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sábado, 13 de outubro de 2012

A importância da Imagem na Vida e nos Negócios

recado tanto para Empresários (de qualquer porte) quanto para Executivos (de qualquer tribo)

Com certeza você já viveu essa a situação. Reunião de trabalho, aquelas apresentações chatíssimas, paupérrimas. A pessoa que apresenta quer defender seu ponto de vista, mas titubeia. Você logo percebe que falta dados, embasamento. Tipo “lembro que lí, mas não sei onde foi nem os detalhes”. Isso é frustrante, pois o interlocutor fica com aquela expressão de que, pelo sim, pelo não, pode ser conversa fiada – normalmente esse tipo de exposição decide a carreira de alguém, pro mal ou pro bem. Não é incomum gente que diz abobrinhas e sai atrás dos dados pra tentar “embasar” o improvável.

Segundo a personal stylist (consultora de imagem) Roberta Carlutti, estudos sobre o comportamento humano mostram que a primeira impressão que uma pessoa tem da outra se baseia 55% pela aparência, 38% pelo tom de voz e 7% pelo conteúdo (o que é falado). E esse julgamento se dá nos primeiros 10 segundos de contato, ou seja, abriu a boca, você está sendo “radiografado” pelo outro e não é uma atitude consciente. Ser humano é um bicho VISUAL e o primeiro instinto é julgar pela aparência – surpresa? Claro que não. Não está aqui o mérito de é justo ou não justo. O mundo é mau mesmo. FATO: faz bem aos olhos ser abordado, ajudado ou abordar alguém que tem boa aparência, um olhar interessado e um sorriso nos lábios. E não é só isso. Envolve postura, gestos, tom de voz, jeito de vestir, maquiagem, ou barba e cabelos. Tudo é “radiografado” em segundos.

Não é à toa que, numa fila de banco, o caixa mais atencioso, mais receptivo, próativo e sorridente terá sua fila sempre maior, pois acaba virando referência.  Os grandes bancos já viram isso há muito tempo e treinam a equipe dentro desta perspectiva – alguns bancos classificam seus caixas de “Operador de PDV” (Ponto de Vendas), pois consideram o banco um PDV e o caixa um profissional que gera operações de venda, claro.

No balcão de atendimento – Homem ou Mulher? Quem é melhor?

Uma recente pesquisa feita na Universidade de  Dartmouth (EUA) sobre como homens e mulheres negociam e atendem, revelou que:
  • Os homens costumam se concentrar em vencer nas negociações, cumprir a tarefa e “derrotar” o oponente, ao contrário de construir um relacionamento.
  • As mulheres têm o hábito de tratar os negociadores ou clientes dentro de um contexto de relacionamento contínuo, no qual os dois lados continuam dependendo um do outro.

Não existe verdade absoluta e um estudo não vai definir posturas. O que define, na verdade, é o modelo de negócios, eficaz no seu propósito de eficiência. E não estou dizendo aqui que conteúdo não ganha jogo, longe disso. Mas por mais que a realidade seja estranha, anômala e por vezes nos pareça injusta, é assim que ela se apresenta, temos que conviver com isso enquanto tivermos estômago. E vamos combinar que uma boa apresentação impacta, mas também dura pouco se não disser a que veio - o balance entre forma e conteúdo acaba sendo sempre a pergunta de 1 milhão de dólares. E nesse particular, não existe certo ou errado, a aposta é sua. Escolha bem e tenha sucesso. 

fonte: Revista Venda Mais e Roberta Carlutti wesite

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Redes Sociais - A Exposição pode lhe custar um Empregão

A consultoria Nielsen andou investigando hábitos de uso de redes sociais e detectou que 86% dos brasileiros usuários de internet transita em redes sociais e blogs. Só pra se ter uma idéia, os brasileiros somam 20% dos usuários do Twitter do mundo, não é pouca coisa. Pois uma coisa puxa a outra. A Robert Half, uma das maiores e mais respeitadas empresas de recrutamento e seleção em âmbito mundial realizou pesquisa com cerca de 2.800 executivos contratantes de diversos países. O Brasil lidera o ranking dos países cujas empresas,  no momento de uma contratação, pesquisam redes sociais para conhecer melhor os candidatos – 21% delas. Já no outro extremo, estão Bélgica e República Tcheca, com menos de 5%.
Dá pra entender a dimensão disso pra quem busca um espaço no mercado de trabalho? Pelo que tenho visto, infelizmente não. É só dar uma fuçada em algumas dezenas de perfis em redes como Facebook e Orkut, pra notarmos os absurdos que as pessoas colocam lá, depondo contra o próprio patrimônio. Hoje, aderir a comunidades como “eu odeio isso ou aquilo”, “durmo no emprego” e essas bobagens, já virou lugar comum,  a coisa é mais complexa que isso. A exposição inadequada pode assumir um caráter muito mais sutil e perverso: fotos estranhas ou inadequadas, excesso de intimidade, frases e textos mal escritos, diálogos sem fundamento ou com duplo sentido, tudo isso é “dar milho pro bode” fácil, fácil.  Vejo amigos meus, gente comum, distinta, dando um mole danado na frente do teclado, sem o menor sentido. E as redes estão se conversando, o que deixa tudo mais emocionante – hoje, se você está cadastrado no facebook, seu perfil é acessível no plaxo, por exemplo, basta clicar em um link. Aquela coisa de ter um perfil comportadinho numa rede e deixar rolar na outra, já foi - uma hora, a máscara cai.
Não fiz parte da pesquisa da Robert Half, mas certamente faço parte da extrapolação da amostra: para conhecer o candidato, mais que Currículum e bate papo, viajo mesmo nas redes pra saber quem é a pessoa. Se você é contratante ou candidato, faça o teste e navegue em perfis aleatórios – você vai tomar um susto. Sou a favor de redes sociais, estou em várias delas e pra mim é claro como respirar que esse é o futuro, a morte dos e-mails. Mas o primeiro mandamento pra usar isso de forma saudável e produtiva é entender a diferença entre a atitude virtual e a atitude real. No mundo real, o que você faz ou diz, uma, duas, talvez dez pessoas vejam e, com o tempo, esqueçam. Na web, nossos movimentos e atitude deixam uma marca, um rastro acessado por milhares de pessoas. E o que está lá, fica. Se Espirrar, Saúde!