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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O mundo "entre aspas" 25 - Antônio Aleixo


Há tantos burros mandando 
 em homens de inteligência, 
 que às vezes fico pensando, 
 se a burrice não será uma ciência. 
 - '' António Aleixo'' 


Antônio Aleixo foi um poeta português do início do século vinte, respeitadíssimo. A foto ao lado é de uma estatua em sua homenagem, na cidade de Loulé (pequena cidade ao sul de Portugual, na região do Algarve. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Rápidas de Humor Intrépido

Um sofá de acabamento bastante "orgânico" e alinhado com a tendência politicamente correta de "salvem o planeta". Mas se preferir um argumento menos nobre pra aquisição: ideal para sogras. O dia da sogra já passou (28 de abril), por isso é possível comprá-lo nessa época a preço de ocasião. Antes que você pergunte, não tenho nada contra a minha sogra, muito pelo contrário, é um doce de pessoa. Por isso não encomendei o meu ainda. Mas como eu ia perder a piada????

foto contribuição do nosso "espirrador" João Antônio

sábado, 23 de julho de 2011

Rio pra não chorar

Bueiro na Rua Visconde do Pirajá
Nem o terrorismo entenderia
Bombástica revelação: existiu de fato um plano da Al Qaeda pra um atentado no Brasil. Mais especificamente no Rio de Janeiro. Mas descobriu-se também que o plano foi logo abortado. Chegaram à conclusão que um atentado no Rio de Janeiro daria muito trabalho pra pouco impacto e ainda daria um trabalhão extra reivindicar a autoria – a imprensa iria culpar o tempo todo a CEG ou a Light.

Ok, pode ser que exista uma célula da rede terrorista instalada debaixo do solo carioca. Pode até ser e, se for por esse caminho, dá pra ir mais longe: Pode ter gente deles infiltrada nas prefeituras das cidades vitimadas pelo ocaso dos temporais na Serra do Rio de Janeiro. Seria um plano perfeito: ao invés de jogar bomba, deixa que a natureza suje as mãos (é fácil responsabilizar Alah)  "e nós roubamos o dinheiro pra recuperação das áreas atingidas. Ficamos com aquela merreca dos dez milhões e os infiéis morrem de todo o jeito". Impecável e perverso, tal qual as tais escolas de pilotagem de aviões nos Estados Unidos - vários Al Qaeda estariam vivendo na Serra do Rio. Uma parte fez concurso para as prefeituras, virou funcionário público de carreira. Outra parte se instalou na política local, pra dar as cartas e preparar o terreno pro "juízo final". Todo mundo em seus postos, era só esperar o dia dos desabamentos. Como as áreas de risco não eram segredo pra ninguém, não precisou esperar muito.  


O Carioca não tem outra saída senão rir de si mesmo. Há pouco começaram a aparecer adesivos sarcásticos nas tampas de alguns bueiros. Uma forma criativa e bem humorada de encarar a triste realidade: o passivo do Rio é enorme e todo dia depõe contra os cariocas. A conclusão é simples. Deixou a porta de casa, é cada um por si e ninguém por todos. Uma miséria humana difícil de entender e de engolir. O imprevisível é sempre o prato do dia. Nem o terrorismo ousaria afrontar um concorrente o qual não conseguiria entender.
fonte: O Estado de São Paulo  

terça-feira, 19 de julho de 2011

Vovó, turbulências e o Zorro brasileiro

Minha vó e eu nunca discordamos. Lembro de uma única vez em que me fuzilou com os olhos; encasquetei de dizer que o Zorro brasileiro era o Rubens De Falco. Veio um sonoro protesto: “- Nada a ver, credo meu filho!”, como se fosse uma heresia. E insisti no erro: “- Claro vó, vê se não é a pose do Guy Williams do tempo dos bondes...”. Bastou pra fechar a cara e o tempo. Tinha mexido na única hóstia sagrada daquela casa: falar do Rubens De Falco, a lenda da TV e do teatro. Pensava nisso e acho que pensei meio alto. Quando dei por mim, era ele meu opositor de poltrona na fila 23 daquele voo, a última poltrona. O Senhor De Falco me observava. Mas tinha algo errado. Era ele, mas não era exatamente ele. Rosto fechado, sombrio, me fez um gentil aceno de cabeça, mas não soava natural, suava. Isso mesmo. “Medo de avião”. E de novo acho que pensei alto. Ele me olhou e respondeu meio sem graça:

- Tenho sim. Ainda sou do tempo em que se pensava que se homem fosse pra voar, teria asas.
Retribui pra relaxar: - Mas na sua profissão o Senhor deve voar muito, não?
- Verdade, mas evito sempre que possível. Esses vôos de Porto Alegre pro Rio de Janeiro são angustiantes, principalmente os da noite. Já recusei alguns trabalhos por não achar que era um bom dia pra voar.

Cheguei a abrir a boca pra dizer "minha vó é sua fã", mas parei. Ator famoso é cheio de melindres, podia soar como ofensa. Nisso, a aeromoça tropeçou, soou o alerta de três toques (turbulência forte) e o avião estremeceu brutalmente, e mais um solavanco no vácuo. Muita gente gritou e uma mão forte agarrou a minha. Era o Senhor De Falco de novo. Tentei acalmá-lo: “- Posso assegurar que hoje não será o seu dia, fique tranquilo.” Num gestou instintivo, respondeu: “- E muito menos, penso eu, que será o seu dia, tão pouco.”  Coisa estranha. Estava parecendo aqueles textos de novela de época mesmo, o diálogo não evoluía.
Rubens de Falco e Guy Williams...
também tínhamos o nosso Zorro

Passado o susto, pulsação normal e a rotina no avião também recomeça. Vi, aos poucos, o Senhor Leôncio ir apagando na poltrona, sereno como num capítulo de A Escrava Isaura. Não tinha nada de tão épico assim. Pousamos e na escada do avião, nos apertamos as mãos. Confirmei: “- Viu? Não era mesmo o seu dia.”, ao que ouvi um sorridente “- Nem o seu, meu caro, nem o seu” e sumiu apressado pelo saguão do Santos Dumont.  

No táxi, o visual da Baia da Guanabara ia rápido e resolvi ligar pra minha vó. “- Vó, adivinha com quem voei hoje? Com o Zorro brasileiro!” Qual o quê! Fechou o tempo no telefone.  

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

É "PRESIDENTE" Dilma. O resto são histórias de Cristina Kirchner

O dicionário Aurélio é a “Constituição” da Língua Portuguesa no Brasil. Claro que existem outros dicionários, mas o Aurélio é o mais querido e o que ele diz, tá dito.  Lá, temos que tanto faz PRESIDENTE ou PRESIDENTA, as duas formas estão corretas – mas a forma, digamos, mais simpática por aqui é PRESIDENTE - o agente não muda, o que muda é o artigo. Então saímos da discussão técnica e passamos pra lei que se sobrepõe a tudo – a dos usos e costumes. Pode até a “Presidenta” Dilma, assim como fez a argentina Cristina Kirchner em início de mandato, mandar voltar pra correção documentos que não estejam redigidos com a forma de tratamento escolhida por ela (aliás, que bela comparação...). Mas forçar a barra não é o caminho, no fim vai vingar o nome que ganhar as ruas e pronto, é o ouvido popular quem decide.
Segundo o professor Sérgio Nogueira, o brasileiro tem uma tendência natural ao uso da forma única PRESIDENTE. Nas empresas, se usa "GERENTA" e "CHEFA" como piada provocativa, devido ao tom pejorativo. Basta ouvir um "aí vem a CHEFA", o que você pensaria? Se for no Brasil, coisa boa não é. 
Então pra que forçar a amizade, não é PRESIDENTE DILMA? Vá e faça o que tem que ser feito nos próximos quatro anos, senão periga a Senhora, ou melhor dizendo, Vossa Excelência ouvir das ruas outros verbetes conhecidos do dicionário, bem diferentes...
fonte: ClicRBS, Professor Pasquale Neto & Professor Sérgio Nogueira (G1)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Dia a dia dos Deputados e Senadores custará mais caro

Nico  Nocolaiewsky e Hique Gomes
Deputados e Senadores pagam mais
Isso mesmo. Imagine que, ao chegar numa loja qualquer, padaria, açougue, bar ou cinema, em sabendo que o cliente ali postado se trata de um "nobre" deputado ou senador, o preço do produto seria automaticamente remarcado em mais 73% (deputado federal) e 61% (senadores) respectivamente.  Tudo bem que a grande maioria das despesas dessa gente são jogadas nas nossas contas, mas certamente eles compram coisas que eventualmente não são lançadas em relatórios de despesas parlamentares. E aí..."pow", metemos a mão nesses bolsões enormes cobrando mais por produtos e serviços. 
Pois em Porto Alegre (Rio Grande do Sul/Brasil), os "nobres" parlamentares que quiserem assistir à temporada de verão da peça de teatro Tangos & Tragédias (Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky), terão que pagar mais caro pelo ingresso - foi criada uma nova modalidade de ingresso especialmente para esse público "VIP". Além do preço normal e da meia entrada para estudantes e idosos, agora existe o acréscimo, sob medida para deputados e senadores. Verdadeiro ou zombeteiro, o aviso está na bilheteria do Teatro São Pedro. Simplesmente fantástico. Uma lorota bem contada, vira folclore e, quem sabe, realidade...apoio a idéia. Já assisti Tangos & Tragédias, ao longo dos últimos 25 anos, umas 9 vezes. E pretendo rever mais algumas, mesmo não estando mais no sul há muitos anos. Não dá pra perder a chance de reciclar o riso com o "milenar" teatro-humor refinado de primeira linha.
fonte: Jornal Zero Hora 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Rápidas de NATAL

Final de mais um ano. Lutas, transformações, expectativas, tropeços, algumas angústias (quem não as tem?), muito aprendizado, sempre. Mas, acima de tudo, a certeza de que fizemos o melhor e a satisfação de mais uma etapa cumprida. 
Deixo aqui um agradecimento muito especial às pessoas que passaram pelo blog, os mails recebidos, comentários, mensagens, contribuições das mais variadas - de textos a mensagens de motivação, recomendações, críticas. Desejo a todos também um Natal de muita luz e um 2011 energético e que nossa caminhada continue sempre veloz e firme. Obrigado a todos e que Papai Noel nos traga...Saúde! (by Daniel)
by Menphysto
by Diemer
by J. Bosco

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O Sudoku e as bactérias amestradas...(!?)

Sudoku. Ô joguinho esse – um quebra cabeça de mesa, de jornal (e digital, pois pode-se jogar na web, pra variar) baseado na disposição dos números seguindo uma determinada lógica. Mas se aquarianos não tem lógica (ou melhor, a nossa lógica é meio “torta”, pra simplificar), o que fazer? Quem pode querer resolver um Sudoku se toda pergunta sempre parece ter várias respostas, mesmo as mais simples e diretas? Num daqueles dias de mofar em aeroporto, comprei um Sudoku (o versão fácil) e um lápis borracha na banca do aeroporto de Brasília – li a regra básica: "cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9". Uma hora e meia, três páginas rabiscadas e um lápis borracha sem bunda após, pedi arrego me sentindo uma bactéria, achando menos estressante ficar olhando as alterações dos vôos dançando no quadro visor. Se encerrava ali minha iniciação a aprendiz de John Nash, de "Uma Mente Brilhante".
Taí um bom lugar para treinar bactérias no SUDOKU
Lembrei disso quando soube de um fato que, pra mim, foi a pá de cal na minha relação mal aparada com o Sudoku – dá pra programar bactérias pra jogar Sudoku...e elas ganham. Estudantes japoneses programaram cepas de Escherichia coli. Elas recebem informações genéticas únicas que "carregam" as regras do jogo e são capazes de transmitir essas regras para outras bactérias – no final, eles são capazes de definir cor e posicionamento, resolvendo o jogo. Coisa de maluco.
"Como o Sudoku tem regras simples, achamos que as bactérias talvez pudessem resolvê-lo para nós se desenvolvêssemos um padrão para elas seguirem", diz o coordenador do estudo Ryo Taniuchi.
Ok, que cada vez mais bactérias trabalhem para nós e não contra nós. Se você, um belo dia, estiver jogando o seu Sudoku e perceber que os quadrinhos meio que se preenchem sozinhos segundo um comportamento recorrente, cuidado - alguém na Universidade de Tóquio esqueceu de parar o processo após terminado o estudo. O Sudoku tem regras simples, bactérias são estruturas relativamente simples. Meu consolo é me achar complexo demais para pensar como uma bactéria. Ou não?
fonte: folha.com  e Wikipedia

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

CPMF - quero meu colchão


Tem gente falando seriamente no retorno da CPMF. Pra quem já está há muito tempo fora do Brasil ou nunca esteve por dentro, a sigla é o nome de um imposto criado basicamente para custeio da saúde e da previdência social no Brasil (e cujo foco, deturpado ao longo do tempo, fez o recurso migrar pra outras finalidades) – em suma, virou um achaque de 0,38% sobre operações financeiras, que entrou em vigor em 1997 e durou 10 anos - o famoso imposto sobre o cheque (direto no nosso bolso). Só um detalhe: deve fazer uns...três meses que eu não passo uma folha de cheque. Esses dias, perdi meu talão (aquilo que não se usa, atrofia). Consternado, fui ao banco e cancelei aquelas folhas, passei no caixa eletrônico e retirei outras avulsas – 2 reais por folha, sendo que só se retira um mínimo de 12, outro achaque. Ok, saí reclamando, mas resignado. Moral da história – uma semana depois, achei meu antigo talão (agora, inútil) em uma gaveta. E passadas mais outras 2 semanas, não tinha sequer usado uma folha das avulsas. Não se usa mais cheque. Antigamente, um taxista ainda trocava o seu cheque no posto de gasolina pagando mais que o preço normal pelo litro de combustível e, nessa barganha, se livrar dele (o posto atuava como uma espécie de factoring disfarçada e bem cara). Experimente, hoje em dia, passar um cheque a um taxista mais exaltado - você vai ver o lado negro da força...
Como o uso dos cheques está minguando, o assalto certamente vai vir pelo cartão de saque, mas já estou preparado. Não uso mais cartão de saque, na verdade estou encerrando relações com meu banco. Comprei um colchão Castor com gavetinha estofada, discretamente instalada abaixo da cama “Box”. Quero ver se o governo vai mandar a Castor, a Ortobom ou a Probel colocar um chip rastreador e a prova de naftalina para xeretar meus trocados.
fonte: Wikipédia 

domingo, 31 de outubro de 2010

Rápidas de Eleições no Brasil...segundo "infortúnio"

charge de Millôr Fernandes
O Brasil tem novo Presidente, ou melhor, Nova. Torço que dê certo, torço mesmo. Como não considero deixar o país (longe disso), seria insensatez torcer pelo inverso, burrice. Não podemos depor contra o patrimônio só porque picaram nossa bola. Mais de 29 milhões de pessoas deixaram de votar. Eu, por estar muito longe do meu domicílio, engrossei essa lista. 
Nessas alturas do campeonato, a alternância de poder que se dane, sejamos pragmáticos.  Quem sabe agora, o discurso aparece, a opinião prevalece e a nova Chefe de Estado finalmente diz o que pensa. Sem isso, ela já conquistou mais de 55 milhões, imagina quando resolver finalmente falar... Saúde à Dilma Rousseff.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Joe Penna - de "guitarrista desconhecido" a celebridade

Segue a máxima de que os insights mais criativos, mais originais surgem de coisas muito simples e permanecem simples. Os vídeos de Joe Penna (Mister Guitarman), um brasileiro há mais de 10 anos nos Estados Unidos, só reforçam a tese. Ele largou a medicina pra se dedicar a fazer vídeos caseiros e não parou mais – seus vídeos já foram vistos mais de 95 milhões de vezes no Youtube. Só “Guitar Impossible” (abaixo), que junta música e muita edição em vídeo, hoje tem mais de 10 milhões visualizações – em julho de 2010, foi eleito um dos 20 diretores revelação do Festival de Publicidade de Cannes e mais recentemente assinou contratos de produção de comerciais para marcas como Coca-Cola e McDonald’s. Tá cada vez mais difícil encontrar conteúdo criativo no Youtube, que valha 3 minutos de atenção. Ele merece. 

fonte: folha online, Revista Galileu  e Youtube

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Você sabe o que é "Mush Up"? Ouça Myjonus Brothers Cover Band (RS/Brasil)

Myjonus em ação
Eron Dalmolin - jornalista, locutor, ator, pai de um dos personagens mais conhecidos do rádio gaúcho: Papaéu, um Mister Bean tupiniquim, com sotaque de gringo que fala, pensa e ironiza sobre quase tudo (nRio Grande do Sul, gringo significa pessoa de forte descendência italiana, com sotaque carregado). Há uns dois meses atrás, conversando com o Eron, soube que ele também cantava.  Faz “Mush Up” com a banda Myjonus Brothers. "Mush Up" é o mesmo que utilizar duas ou mais músicas de terceiros e, como se fosse um “patchwork”, criar uma terceira música. O resultado é surpreendente, engraçado e sofisticado. Desse bate-papo com o Eron, surgiram algumas pérolas que divido com vocês:
SeES! - Quem é Eron Dalmolin? Um homem em busca do âmago do ser. Em busca do elo perdido.
SeES! - Como surgiu a idéia da banda? Quem começou tudo? A idéia foi minha. Há um amigo que diz que todo radialista é um músico frustrado. Pode ser, mas acho que no meu caso o que motivou foram as mulheres e o dinheiro. As mulheres porque não há nada como o “efeito palco”, com as bandas. Até os roadies se dão bem. Então a música virou minha terapia, inclusive sexual. Os outros estão nessa por dinheiro.
SeES! - De onde saem idéias tão sofisticadamente piradas e musicalmente provocantes? Para corrigir uma injustiça com a dita “música brega”, dos anos 70, que sempre foi relegada a segundo plano pela crítica. Afinal, o que é MPB? Odair José era brega e Ivete Sangalo é chique? O que piorou? A música ou o gosto da classe média? Nossa vingança é transformar pérolas “bregas” em rock n’roll visceral, para revelar sua essência.
SeES! - Quem é a usina de criação e como é o processo de criação? Como sou um cantor limitado, escolho as músicas que consigo cantar (e decorar as letras) e passo a idéia de banda e/ou música clássica do rock que gostaria de fazer a mistura. O Diasper (guitarrista) estuda o caso e faz a adaptação e a gente ensaia ao violão. Depois a banda se reúne em estúdio e cria as convenções.
SeES! - Por quais motivos as pessoas contratam o Myjonus? Pra dar risada.
SeES! - O que cada um da banda faz  da vida além de “myjonear”? O Diasper Lucho vive da música. É professor de cordas na Escola Thalentos, em Porto Alegre.  Paulo Inchauspe é radialista, locutor da Rádio Pop Rock, de Canoas. Pancho e eu também somos radialistas, da Rádio Ipanema, de Porto Alegre.
SeES! - Em que lugar você sonha cantar com o Mijonus?? Num navio da Royal Caribbean.
SeES! - Qual foi o evento mais improvável onde o Mijonus já se apresentou? Num piquete da Expointer, feira agropastoril em Esteio/RS. Os gaúchos trajados à rigor ficaram apavorados.
SeES! - Pra quem você jamais se apresentaria (nem pagando muito) e porque? No carnaval baiano. Porque não pagariam muito.
SeES! - Pra contratar o Mijonius, vocês tocam em qualquer paragem ou tem limite de território? Tudo se ajeita.
No Youtube, o Myjonus mostra algumas das performances, como esta. Se Espirrar, Saúde, Eron!