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domingo, 17 de agosto de 2014

Com a palavra Mr. Bill Gates

Bill Gates tem um patrimônio líquido estimado em 80 bilhões de dólares, valor maior do que o PIB de vários pequenos países, como por exemplo a Croácia. Sua vida é uma inspiração para empreendedores ao redor do mundo, e seu senso de justiça social é contagiante. Através da Fundação Bill e Melinda Gates, que criou em 1997 juntamente com sua esposa, investe anualmente cerca de 4 bilhões de dólares em inúmeros projetos sociais e áreas necessitadas.

O Business Insider fez uma lista com 21 citações de Bill Gates, dentre as quais elencamos 10 para inspirar você a buscar seu lugar ao sol. Confira:

Sobre o sucesso da Microsoft
"A maioria dos nossos concorrentes investiam em um só produto… Eles criavam esse único produto, mas nunca se aprofundavam na engenharia envolvida. Não pensavam em software de forma abrangente. Não se preocupavam com ferramentas e eficiência. Assim, eles fabricavam um produto, mas não o renovavam para que pudesse chegar à próxima geração."
BBC, em 19 de junho de 2008.

Sobre trabalhar com Steve Jobs
"Steve e eu éramos muito diferentes. Mas éramos muito bons em escolher pessoas. Ambos hiperenergéticos e trabalhadores. Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software Mac original, e isso foi incrível, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a própria Apple tinha. Mas fomos muito ingênuos. Steve prometeu que a máquina custaria 499 dólares e, de repente, custava 1.999 dólares. Mesmo assim, o projeto Mac foi uma experiência incrível."
Rolling Stone, em 13 de março de 2014

Sobre sucesso
"O sucesso é um péssimo professor. Seduz pessoas inteligentes a pensarem quem não podem perder."
Livro "The Road Ahead", de 1995

Sobre o crescimento da Microsoft
"Sabe, mesmo quando escrevemos na Micrisoft, em 1975, 'um computador em cada mesa e em cada casa', nós não percebemos que teríamos que ser uma grande empresa. Cada vez que chegava o momento eu pensava 'será que poderemos mesmo dobrar em tamanho?'"
Site AllThingsD, em 31 de maio de 2007

Sobre aproveitar as coisas simples
"Eu lavo os pratos todas as noites - outros se oferecem, mas eu gosto do jeito que lavo."
Reddit, em 10 de fevereiro de 2014

Sobre o papel da tecnologia
"Tudo bem, visite essas super empresas de tecnologia como a Bangalore Infosys, mas por favor, só para aproveitar a visita, vá alguns quilômetros adiante e veja as pessoas que vivem sem banheiro, sem água encanada… O mundo não é preto e branco e computadores não estão nem entre as primeiras cinco necessidades humanas."
The Financial Times, em 1º de novembro de 2013

Sobre o papel do dinheiro
"Certamente estou bem cuidado em termos de alimento e vestimentas… O dinheiro não tem utilidade para mim, depois de um certo ponto. Sua utilidade está completamente em construir uma organização e distribuir recursos para os mais pobres e necessitados do mundo."
The Telegraph UK, em 18 de janeiro de 2013

Sobre o valor de clientes insatisfeitos
"Seus clientes mais insatisfeitos são sua grande fonte de aprendizado."
Forbes, em 4 de março de 2014

Sobre os limites do capitalismo
"O mercado não leva cientistas, jornalistas, pensadores e governos a fazerem as coisas certas, necessariamente. E somente prestando atenção a essas coisas certas e dispondo de pessoas brilhantes que se importam e atraem outras pessoas para elas é que podemos progredir o tanto quanto precisamos".
TED Talk, em fevereiro de 2009

Sobre a importância da inovação
"Nosso estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes de 1700, grande parte das pessoas era muito pobre. A vida era curta e brutal. Não é porque não tínhamos bons políticos; tínhamos alguns muito bons políticos. Mas então começamos a inventar - eletricidade, motores a vapor, microprocessadores - e a entender de genética, medicina e coisas assim. Sim, estabilidade e educação são importantes - não estou tirando seu mérito - mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso".

Rolling Stone, em 13 de março de 2014

fonte: administradores.com

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Aeroportos - O absurdo custo do atraso


O tema é meio batido, mas se fôssemos deixar de lado os absurdos por causa disso, não existiria mais opinião. Não podemos deixar o tema morrer.

Chego no estacionamento do Aeroporto Salgado Filho e retiro um ticket na máquina, daquelas normais que falam “retire seu ticket”. Só que estranhamente, não existem vagas no estacionamento. Bom, só me dou conta disso após rodar, rodar, rodar. Acabo por “empilhar” o carro num espaço suspeito, que não me dá a certeza de que alguém não possa arrancar um bico do carro - 15 minutos não valem o risco, mas não tem alternativa.

Dentro do aeroporto, três lugares pra comer no embarque antigo (onde a Azul Linhas Aéreas tem seus guichês). Dois para fazer lanches e um terceiro que só vende chocolates. Me acomodo com meus pais numa concorrida mesa de uma das lancherias. Vou ao Caixa e encontro outro absurdo: 3 cafezinhos, 1 coxinha murcha e uma Coca: 23 reais. Isso mesmo. “ – São 23 reais” foi o que disse a Operadora de Caixa, com uma cara de pouquíssimos amigos. Ao ouvir o meu mal sussurrado “Caramba!”, só faltou dizer “- Se não quiser, tem mais gente na fila”.

3 perguntas:    
                        
A quem interessa, no Infraero, ter lanchonetes cobrando absurdos por um serviço porco e produtos de má qualidade?

Quando vai nascer um grupo de interesse que vai fazer frente à incompetência (e má fé) do Infraero na Gestão de recursos?

Até quando assistiremos isso passivamente? Ainda que alguns aeroportos estejam em reforma, o gigante que acordou ainda não pisou nos nossos aeroportos de forma definitiva. Ainda não há reforma que mude isso... 

sábado, 27 de julho de 2013

Médicos Estrangeiros – O Brasil precisa deles?


(Doutor Ricardo Tedeschi - Piracicaba, SP)

A vinda de médicos estrangeiros para atuar em solo brasileiro tornou-se o assunto do momento, tanto no meio médico, como pela população em geral e a pergunta que se faz: O Brasil precisa deles?

Antes aos fatos, ressalto ser o Brasil uma república democrática de direito, no qual há o direito de qualquer cidadão seja brasileiro ou não, exercer suas atividades profissionais, desde que seja respeitada a nossa legislação. Reafirmo não haver uma posição de discriminação social ou racial, mas sim um posicionamento técnico, puramente racional, baseado em estatísticas e fatos.

A real falta de médicos nos rincões nacionais, pequenos municípios e periferias, se deve a falta de investimento público, gerando salários inadequados, falta de um plano de carreira e condições inadequadas de trabalho.

Alguns destes lugares chegam atrair médicos com altos salários iniciais, estes anunciados de forma irresponsável pela mídia, porém meses após, tais valores não são mantidos pelas prefeituras ou mantenedores, e estas alegam falta de recursos do SUS repassados pelo governo federal. Ou seja, os médicos que se aventuram a trabalhar nestes rincões são vítimas de verdadeiros golpes e ilusões.

O médico com formação no exterior necessita para exercer sua atividade no Brasil de ser aprovado no exame nacional de revalidação de diplomas médicos (REVALIDA) aplicado por conceituadas universidades públicas e aprovado pela portaria do MEC n 278/2011, no qual menos de 10% dos inscritos são aprovados, na maioria médicos formados na Bolívia, Cuba e Argentina. Trazer profissionais sem a realização deste exame é um desrespeito á lei e uma ofensa á toda classe médica brasileira e nossa população. Países sérios exigem tais processos, como os Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, África do Sul e nosso vizinho Chile.
Vale lembrar que ocorreram experiências similares e recentes na Bolívia, no Paraguai e no estado do Acre (municípios como Porto Acre, Acrelândia, Feijó) os quais alegando “falta de médicos” houve a importação de médicos cubanos, sem a devida avaliação técnica e no Acre tão pouco a fluência da língua portuguesa foi valorizada.  Não é preciso ser nenhum especialista para afirmar que os resultados foram péssimos, sendo evidente a utilização política deste projeto, sem contar o prejuízo á saúde do ser humano, a Justiça Federal do Acre proibiu a atuação destes profissionais naquele estado.

Mas fica a indagação: Faltam médicos no Brasil? A resposta é NÃO. O Brasil é o quinto país no mundo em número absoluto de médicos, possui a densidade demográfica de 2 médicos/100 mil habitantes, o preconizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de  1,4, em relatório recente sobre escassez de médicos, a OMS excluiu de sua lista o Brasil, assim como os Estados Unidos e alguns países Europeus.

Reafirmo que a falta de médicos nas regiões mais remotas é decorrente a falta de investimento público, por isso o CFM e as demais entidades médicas como AMB e FENAM defendem o repasse de 10% do orçamento da receita da União para a saúde, a criação de uma carreira de estado para os médicos do SUS, uma adequada infraestrutura para trabalho, educação continuada e remuneração justa e estável, são os ingredientes para haver uma melhor concentração de médicos pelo país.

Não se pode admitir a instalação de um programa de saúde pública, cujo objetivo é “MEDICINA POBRE PARA OS MAIS POBRES”.

Por fim, reafirmo o posicionamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o ingresso irresponsável de médicos estrangeiros no Brasil, “que a exigência de critérios para revalidação do diploma médico obtido no exterior deve ser entendido como defesa da qualidade na assistência  e da segurança dos brasileiros”.


FONTES: Conselho Federal de Medicina (Audiência de 15/05/2013) e JORNAL DO CREMESP.





(*)Dr. Ricardo Tedeschi Matos
Endoscopista e Cirurgião Geral
Mestre em Gastroenterologia pela FMUSP
Titular da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED)
Membro do Corpo Clínico da Clínica Bragalha, Piracicaba (São Paulo)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

E tenho dito

"A democracia é, disparado, o melhor dos regimes. A democracia permite a participação da ampla maioria dos setores sociais e vertentes de pensamento. A democracia permite a organização em grupos e a possibilidade de protesto. A democracia permite a transparência dos atos do governo. Mas a democracia também tem defeitos e o maior deles é permitir que grupos que não prezam a liberdade usem a própria liberdade para tentar acabar com ela. É como se a serpente mordesse o próprio rabo..."

(Jornalista e Colunista Diego Casagrande - Porto Alegre, RS)



sábado, 1 de junho de 2013

Apenas um Jogo (by Fabio Milani)

Meu post hoje é voltado para o jogador amador, aquele que joga poucas vezes ao dia, que não se dedica tanto aos treinos, que não depende de títulos ou vitorias para sobreviver. E é este mesmo cara que muitas vezes entra em um grau de nervosismo fora do comum quando se trata de torneios. E quando eu falo em torneios entenda desde o campeonato brasileiro de classes até aquela oposta boba que você faz com o amigo valendo uma simples bebida ou um almoço.

Vamos ser francos uns com os outros, ok? Jogar preto no branco. Em que sua vida mudaria com uma vitoria a mais ou a menos em um torneio, ou mesmo se tiver que pagar aquela bebida? O máximo que aconteceria é seu colega tirar aquele sarro, mas também coisa que não dure mais do que 1 ou 2 dias.

Não quero que você jogue sem vontade de ganhar, muito menos vontade de competir. Quero mostrar que muitas vezes quando você coloca muita pressão em uma partida atrapalha o seu rendimento. Acredito que a pressão que cada um coloca no jogo define quem será o grande vencedor. Criamos “fantasmas e assombrações” antes de cada partida, que acabam transformando simples jogos em um caso de vida ou morte. Causando nervosismos, insônia, tremedeira, incontinência urinaria, assim por diante. 

Quando se tira a obrigação de ganhar, o jogo fica fácil, o jogo flui. Você já jogou com aquele cara de nível mais alto que o seu e acabou sendo um dos melhores jogos da sua vida? Isso simplesmente acontece porque você não tinha responsabilidade de ganhar. Agora imagine se você conseguisse jogar assim com um cara do seu nível. Eu, na qualidade de técnico, vejo muitos mestres, doutores e pós-doutores em muitas áreas da vida perderem o controle por um simples jogo, em que no dia seguinte (até mesmo instantes após o jogo) suas vidas continuaram do mesmo jeito.

Imagine você em um torneio na sua academia, ou na sua cidade ou estado, tanto faz. Pegue um torneio que te deixaria nervoso e ansioso e seu jogo é daqui a 15 minutos. Batimentos cardíacos acelerados, você esta suando, coisas do tipo. Vamos analisar tanto a pior quanto a melhor hipótese do que acontecerá. Você pode entrar na quadra perder de zero, fazer feio. Pergunto-lhe: o que isso irá acarretar na sua vida? Algumas pessoas que estavam assistindo vão pensar que você não joga bem...e daí? O que isso vai acarretar para você no dia seguinte, no seu trabalho? Nada. O máximo será responder a algumas perguntas de alguns interessados do tipo “e ai como foi o torneio?”, você responderá “vixi, fui mal, perdi”, e ai? Nada mais. Agora vamos ver a hipótese otimista. Você ganha, joga muito. E então? Aposto quanto quiser que nada vai acontecer de diferente do que citei acima. Responderá ao amigo que você ganhou e nada mais, no máximo um “parabéns” e pronto.
Portanto meu caro amigo entre no jogo para se divertir, aproveite o seu momento de lazer, não se preocupe tanto. Afinal de contas é apenas um jogo.

Fábio Milani,
Professor de Educação Física pela Universidade de Maringá. Pós Graduado em Atividade Física e Saúde pelo Centro Universitário de Maringá. Professor e Técnico da Equipe de Squash de Maringá e Londrina.

sábado, 30 de junho de 2012

Opinião - Bonecas em série

Falando um pouco de moda, Patrícia Lenza manda um recado:

Patrícia Lenza
Não consigo entender a maioria das mulheres ou eu devo estar muito atrasada no tempo. Um certo dia eu estava a procura de um calçado que fosse bem confortável para viajar, andar e, ao mesmo tempo, que não fosse tão esportivo. Quando vi um tênis "arrumadinho" e super confortável.  Perguntei o preço e quase cai para trás! A vendedora usou o argumento de que era “o último post de todos os blogs de moda e me mostrou um monte de fotos de blogueiras usando. Pensei: “um bom motivo para eu NAO comprar”. De uns tempos pra cá tenho passado por algumas situações constrangedoras quando todas as mulheres da roda falam de "fashionistas”. Eu fico me sentindo literalmente um peixe fora d'água. Bom, vamos aos blogs: fucei nos principais e fiquei boquiaberta com o poder de influência dessas garotas! Mérito delas que realmente estão lucrando muito com isso. Agora, mulheres, pelo amor de Deus, claro que é normal seguir tendências, usufruir de dicas, porém o excesso de uso dessas informações está nos deixando todas iguais e isso é ridículo. Esses dias eu estava com uma calça larga e uma colega me disse: "ahhh toda antenada nos blogs hein usando calça flert" (sei lá como escreve, acho que é flare). “Putz” pensei, que blog? Antenada? Calça flert? Blahhhh!!! pra mim era apenas uma calça mais solta que eu vi na loja e achei legal. Usem seu estado de espírito, sua personalidade, seu tipo físico e claro, informações de moda dos blogs com bom senso...ate porque tem cada exagero, que é melhor nem comentar. Mas não faça disso um desejo a todo custo. Tem cada coisa surreal...pelo menos no meu conceito de consumo. Pense bem, não precisamos de tanta coisa.
Continuando a historia...Comprei o tal tênis em outro lugar mais barato. Ahh, chama snakers! aprendi rss..mas vou esperar bem a moda passar, usar por baixo da calca bem discretamente e usufruir de todo o conforto. Apenas isso!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Amigos do peito ou amigos-da-onça?

Wagner Sanches
Um provérbio escrito há mais de 2.700 anos, diz: Muitos são os que abrandam a face de um nobre, e todo o mundo é companheiro do homem que distribui dádivas”. E esse mesmo escritor também citou que “Aquele que é de poucos meios é objeto de ódio mesmo para o seu próximo, porém, muitos são os amigos do rico”. O fato é que pessoas ricas ou que ocupam altos postos podem facilmente fazer muitos “amigos”. Mas se aquele que tem muitos amigos perder a riqueza ou a posição, vai ter logo a impressão de que está quase que completamente sem pessoas à sua volta. Segundo Maria Abigail de Souza, especialista em saúde mental da Universidade de São Paulo, os fatores que levam a isso são a competição acirrada pelo mercado de trabalho, a luta para manter determinado padrão de vida e menos tempo para o lazer. (Fonte: Jornal O Globo – 2001). Até aqui, alguma novidade?

Mas outro fantasma arrasta correntes nos corredores corporativos – a vaidade. Redes de relacionamento mal formadas atraem vaidosos aos montes – e se merecem, pois normalmente selecionam menos as companhias. O target é simples: "quem me bajula, anda comigo". E se o CNPJ do sujeito, da noite para o dia, virar CPF, o vaidoso vai cair do salto. Certamente não ousamos sequer imaginar mudar a natureza humana, mas refletir. Refletir em nós mesmos e, se possível, influenciar outros (isso é uma coisa que podemos fazer). E nessa reflexão, cabe nos fazermos as seguintes perguntas:

1.      Como conseguir criar um network realmente sólido?
2.      Como, no meio corporativo, conseguir que eu seja valorizado e não “temido”?
3.      E como faço para identificar os verdadeiros amigos, aqueles que ficarão?
4.      Estou mais focado na minha meta ou em ser o centro das atenções?

As várias observações e pontos de vista daqueles que comentarem esse assunto, poderão incrementar nossas experiências e conhecimentos. Quem sabe, conseguimos também provar se o mesmo escritor do provérbio acima citado também tinha razão ao dizer: “... na multidão de conselheiros há consecução”.

Wagner Sanches
Consultor Estratégico e Executivo de Vendas

terça-feira, 28 de junho de 2011

DE 3% PARA 3% -Por Joelmir Betting

“Em seminário latino-americano sobre desigualdade social, instalado nesta segunda-feira em São Paulo, a Fundação Getúlio Vargas revelou que, nos últimos dez anos, aqui no Brasil, a renda real por habitante cresceu 10% entre os mais ricos e nada menos de 68% entre os mais pobres. Lá fora, deu-se o contrário. Pobres mais pobres, ricos mais ricos na América Latina, nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Na China, por exemplo, a renda real dos pobres, também em dez anos, cresceu 8,5% e a dos ricos, nova classe chinesa, 15%. No caso brasileiro, que se restabeleça a verdade, a redução da desigualdade social tem tudo a ver com a estabilidade inflacionária com crescimento econômico. Quadro patrocinado pelo Plano Real que vai completar 17 anos de carreira nesta próxima sexta-feira. Se a inflação empobrece o pobre, o real transformou inflação de 3% ao dia em inflação média de 3% ao ano. É isso aí.” (27/06/2011) 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Tragicomédia da Economia - Por Joelmir Beting


BRIC PODE MUDAR PARA BRICA OU BRIICA
Dois países emergentes querem entrar no grupo que não existe, é só uma sigla. Mas uma sigla de respeito. Um deles é a África do Sul, que pede para ser incluída por ter a 31ª maior economia do mundo, o que equivale a uns 25% da menor economia do grupo, a Rússia.  O Bric passaria a ser Brica. Ou Briica, se for aceita a Indonésia, cuja economia está crescendo rapidamente, destacando-se entre outros emergentes. 
Bric é um acrônimo criado em 2001 pelo economista J.O'Neill, do Goldman Sachs e engloba Brasil, Rússia, Índia e China. O'Neill não aceita novos nomes, noticiam as agências internacionais. 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bola de Cristal - Por Joelmir Beting

"Lembra-se do fim do mundo, lá na crise de 2008? Pois o relatório anual do FMI, divulgado nesta quarta-feira para a assembleia geral do fim de semana, projeta para a economia mundial, neste ano, expansão de 4,8%.Exatamente o torque de antes da crise. E o próprio FMI, no ano passado, também no relatório anual, havia projetado recessão global até 2012. 

Isso não é mais erro de previsão, é uma catástrofe. Até porque todo cenário pessimista é sempre levado a sério - "É isso mesmo". 
Cenário otimista, a bordo de reversão comprovada,é levado de nariz torcido, do tipo: "Só pode ser voo de galinha", e com a advertência: cuidado com o excesso de otimismo. Pois eu nunca vi, li ou ouvi alguém alertar: cuidado com o excesso de pessimismo. Não é surreal?" Blog Joelmir Beting - comentário na íntegra

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Livros digitais ou de papel? Dúvida cruel

Em maio, o post "Rápidas - Saraiva e os livros digitais" deu pano pra manga. Seja contra ou à favor, a discussão foi forte, com defesas unânimes sobre o irremediável futuro dos livros de papel. Pois em pesquisa realizada aqui no blog por 10 dias corridos (de 04 a 14 de maio/2010), ganhou o equilíbrio - 100% dos votantes apontaram que na verdade existe espaço tanto para livros digitais quanto para livros de papel.
Eu também acredito nisso - e creio que na verdade será o mesmo consumidor, adequando o formato à situação.
Saúde à diversidade de opções e Boa semana!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

DA FORÇA E DA LUZ - Por Joelmir Beting

"Aquecimento do clima e aquecimento do PIB elevam consumo de energia em quase 10%, em todo o país, desde janeiro. O governo informa que o consumo nacional de energia elétrica cresceu 9,6% no primeiro trimestre. Sem mistério. No mesmo período, além do calor acima da média, o crescimento econômico, em base anual, deve ter avançado ao redor de 8,5%. No consumo em expansão, o residencial foi de 8,2% e o comercial, de 8,4%. E o industrial, de 13%.Tudo em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, economia brasileira ainda com a cabeça coberta pela marolinha.
Para o ano todo, a expectativa é de um consumo 7% maior, no empate técnico com o PIB 2010, projetado nesta segunda-feira pelo mercado financeiro em 6%. Redondão."

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Picos e Vales – Spencer Johnson

“Os erros que você comete nos momentos bons de hoje geram os momentos ruins de amanhã. As ações sábias que você realiza nos momentos ruins de hoje geram os momentos bons de amanhã.”

Não lí este livro (que está sendo comentado como o novo queridinho das mesas de cabeceira de quem tem insônia pré-revisão de budget). Mas o pensamento é simples, chega a ser singelo...quem sabe que não vale a leitura? Vamos ver.

Caso alguém já tenha começado, pode ajudar-nos a poupar tempo, de uma forma ou de outra.