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sábado, 31 de março de 2012

Relaxe e dance - Mr. Joe Satriani

Conforme prometido aos leitores do blog, vamos trazer clips de Joe Satriani por aqui. Apesar de Joe ter clássicos sucessos conhecidos, pouca gente associa o cara à música. Essa música, por exemplo, é super conhecida no Brasil. Já esteve no Brasil por diversas vezes, uma delas no Programa do Jô (clique aqui).

Ideal pra quando se precisa desvia a atenção por uns minutos de um trabalho estressante. Ponha os fones, afrouxe a gravata e se dê 5 minutos de direito. Summer Song. Com vocês, Mr. Joe Satriani.

domingo, 21 de agosto de 2011

Joe Satriani no "Programa do Jô" em 2000

Joe Satriani e Jô Soares
Uma noite dessas e o sono tinha acabado bem antes da hora, na melhor parte do sonho. Fui passear no Youtube e, antes que desse por perdido o meu final de noite, achei um Programa do Jô de 2000 – uma entrevista divertida com Joe Satriani. Depois dessa ocasião, ele já esteve no Brasil em 2008, fazendo shows nas mesmas cidades – tive o prazer de vê-lo tocar no Credicard Hall, em São Paulo, só que com um atraso de oito anos. Não sei onde eu estava com a cabeça em 2000, mas gostaria de ter ido a esses shows também. Para os amantes de guitarra e dum bom blues, vale o registro dessa entrevista em três partes. O som é ruizinho, mas dá pra curtir.
parte1

parte 2

parte 3


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Joe Satriani - "I just wanna Rock"

Joe Satriani, pra quem não conhece, foi um dos caras responsáveis por pôr a guitarra na mesa de muitas pessoas leigas sobre o instrumento. Deu harmonia pop à guitarra, sem tirar dela a agressividade do Rock. Em 2008, tive o privilégio de assistir a um show do Joe no Credicard Hall - 4.500 pessoas entoavam os principais "hiffs" de guitarra como se fossem refrões enquanto ele literalmente regia aquele monte de gente, impressionante. Depois de Joe Satriani, guitarra passou a ser não só para ouvir ou assistir, mas pra "cantar" também.
Um dia, num lindo final de tarde carioca, quente pra variar, eu e meu amigo Mário França atravessávamos a ponte Rio-Niterói para um reunião de trabalho. O Kadett prata emanava som por todos os lados, puro peso. E estávamos atrasados pra reunião, nada mais Rock'n Roll. Mário sacou o CD "The Extremist" e me desafiou: " - Ouça isso e você nunca mais vai esquecer o que é o verdadeiro espírito do Rock'n Roll - Joe Satriani". Mário, já tinha comentado e sempre vou repetir isso aqui no blog: sou e sempre serei grato a você por aqueles minutos de Rock sobre a ponte.
Joe Satriani lança em outubro nos EUA seu novo CD chamado "Black Swans and Wormhole Wizards", mas já podemos ouvir a principal música do CD aqui mesmo, veja abaixo e aproveite! Esse é Joe Satriani - boa semana (e não esqueça de votar no Top Blog!).

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Novo Kindle - mais ágil, mais leve, mais barato

15% mais leve, 21% menor, carregamento do display 20% mais rápido (e outras melhorias significativas em suas funcionalidades), podendo ser adquirido por até 140 dólares (a versão 3G sai por 189 dólares) – esse é o novo Kindle. No dia 28, Amazon lançou a nova versão do seu livro digital. Há algumas semanas, o Kindle custava quase o dobro do que está sendo cobrado agora e pelo novo valor, se iguala aos seus concorrentes, como o Nook, da Barns & Nobles. Um das vantagens do novo Kindle é a memória, 2 vezes maior que a da versão anterior, podendo armazenar 3.500 livros.
Para o Brasil, o Kindle ainda é salgado, chega aqui por 550 dólares com impostos. Mas já existe jurisprudência para pleitear uma redução. O advogado Marcel Leonardi (São Paulo) conseguiu que a Justiça Federal autorizasse a compra do seu Kindle livre de impostos, o que derrubou o preço para 450 dólares. A ação foi suportada no artigo Constitucional que proíbe a taxação de livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão. Segundo Leonardi, o Kindle é apenas um veículo, tendo à mesma função do papel.
O site da Amazon já está aceitando pedidos desde o dia 22 de julho e começa a fazer as entregas do novo gadget a partir de 27 de agosto.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Lí nas férias II - "Nem Vem Que Nâo Tem" - A Vida e o Veneno de Wilson Simonal

Simonal era negro, rico, muito famoso e petulante (não necessariamente nesta mesma ordem). Ok, nenhuma destas peculiares características credencia um mito da música ao ostracismo cultural dentro de seu próprio país por 30, 40 anos a fio. Ele morreu de desgosto. Se meteu numa confusão da qual hoje a história o redime (se eu contar, estrago a espectativa sobre o livro) - mas não conseguiu limpar seu nome em vida e subir um degrau sequer no pódio da história da MPB. Somente nos últimos 2 anos seus filhos Max de Castro e Wison Simoninha conseguiram realizar o desejo do pai (morto de cirrose em 2000): ver relançado seu catálogo de discos em versão remasterizada, com direito a um DVD (Ninguém Sabe o Duro Que Eu Dei – direção do Casseta Cláudio Manuel) luxuosíssimo, contando a movimentada vida de Wilson Simonal do sucesso ao quase anonimato em 10 anos.
O Livro "Nem Vem Que Nâo Tem - A Vida e o Veneno de Wilson Simonal "é o DVD em ricos detalhes. Simonal influenciou e influencia muita gente boa até hoje. Era considerado o Frank Sinatra brasileiro, rei do balanço, chegou a rivalizar com Roberto Carlos (mas enfim só poderia existir um rei no Reino de Avilan). Junto com Jorge Bem e Tim Maia, por exemplo, revolucionou a música com seu estilo “Show Man” gaiato e pretensioso. Naquela época, “o must” da TV e do "showbiz" no Brasil eram os programas de auditório e os festivais, além das apresentações em boates. Super shows em estádios ou ginásios não eram comuns como hoje. Ele traçava tudo – tinha o público na mão, como na famosa apresentação do Maracanazinho, abrindo (e literalmente engolindo) o show do estelar Sérgio Mendes, - “regeu” um côro de 30 mil vozes cantando “Sá Marina (Antônio Adolfo / Tibério Gaspar)” na base do “Agora só os 15 mil da direita! Agora só os 15 mil da direita!”. Não houve outro como Simonal. As gerações atuais já estão vendo isso e as do futuro verão ainda mais a falta que ele faz. Para comprar o livro: Saraiva bookstore

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pfizer - estratégia para reduzir impacto da perda de patentes é comprar empresas

Comprar empresas, principalmente em países como China, Rússia, Turquia e Brasil para crescer nos mercados emergentes. Essa é a estratégia da Pfizer para compensar o fim da patente de medicamentos fundamentais para os seus resultados. Além da patente do Viagra, a empresa vai perder em dezembro de 2010 os direitos de exclusividade sobre o Lipitor, um dos mais populares remédios contra o colesterol alto. O Lipitor sozinho registra US$ 12 bilhões em vendas, o equivalente a 25% do faturamento global da Pfizer, que foi de US$ 48 bilhões em 2008.
Para reduzir a dependência de alguns produtos e aliviar o baque sobre os resultados, a Pfizer comprou em janeiro de 2009 o laboratório americano Wyeth, por US$ 68 bilhões. No Brasil, avaliou a aquisição da Neo Química, laboratório de capital nacional, com sede em Goiás, especializado em genéricos e similares.
Com a compra, abriria uma porta para ela mesma entrar no mercado de genéricos e lançar versões do Lipitor e do Viagra. O negócio, no entanto, foi fechado pela Hypermarcas. Segundo Adilson Montaneira, diretor de Negócios da Pfizer no Brasil, a empresa também pretende fortalecer a divulgação de suas marcas, mesmo após o vencimento das patentes. “Apesar de a Pfizer ser uma empresa de inovação em medicamentos, seu portfólio de produtos maduros é vasto”, diz Montaneira. “Aproximadamente 35% das vendas da Pfizer no Brasil são de produtos maduros, já estabelecidos.”
iG: Qual será a estratégia da Pfizer para lidar com o fim da patente de Viagra?
Montaneira: O vencimento da patente de qualquer medicamento sempre afeta, em maior ou menor grau, a indústria. É um processo natural do negócio farmacêutico, bem como de outros setores, e a Pfizer se planeja para isso. Para minimizar os impactos, investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos, firmamos parcerias e fazemos aquisições. A compra da Wyeth sinaliza uma das estratégias da companhia, que pretende ser a maior empresa biofarmacêutica do mundo. Por outro lado, o vencimento de uma patente também gera oportunidades. O Viagra é a marca do segmento de disfunção erétil. Seu valor é incalculável. Nosso objetivo será defender essa marca junto aos médicos, pacientes e canais de comercialização. Acreditamos que Viagra continuará no mercado convivendo com genéricos e similares. Outra forma de lidar com o impacto da perda de patente é crescer no segmento de produtos maduros ou estabelecidos. Apesar de a Pfizer ser uma empresa de inovação em medicamentos, seu portfólio de produtos maduros é vasto. Estamos falando de medicamentos já consagrados. Só para se ter uma idéia, aproximadamente 35% das vendas da Pfizer no Brasil são de produtos maduros, já estabelecidos. Assim, somado os produtos inovadores e a linha de produtos maduros, seguiremos convivendo de forma saudável com a perda de patentes.
iG: Parcerias, aquisições estão nos objetivos da empresa?
Montaneira: Parte da estratégia de crescimento da Pfizer é investir em mercados emergentes. Sete países foram selecionados como prioridade nos próximos anos, entre eles o Brasil. Estima-se que o mercado brasileiro nos próximos quatro anos apresentará crescimento de 10% ao ano no mercado farmacêutico. Neste contexto, a empresa se valerá de todos os mecanismos e alternativas para atingir essa meta.
iG: Existe liminar para extensão do prazo da patente de Viagra? Como anda esse processo?
Montaneira: Em primeiro lugar é preciso esclarecer que a Pfizer não tem nenhum pedido de extensão de patente de Viagra. Houve um pedido de correção no prazo da patente do medicamento, porque a data estipulada no Brasil para o vencimento difere da contagem que a Pfizer entende como correta. A Pfizer entrou com uma ação judicial para corrigir a data da vigência da patente de Viagra de 2010 para 2011. A situação atual é: a Pfizer tem uma decisão judicial favorável à correção do prazo, tal como solicitado para a Justiça, e este processo está tramitando normalmente no Poder Judiciário.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Amil compra controle da Medial por R$ 612 milhões

A operadora de planos de saúde Amil comprou uma de suas maiores concorrentes, a Medial. A empresa anunciou a aquisição de 36,22 milhões de ações ordinárias (com direito a voto), o que corresponde a quase 52% do capital total. Pelos papéis, a Amil, vai pagar 612,5 milhões de reais, ou 17,2066 reais por ação. Isso representa um prêmio de 17% em relação à cotação dos papéis no fechamento da bolsa nesta quarta-feira (14,70 reais). Os papéis tiveram forte procura no início do pregão desta quinta e abriram negociados a 16,60 reais, em alta de 12,93%. Já as ações ordinárias da Amil subiam 9,15%, para 13 reais. A operação consolida a posição de liderança da Amil no mercado brasileiro de planos de saúde. Com o negócio, a fatia de mercado da Amil. no Estado de São Paulo, o mais rico do país, quase dobra, dos atuais 7,9% para 15,1%. Em todo o Brasil, a fatia salta de 6,2% para 10,1%, atingindo 4,2 milhões de beneficiários em saúde e outros 986 mil em planos dentais. Há vários meses o mercado especulava sobre a aquisição da Medial pela Amil. No ano passado, EXAME antecipou que as duas empresas negociavam uma fusão.

A Medial sempre negou a existência das conversas, mas em outubro os rumores voltaram a circular devido à saída de Emílio Carazzai da presidência da empresa. Sua substituição pelo executivo Henning Von Koss foi interpretada no mercado como um sinal de que a Medial poderia ser alvo de aquisição. Como a Medial faz parte do Novo Mercado da BM&FBovespa, os minoritários terão direito de vender suas ações à Amil nas mesmas condições oferecidas aos controladores (R$ 17,2066 por papel). A empresa já informou que fará a oferta pública para a recompra de todos os papéis da Medial, que, se bem-sucedida, levará a sua saída da Bovespa. O negócio ainda precisará ser aprovado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regulamenta o setor de planos de saúde no Brasil. Além disso, terá de ter o aval dos órgãos de defesa da concorrência brasileiros. (Agência Reuters - Portal Exame 19/11/2009).

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ditrito 9 – Extraterrestres e “Apartheid” sob uma perspectiva realista

Vale ir ao cinema e os R$ 15,00 do ingresso. Nas primeiras cenas já se vê o total descompromisso com a batida estrutura de filmes sobre ETs macabros, cataclismas, previsões conspiratórias e cientistas ou policiais tentando fazer contato ou descobrir fraquezas que eliminem os invasores – sempre em Los Angeles ou em New York (a cidade que nunca dorme e que os Extraterrestres adoram invadir). Não tem nada disso – pra começar, o filme é rodado em Johannesburg, África do Sul. Os “Camarões” (como os extraterrestres são pejorativamente chamados pela população local) chegaram numa nave que encalhou sobre a cidade. Fracos, famintos e sem poder voltar pra casa, agrupam-se por 20 anos num gueto chamado “Ditrito 9” imediatamente abaixo da nave estacionada. Nessas condições, a favelização dos ETs refugiados, é inevitável. Pra complicar, interagem com imigrantes clandestinos locais, fugitivos de guerras tribais em países vizinhos à África do Sul. O governo contrata uma empresa fabricante de armas (mais interessada em entender e confiscar a tecnologia bélica dos “Camarões”) para ser um “tutor”, na tentativa de garantir-lhes mínima condição social. E paro por aqui, senão acabo contando o filme.
O clima de “apartheid” é o pano de fundo da história, muito embora esteja longe de ser um filme panfletário. "Ditrito 9" impressiona pela riqueza de detalhes e pelo formato filme-documentário, não é à toa que o filme se pagou em 3 dias de exibição nos Estados Unidos. Não tem compensado muito sair de casa pra ver a mesmice de Hollywood - esse filme foi uma agradável surpresa. O diretor Neill Blomkamp declarou dia desses à imprensa que vai ter parte II, mas apenas quando encontrar um argumento que justifique outro filme – ponto pra ele. Nessa linha, "9 District II" terá tudo pra ser tão bom ou melhor que o primeiro.

9 District – produção EUA / Nova Zelândia - ano: 2009 - diretor: Neill Blomkamp
(fontes: site Omelete/ "9 district" official website/ IMdb website)

domingo, 1 de novembro de 2009

Astellas Pharma - laboratório farmacêutico japonês chega ao Brasil

Está chegando ao Brasil o laboratório Astellas, segunda maior companhia farmacêutica no Japão e um dos 25 maiores laboratórios no mundo. Com mais de 14.000 funcionários, a Astellas hoje atua em 52 países/regiões ao redor do mundo, incluindo Europa, América do Norte e Ásia. A chegada ao Brasil consolida o modelo de expansão da companhia japonesa nos mercados pertencentes às BRIC (dos quais fazem parte China, Índia e Rússia). Sob o comando de Devaney Baccarin, presidente da Astellas Farma Brasil e vice-presidente do grupo, foram contratados três executivos: Alexandre Gibim (ex- diretor de Vendas da Região Intercontinental da Eli Lilly em Indianápolis, EUA) como diretor de Vendas e Marketing, José Machado Moura Júnior (ex-Eli Lilly, Parke-Davis do Brasil e Novo Nordisk Farmacêutica) como diretor da Divisão Médica e José Pedro Meirelles (ex-Lundbeck e Allergan) vai dirigir o Financeiro. Está prevista a contratação de outros 60 profissionais brasileiros até o final do ano.

"Estou muito feliz por me unir à Astellas em um momento tão empolgante", disse Devaney Baccarin, vice-presidente e diretor-geral da Astellas Farma Brasil. "Estou ansioso para ajudar a consolidar o progresso que já foi feito até agora e para promover e aperfeiçoar a presença da Astellas no mercado brasileiro".

Segundo Devaney, os primeiros lançamentos da Astellas Farma no Brasil serão os produtos Omnic® e o Omnic OCAS" (usado em homens para o tratamento de queixas do trato urinário inferior associadas ao aumento da glândula prostática (hiperplasia benigna da próstata).
fonte: UOL Canal Executivo/ blog Tendências - 31/10/09).

sábado, 17 de outubro de 2009

Leitura sob nova Perspectiva - do Papel ao KINDLE


Esta semana a Amazon Books do Jeff Bezos (aquele carequinha com olhar angelical e jeito de primo pidão) trás pro Brasil o KINDLE, um leitor eletrônico. Por 1000 reais, você baixa mais de 200.000 títulos de livros em inglês direto do site da Amazon, via conexão wireless comum. Quando lí isso na Veja (14/10/09), bateu a nostalgia. Fui perguntar pro “Seu Google” quais as chances de o livro começar a morrer e me deparei com um pensamento do colunista-colaborador do jornal Gazeta do Sul (Santa Cruz do Sul/RS), Juarez José Cognato, que deu o que pensar. Segundo ele, “os livros ficarão muito bem, pois não são apenas a informação que eles contém”. Sabedoria dos anos, moço. E diz mais: “O danado é portátil, caro de piratear, dura uma barbaridade e não se perde informação com bugs e paus de arquivos”.

Eu concordo com o Juarez. Pedro Herz, dono da rede Livraria Cultura, diz que tem clientes que não trocariam o cheiro de um bom livro de papel por nenhum leitor eletrônico - faz todo o sentido. Se pensarmos em termos de Brasil, o próprio hábito de ler alguma coisa ainda é um desafio por aqui. Segundo pesquisa do Instituto Pró-Livro (Folha On Line 16/03/2007), O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano, menos da metade do que se lê nos EUA ou na Europa. Em uma pesquisa recente sobre hábitos de leitura, os brasileiros ficaram em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro. Los hermanos argentinos ficaram em 18º. Esse desinteresse, segundo Marino Lobello - da Câmara Brasileira do Livro (CBL), tem razões culturais. Um passado histórico de escravidão dificultou o acesso ao ensino e à cultura. O rádio chegou antes por aqui com força nos anos 30 e as bibliotecas ainda penavam para decolar. Até hoje ainda não são o “must” (pergunte a um jovem de 14 anos se gostaria de visitar uma biblioteca como programa de final de semana - vai ouvir uns grunhidos). Mas é líquido e certo, vai ter espaço pra todos. Quem sabe não temos aí um empurrão no gosto pela leitura por parte do brasileiro? E também na busca de melhor qualidade do que é impresso, porque não? Capas mais atraentes, papel de melhor qualidade e menos poluente e, o que já se faz em publicidade, tentar que o consumidor tenha outras sensações (cheiro, gosto, etc..). Inovar é sempre o desafio, até pro Livro. Mas 1000 pratas pelo KINDLE ainda tá beeem salgadinho...