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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BTG Pactual compra Farmácias Santana

A Brasil Farma, holding  de farmácias do grupo BTG Pactual (do banqueiro André Esteves) fechou esta semana a compra da Rede de Farmácias baiana Santana por 347 milhões de reais. O primeiro depósito à vista, de 247 milhões, corresponde a 70% da aquisição. Os demais 100 milhões ficam retidos por quatro anos. A Rede passará em breve a integrar a Farmais, primeira aquisição do BTG, quando debutou no comércio varejista de medicamentos e perfumaria, em 2009. De lá pra cá, o grupo já adquiriu as Redes Estrela Galdino e  Big Ben. Com a nova aquisição, a Brasil Farma passa a ter 872 lojas.  
fonte: Globo.com

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Antibióticos no balcão da farmácia – será que agora vai?

Desde o dia 28 de novembro de 2010, comprar um antibiótico num balcão de farmácia no Brasil sem a receita médica ficou mais difícil. A venda desse tipo de remédio sem a apresentação da receita sempre foi proibida pela ANVISA, mas na prática isso sempre foi mais uma História da Dona Carochinha. Pois a partir da nova resolução, temos que apresentar duas vias da receita, sendo que uma vai ficar retida na farmácia para efeito de fiscalização – antibióticos passam a ser tratados como se fossem medicamentos “tarja preta” - designação dada aos psicotrópicos, com ampla restrição de venda. Vai funcionar? Essa semana, passei por três farmácias “tentando comprar” um Clavulin BD e obtive 3 respostas parecidas com: “o Senhor precisa da cópia da receita, senão não posso lhe vender”. Muito bom ouvir isso, tomara que assim seja, pois dá aquela sensação de um pouco mais de ordem (ainda que passageira) com temas importantes e medicamento é um deles. Foi uma decisão acertada da ANVISA, pra compensar a “bola fora” com os medicamentos isentos de prescrição, proibidos de ficar em gôndolas de farmácias ao alcance do consumidor – como se proibir o acesso a um remédio pra dor de cabeça fosse diminuir abusos cometidos pelo próprio usuário (qual é, dá um tempo!).
No caso dos antibióticos, a receita deve ser bem legível, caprichada, com validade máxima de dez dias. E vai ter que respeitar o seguintes itens: Nome em destaque do medicamento ou da substância (conforme a Denominação Comum Brasileira - DCB), dosagem ou concentração, forma farmacêutica, quantidade e posologia, nome completo do paciente, nome do médico, registro profissional, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo), identificação de quem comprou o remédio, com nome, RG, endereço e telefone, data de emissão.No verso da receita, a farmácia deve anotar a data, quantidade e número do lote do remédio.
Quem já lidou com médicos e farmácias, entende como a rotina desse pessoal funciona. A listinha de recomendações não é pequena, todo mundo vai ter que ter um pouco mais de zelo com o que faz, médicos, balconistas e o próprio consumidor. Sem orientação decente e ostensiva pra que receitas de antibióticos estejam “nos conformes” da lei, vai ser outra “História da Dona Carochinha”. É pagar pra ver.

sábado, 26 de junho de 2010

Farmacêutico quer receitar analgésico e remédio antigripal

Farmacêuticos querem ganhar, ainda neste ano, o poder de prescrever remédios vendidos sem receita, como analgésicos e antigripais. A medida está prevista em resolução prestes a ser votada pelo CFF (Conselho Federal de Farmácia). Se for aprovada, a resolução vai estabelecer que os profissionais receitem "tratamento de um transtorno menor", "não grave", sem relação com outras doenças ou uso de outros medicamentos.
A aprovação é "quase certa", diz o presidente do CFF, Jaldo de Souza Santos, e a medida passaria a valer imediatamente após publicação no "Diário Oficial da União" . Ele diz que a prescrição conteria dados do paciente, orientações sobre efeitos adversos, sobre o uso dos remédios e interações com alimentos e outras drogas. Ainda segundo o presidente do conselho, o consumidor não será obrigado a pedir a prescrição.
A proposta do CFF deve ser questionada na Justiça. No entendimento dos médicos, ela fere a legislação que estabelece a atribuição de diagnosticar e prescrever como exclusiva de sua profissão. O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, afirma que a iniciativa do CFF pode trazer riscos à saúde dos pacientes.
"Para prescrever, é preciso fazer um diagnóstico, e isso os outros profissionais de saúde [não médicos] não têm capacitação para fazer", diz. Ele questiona também o fato de a proposta estabelecer que o farmacêutico pode receitar em caso de "transtorno menor". "Não se pode ter tamanha subjetividade em uma norma", critica. O representante dos farmacêuticos nega querer invadir a função dos médicos. Santos diz que a "prescrição farmacêutica" tem dois objetivos. O primeiro é proteger o farmacêutico contra ações na Justiça: com o documento em mãos, ele poderia se defender de pacientes que reclamam terem sido orientados de maneira errada.
O outro objetivo, afirma, é dar mais segurança ao paciente, que receberia informações por escrito. De acordo com Santos, não está prevista a cobrança por esse serviço, mas isso poderia acontecer no futuro.
O presidente do Conselho Federal de Farmácia também nega que o novo serviço possa encarecer os remédios.
fontes: Folha Online 23/06/2010 - matéria na íntegra

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Drogaria SP compra Drogão e cria maior rede farmacêutica do país

A Drogaria São Paulo anunciou nesta terça-feira a aquisição da rede Drogão, que conta com 72 lojas no Estado de São Paulo e tem forte presença em shopping centers.
O acordo, realizado por meio de troca de ações, dará origem à maior rede farmacêutica paulista e nacional, conforme comunicado enviado ao mercado pela Drogaria São Paulo. De acordo com o documento, as lojas da rede Drogão passarão a contar, gradativamente, com a bandeira da compradora. A Drogaria São Paulo informou ainda que prevê a abertura de 40 novas lojas este ano no Brasil.
Com o negócio anunciado nesta terça-feira, a empresa espera encerrar 2010 com mais de 360 lojas e faturamento de cerca de R$ 2,5 bilhões.
fonte: matéria na íntegra - Vivian Pereira, UOL Economia, 22/jun/2010 - reuters

quarta-feira, 3 de março de 2010

Pão de Açucar avança rumo às farmácias

A turma do empresário Abilio Diniz está prospectando Redes de Farmácias para aquisição. O motivo: a classe "C" segue crescendo e comprando mais medicamentos e produtos de higiene e beleza. Tudo indica que em breve uma das grandes redes varejistas deva passar para o controle do Grupo Pão de Açucar, que hoje possui algumas pequenas lojas localizadas em seus supermercados.

Em 2009, o Grupo adquiriu o controle de duas potências do comércio de eltrônicos e eletrodomésticos: Ponto Frio e Casas Bahia. Sem considerar essas duas aquisições, em 2009 Pão de Açucar e Extra (subsidiária do grupo) faturaram juntos 23, 334 bilhões de reais, com um lucro Ebitda de 1, 53 milhão, 15,7% a mais que em 2008. Saúde! Põe Saúde nisso....
fontes: revista Exame - 24/02/10 e Globo.com