso por descobrir mistérios escondidos em gravações e pistas sobre a morte dos Mamonas, do PC Farias, do Prefeito Cesar Daniel. Tô sentindo falta de uma pesquisa IBOPE mostrando quantos por cento do eleitorado acredita que foi bolinha ou bobina, por mesorregião.
Prometi que não ia falar de eleições, porque elas passam e o blog continua, mas não me segurei, isso tudo é constrangedor ou engraçado, não escolhi ainda - talvez os dois. Capa do “The Economist” - “Elections in Brazil - Paper Balls or Masking Tape?”. Se ainda não saiu, está em tempo. Ok, Dia 31 de outubro de 2010, o Brasil vai afinal escolher se ficamos com a fita crepe ou a bolinha de papel, vida que segue. 

domingo, 17 de outubro de 2010

Sobre Homens e Médicos

Meu trabalho sempre foi ligado à rotina médica. Tudo que fiz e faço tem sempre um profissional médico envolvido, diariamente. Aprendi a entender esse mundo, as mudanças, as crises, as expectativas, os conflitos. Como tudo que é profissão, na medicina existe o paraíso e o perverso, até aqui nada de novo. Fiz muitos amigos, profissionais médicos que ultrapassam em muito o sentido do próprio legado – seres muito humanos vestidos de médicos geniais. Com eles, aprendi muito (e continuo aprendendo) sobre suas práticas e sobre gente. Um exemplo? “Não faça nada com raiva. Na raiva, tomamos sempre as piores decisões.” – simples demais? Pense em quantas decisões tomou apenas por raiva (grato, Dr. Antonio Katsumi Kay pelo dia em que me passou essa lição). Outro exemplo? Num dos momentos de impasse na vida, recebi uma mensagem chamada “Encerrando Ciclos” a qual nunca esqueci e repassei a outros amigos pra que lessem (Dr. Geraldo Santana, sou grato até hoje por esse presente, tantos anos depois).
Dr. Antônio Issa, Dr. Marco Arthur Furlanetto, Dr. Sérgio Ribeiro, Dr. Luiz Carlos Adas, Dr. Mauro Knoll, Dr. Alfreli Arruda do Amaral, Dra. Tsukyo Kamoi, Dr. Levimar Araújo, Dra. Lígia Colucci, Dr. Flavio Quilici,Dr. Carlos Chone, Dr. Francis Gutierrez, Dr. Lee, Dr. Calixto, Dr. Carlos Eduardo, Dr. Aderbal...em vinte anos,  a lista é bem maior, não quero ser injusto. Grandes profissionais os quais admiro por excederem a profissão. Grey's Anatomy, House, E.R. geram fascínio e até divertem mas o dia a dia do médico é bem diferente. A eles e a você, profissional médico, desejo saúde e sucesso sempre, não só no 18 de outubro.

domingo, 10 de outubro de 2010

Tiririca & The Young Turks

The Young Turks. Isso diz alguma coisa? Pois pra mim, até ontem não dizia. The Young Turks é um famoso talk show americano transmitido via web, também pelo Youtube e pelo Sirius Satelite Radio (um modelo muito parecido com TV a Cabo, só que por rádio). Os vídeos são disponibilizados diariamente, como se fossem um podcast (ou videocast, no caso) e trazem entrevistas engraçadas falando de política, cultura, gente, moda, enfim de tudo um pouco. Mas de 18 milhões de pessoas acompanham o programa (e a gente acha que já conhece tudo por esse mundo).
Pois semana passada, o "TYT" veiculou um bloco especial sobre a eleição do palhaço Tiririca no Brasil. Isso mesmo. Marina Orlova, celebridade nacional na web, e Cenk Uygur, famoso comentarista de New Jersey, declaram ser fãs do Tiririca. Tirando qualquer conotação, foi a análise mais espontânea e realista que já ouvi sobre o assunto - mais próximo da vida real, o que mostra que desencanto com a forma de se fazer política num país há muito não tem sido um privilégio nosso, não mesmo. Vale à pena.

fontes: Youtube, TYT website & Wikipedia.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bola de Cristal - Por Joelmir Beting

"Lembra-se do fim do mundo, lá na crise de 2008? Pois o relatório anual do FMI, divulgado nesta quarta-feira para a assembleia geral do fim de semana, projeta para a economia mundial, neste ano, expansão de 4,8%.Exatamente o torque de antes da crise. E o próprio FMI, no ano passado, também no relatório anual, havia projetado recessão global até 2012. 

Isso não é mais erro de previsão, é uma catástrofe. Até porque todo cenário pessimista é sempre levado a sério - "É isso mesmo". 
Cenário otimista, a bordo de reversão comprovada,é levado de nariz torcido, do tipo: "Só pode ser voo de galinha", e com a advertência: cuidado com o excesso de otimismo. Pois eu nunca vi, li ou ouvi alguém alertar: cuidado com o excesso de pessimismo. Não é surreal?" Blog Joelmir Beting - comentário na íntegra

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Hora de Virar a página 2

Ir ao começo de tudo, inventariar, buscar razões escondidas e renovar perspectivas. Esse vídeo é sobre isso - Return to Innocence. Saúde ao retorno!

fonte: Youtube