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domingo, 8 de setembro de 2013

Squash nas Olimpíadas de 2020 - ainda não foi desta vez

O Squash é competitivo, plástico, reúne homens e mulheres sem qualquer distinção. Custa barato para praticar, já foi considerado o esporte mais saudável e completo do mundo pela revista Forbes, pois exige tanto do físico quando da mente. Mas nem esse resumo perfeitamente desenhado e promovido aos quatro ventos por Ramachandran, Presidente do PSA e do Comitê Squash 2020 foi suficiente para que o Squash passasse à categoria de esporte olímpico.
No domingo de 08 de setembro de 2013, em sessão de número 125, realizada no Hotel Hilton de Buenos Aires, o Comitê Olímpico Internacional escolheu o Wrestling como a modalidade a entrar para os Jogos Olímpicos de 2020 e 2024 - a primeira data já tem sede revelada, Tóquio. Wrestiling quer dizer "Luta" em inglês e é uma arte marcial que utiliza técnicas de agarramento como a luta em clinch, arremessos e derrubadas, chaves, pinos e outros. Em tempos de MMA, dois caras se pauleando num octógono está na moda...

O Squash e o Baseball-Softball eram as outras modalidades que pleiteavam a mesma oportunidade. A votação a seguinte: 49 votos para o Wrestling, 24 votos para o Baseball e 22 votos para o Squash.

É uma pena que o Squash ainda não consiga o peso necessário para fazer valer uma votação como esta. Dos três esportes candidatos, é o único que ainda não teve chance de se tornar olímpico, os demais já foram e saíram. Não se sabe quais interesses ou peculiaridades estão por trás de uma votação como esta, mas como em todo grande negócio, nada passa imune nem por acaso.


Como diz o Professor Fábio Milani, resta a expectativa de que o IOC possa ampliar o número de modalidades participantes, só assim as três modalidades entrariam. Quem sabe...

Veja vídeo promocional do Squash 2020

fonte: Squash 2020 delegation website.

sábado, 1 de junho de 2013

SQUASH - FINALISTA PARA AS OLIMPÍADAS DE 2020


Mais uma vez o Squash é selecionado como finalista para fazer parte dos jogos olímpicos. Depois de ter sido barrado em Londres 2012 e Rio 2016, tinha perdido a vaga para o Hugby e Golfe e agora vem muito forte para entrar em 2020 (sem sede definida). Dentre os esportes que estavam selecionados desde o inicio nenhum demonstrava tanto empenho igual ao Squash. É de tirar o chapéu ao trabalho feito pela World Squash Federation (WSF). Com torneios cada vez mais emocionantes e bem organizados, e com uma campanha maravilhosa nas redes sociais, com vídeos e fotos de grandes celebridades do esporte e do entretenimento estampando a logo “Squash Back the Bid”.

Desta vez o Squash disputa a grande decisão contra o Softball, que foi tirado do programa olímpico em 2008, e Wrestling. Particularmente o esporte que mais me assustava era o Karatê, que acabou caindo antes da decisão final. O Squash vem como grande favorito para ter o reconhecimento merecido do COI. Já que é um dos esportes que mais cresce no mundo, com mais de 50 mil quadras distribuídas em 185 países e com mais de 20 milhões de praticantes - acho que agora chegou a nossa vez.

Vale a nossa torcida para ver o Squash entrar para o hall da fama dos esportes. A festa já tem dia e local para começar. A decisão será no dia 10 de setembro em Buenos Aires. Cidade esta que também sediará o Panamericano de Squash de 7 a 15 de setembro. Portanto os jogadores estarão acompanhando de perto, prontos para jogar o primeiro torneio de Squash da era olímpica. E de Buenos Aires os jogadores já vem direto para o Brasil, especificamente em Maringá, que contará com uma quadra de vidro montada no Shopping Maringá Park. Onde acontecerá a primeira etapa do mundial no Brasil da era olímpica da modalidade.


Portanto meus amigos o cerco esta armado. É só votar nas enquetes que estarão por vir na internet e torcer para que se concretize o sonho do Squash de finalmente se tornar um esporte olímpico.

Fábio Milani,
Professor de Educação Física pela Universidade de Maringá. Pós Graduado em Atividade Física e Saúde pelo Centro Universitário de Maringá. Professor e Técnico da Equipe de Squash de Maringá e Londrina.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A mais pura arte do Squash


Com a palavra, Manoel Pereira, Squash Player.



“O jogo de squash é disputado em uma quadra com 9,75 m (comprimento) X 6,40 m (largura). Nela dois jogadores tem como objetivo responder à jogada do seu oponente devolvendo a bola contra a parede frontal, que tem como medida, na parte inferior 0,48m e na parte superior 4,57 m, criando situações de dificuldade para levá-lo ao erro.

Sem obstruir a visão da bola ou provocar uma colisão, permitindo-lhe toda liberdade na execução da jogada.

Cada ponto começa com o saque, que deve ser batido com pelo menos um pé do jogador dentro do quadrado de serviço (1,60 X 1,60 m). A trajetória da bola deverá ser da raquete para o campo de resposta de saque do adversário (4,26 X 3,20 m), batendo primeiramente na parede frontal entre a linha do saque (1,83 m de altura) e a linha do jogo (4,57 m de altura). Assim se inicia a seqüência de jogadas que tem como campo de jogo as paredes laterais e também a parede do fundo (2,13 m de altura), sendo que a bola deve pingar apenas uma vez no chão.

Conquista o ponto, o jogador que provocar o erro do oponente, que não conseguiu fazer o retorno à parede frontal ou que não alcançou a bola antes do segundo pingo. A contagem é feita até 11 pontos direto. Os jogos podem ser disputados em melhor de 3 ou 5 partidas.
Para as competições é necessária a presença de um árbitro.”

As regras do Squash são de uma simplicidade quase poética, bem escritas acima por um campeão – Manu, um cinco maiores squashistas brasileiros nesse que é um esporte ainda tão menor em visibilidade que seu valor real nesse nosso Brasil chamado país. Manu descreve o Squash desta forma, direta como uma receita de um bolo muito especial, na fan Page de sua academia, a Academia Manu Squash (Ribeirão Preto/São Paulo – Brasil). Passe por lá e dê seu “curtir”.

Abaixo o vídeo mais charmoso que já vi sobre o Squash. Com vocês, os Campeões mundiais Ramy Ashour e Nicol David trabalham pra que Squash torne-se de vez um Esporte Olímpico.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Olimpíadas - "Vai Brasil il il il il!!!!!!"


O vôo Olímpico do Urubú Malandro

Arthur Zanetti, o menino-ouro das argolas, tem que aproveitar a fama, aqueles 15 suados minutos. É bom aproveitar, ele merece. Num país onde a histeria coletiva em torno dos jogos Olímpicos vai dos cinco minutos antes da cerimônia de abertura até os cinco minutos depois da cerimônia de encerramento, e só o que ele vai ter. Depois, apoio mesmo só da família e amigos. Se vier um patrocinador legal, vai ser o céu. 

Foi-se Londres, vem Rio de Janeiro. De Londres, guardei Paul Mccartney cantando Hey Jude e o Mister Bin. Também vi a final do salto em distância. Enquanto revirava papéis na minha mesa, a TV me fazia companhia. Me chamou a atenção a câmera responsável por mostrar, num flash, o tênis do atleta queimando a linha do salto – e o merchandising da Nike até nessas horas. Meu filho foi mais inclemente: entre ver os jogos e brincar com o cachorro no pátio, deu de ombros e saiu correndo porta afora. Não posso ser hipócrita (nem por mim nem por ele). De quatro em quatro anos, uma fantasia olímpica se apodera do corpo dos meus amigos, de alguns parentes, do meu vizinho. O pessoal não pode sair de casa "porque hoje as meninas do vôlei de praia vão trazer o ouro" ou "a Fabiana Murer vai saltar hoje". E, se alguém perde, e uma catástrofe. Falta força de vontade, empenho, tranquilidade. "Cadê a medalha?". E o futebol e o basquete, dois dos poucos esportes com público autêntico no Brasil, viram pacientes desenganados se o resultado é prata e não ouro. O caminho entre o empenho e o resultado passa por uma histórica cultura de disciplina, esforço combinado e investimento na criação de gerações de esportistas. Ou alguém acha que o Michael Phelps é produto do acaso? Mas por aqui, tem mais a ver com o empenho pessoal do atleta brazuca mesmo. Ou alguém aí se disporia a ir a São Caetano (São Paulo) ver uma final de tênis de mesa pelo ranking brasileiro, pra apoiar CarolineKumahara? A propósito, ela é a brasileira mais bem posicionada no ranking mundial.

Com a copa e as Olimpíadas no Brasil, esse transe inexplicável vai piorar, ate por força dos meios de comunicação de massa e dos vorazes patrocinadores. Será “Brasil até morrer”, paixão e suor insano. Pena que, no momento onde deveríamos ver e encarar a realidade na vida, na política e no esporte, nossa bola nunca teve tão cheia. Pena mesmo.

sábado, 24 de setembro de 2011

Ultimate Squash Fighting


O Squash está novamente na lista dos candidatos a Esporte Olímpico, para 2020. A modalidade tem se tornado cada vez mais relevante pro esporte mundial e tem atraído cada vez mais adeptos (só no Brasil, estima-se que sejam 80 mil jogadores). Segundo o Presidente da Federação Mundial de Squash, o indiano N Ramanchadran, o squash preenche todos os critérios para se tornar um esporte Olímpico, tais como presença forte nas categorias Master e Junior, campeonatos e embates cada vez mais competitivos e ser considerado um dos esportes mais saudáveis do mundo. Diz ele que a Federação também se sente altamente comprometida com os esportistas que tenham como meta a medalha olimpica.
O esporte também superou  uma das suas grandes barreiras – poder ser visto pela televisão, ponto crucial pra um candidato aos Jogos Olimpicos. O surgimento da quadra de vidro em que múltiplas câmeras captam lances fantásticos de seus jogadores se tornou um exemplo de inovação nas transmissões televisivas.
No MMA (artes marciais mistas) os caras quase se matam dentro de um octógono e as pessoas amam. Um pouco de sangue quente talvez possa tornar o Squash muito mais visível. É a hora de surgir um Ultimate Squash Fighting. Um processo seletivo pesado escolhe 12 atletas. Alguns critérios: boa formação acadêmica, ser saudável, com experiência no Squash, descomunal resistência física e sangue frio. Em quadra de vidro num hotel cassino de Monte Carlo esses 12 cavalheiros jogam uns contra os outros em embates televisionados em cadeia mundial. Detalhe: cada jogo só acaba quando termina. Não há limite de pontos, apenas de resistência e cada jogo é eliminatório. O primeiro a cometer três erros por nítido esgotamento durante a partida estaria fora - parte de um rol de regras básicas escritas especialmente para esse torneio. Os jogos seriam intercalados com flashes da rotina de treinos (e, porque não, da tortura psicológica) dos jogadores, como num Big Brother. Prêmio para o Anderson Silva do Squash: 1 milhão de dólares mais contratos de publicidade pelo mundo afora.
Te cuida, MMA. O Squash tá chegando. 
fonte: Federação Mundial do Squash
Colaboração: Paulo Berbel

domingo, 25 de outubro de 2009

Olimpíadas 2016 – para o Squash, ainda não foi desta vez

No início de outubro de 2009, COI (Comitê Olímpico Internacional) bateu o martelo sobre a atualização da lista de esportes que vão participar dos Jogos Olímpicos no RJ em 2016. Para quem, como eu, esperava ansiosamente pela inclusão do Squash nessa lista, a expectativa ficou para 2020.

Segundo nos conta a jornalista Mônica Formigoni (site MSM – Mídia sem Média – 09/10/09), o golf e o rúgbi (ô esporte feio! Me desculpem os admiradores e adeptos), foram reintegrados à lista (esses mesmos esportes haviam sido vetados para 2012). O golf esteve presente nos anos de 1900 e 1904 e o rugbi, em 1900, 1908, 1920, 1924, 1936 (Ver lista completa e atualizada – Blog Bender 2.0).

Segundo Jacques Rogge, Presidente do COI, esses esportes não terão cadeira cativa. Ficam na lista até os jogos de 2020, no entanto retornam à uma nova votação em 2017 para os jogos seguintes. Squash Players, não vamos perder as esperanças. Vamos fazer pensamento positivo, pois até o logo já exsite!