quarta-feira, 23 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Manoel Pereira conquista três medalhas de bronze e Troféu Fair Play em Sul-Americano de Squash
O campeonato foi realizado no Club Campestre de Cali. Juliana Pereira, irmã de Manoel, também subiu ao pódio!
Os irmãos Manoel e Juliana Pereira estiveram com a Delegação Brasileira no VIII Campeonato Sul-Americano de Squash, na Colômbia, e ganharam cinco medalhas de bronze nas disputas do Individual Masculino, Duplas Masculinas, Duplas Mistas e por Equipes. O torneio aconteceu de 7 a 13 de outubro no Club Campestre de Cali. Na ocasião, Pereira ainda faturou mais um troféu.
O Troféu Fair Play foi uma homenagem à sua conduta dentro da quadra. Várias modalidades têm premiado competidores com o título, como forma de condecorar o "jogo limpo" ou "jogo justo", em tradução do inglês. A intenção é promover o espírito esportivo e renegar a deslealdade.
No Individual Masculino, Pereira derrotou o paraguaio Francesco Marcoantonio nas oitavas de final e o colombiano Juan Felipe Tovar nas quartas. Perdeu apenas para Miguel Angel Rodrigues, também colombiano e atual número dezesseis do mundo, que seria o campeão do torneio. Como de costume no squash, não houve disputa pelo terceiro lugar e Pereira teve a companhia de Anderson Cardona, outro jogador da casa, no pódio.
| Juliana e Manoel Pereira |
"Tive um bom desempenho, ficou mais claro o que preciso melhorar. Agora é fazer os ajustes e me preparar para os campeonatos que estão por vir", afirma Manoel Pereira
Além das conquistas individuais, o ribeirão-pretano também ganhou a medalha de bronze da categoria Duplas Masculinas, ao lado de Marcelo Braga. Nas duplas mistas, sua irmã Juliana conseguiu o mesmo resultado ao lado de Ronivaldo Duarte.
A terceira colocação geral do Brasil no torneio rendeu aos irmãos de Ribeirão Preto mais uma medalha. Assim, Juliana e Manoel Pereira terminaram a competição com dois e três bronzes cada um, respectivamente.
fonte: artigo de manoel pereira
fonte: artigo de manoel pereira
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Cata Moeda - ao brilhante empreendedor, as moedas.
O empresário Victor Levy,
catarinense, voltava pro Brasil de um período sabático de três anos viajando
pelo mundo, quando no aeroporto parou pra tomar um café com pão de queijo. No
Caixa, a atendente não tinha moedas pra dar de troco. Veio o “lampejo” que
precisava para entrar em ação o Visionário. Muitas histórias e pesquisas
depois, Levy criou a empresa Cata Moedas. Máquinas instaladas em pontos
comerciais de grande movimento recebem moedas e devolvem ao depositante um
cupon com o valor acrescido de um bônus de 5%. O valor é para ser gasto no
estabelecimento onde a máquina está.
Além da idéia, Levy fez a lição
de casa. Pesquisou, rabiscou, investiu, re-investiu. Viu que, apesar da
escalada no uso de cartões de saque e de crédito, 55% da população recebe seu
salário em espécie. Em muitos locais do Brasil, segundo o banco Central,
máquinas de cartão não chegam porque o comerciante se nega a arcar com as taxas
escorchantes. Por essas e outras, 75% da população usa dinheiro vivo nas
transações. Só que o preconceito às moedinhas faz com que 27% delas fique em
cofrinhos ou fundos de gaveta e bolsas, fora de circulação. Uma bolada de mais
de 500 milhões que deixa de circular e trava a economia.
Levy estava certo. No início de
2013, o empresário colocou quatro máquinas em pontos estratégicos de Curitiba
como primeiro teste de mercado. Juntas, captaram até o momento quase 300 mil
moedas. Os comerciantes onde os “cofrinhos gigantes” estão também gostaram.
Como o dinheiro deve ser gasto no mesmo local, isso estimula o consumo e dá um
empurrão na receita. Pagam uma taxa fixa que inclui a manutenção e atualização
do software.
Em dois anos, Victor Levy quer
espaçhar 5 mil dessas máquinas pelo Brasil. Vai conseguir.
veja vídeo sobre o Cata Moeda:
veja vídeo sobre o Cata Moeda:
terça-feira, 8 de outubro de 2013
EndoBarrier - uma nova tecnologia contra a obesidade
Em breve, no Brasil, desembarca uma nova tecnologia
que promete ser tão eficiente no combate à obesidade quanto a cirurgia bariátrica, porém muito menos invasiva.
O EndoBarrier, um sistema de revestimento da membrana do duodeno, tem mostrado resultados
surpreendentes na perda de peso e na redução dos fatores de risco da obesidade,
como o diabetes tipo 2, por exemplo. Trata-se de um dispositivo não cirúrgico que vem sendo largamente estudado e com êxito comprovado.
O duodeno é a primeira porção do intestino
delgado. Uma fina membrana de teflon é implantada na parede do duodeno,
impedindo que nutrientes sejam absorvidos nesta parte do intestino (método
chamado de exclusão do duodeno), levando à perda de peso e controle da glicose
(o seu excesso pode levar ao diabetes). O implante EndoBarrier é introduzido no
duodeno por via endoscópica e o procedimento não leva mais do que uma hora. O
paciente permanece com o dispositivo por no mínimo um ano, podendo re-implantar
outro dispositivo após seis meses de intervalo. É especialmente indicado para
pacientes diabéticos ou com risco da doença, bem como com o IMC acima de 30.
O EndoBarrier é fabricado pela americana GI
Dynamics e já está em processo de aprovação na ANVISA, devendo chegar ao
mercado brasileiro em 2014.
Veja o site da GI Dynamics clicando AQUI
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Como seria o consumo se o mundo tivesse apenas cem carros?
Imagine como seriam os
carros se no mundo tivéssemos apenas cem automóveis. O que o consumidor
preferiria? Uma curiosa pesquisa realizada pela Buy Auto Insurence avaliou e
mostrou esse cenário. Se tivéssemos apenas cem carros:
- 54 seriam de montadoras asiáticas dos quais 42 seriam vendidos na Ásia. E 29 seriam japoneses. O mundo realmente assimilou a credibilidade dos carros feitos por lá.
- 54 teriam câmbio manual e 43 carros seriam movidos a gasolina – apesar dos EUA terem a preferência pelo câmbio automático, a população dos países pertencentes às BRICS tem a simpatia pelo câmbio manual. China e EUA, juntos, são grandes consumidores de gasolina, o que pesou estatisticamente.
Por fim, o estudo revela
também qual seria o carro que estaria na maioria das garagens do mundo:
Corolla, branco, câmbio manual e movido a gasolina.
Fonte: Notícias
Automotivas
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Rápidas de Humor intrépido - apocalísptico sucesso
....a criatura escreve um livro "bíblico" sobre SUCESSO e dá o prefácio pro EIKE BATISTA escrever. Báh! Eu largava tudo e ia escrever manuais do "érbalaife".
domingo, 22 de setembro de 2013
Bruce Springsteen - show histórico no Rock In Rio 2013
A performance e a atitude de
Bruce Springsteen no palco Mundo do Rock In Rio 2013 deixou claro porque é
conhecido como “the boss” (apelido que, segundo biógrafo oficial Peter Carlin,
ele não leva muito a sério).
| Passeio por Copacabana e generosidade com os fãs |
| fotos com fãs em frente ao hotel |
E essa coisa de respeito ao
público é dele mesmo. Mal chegado no Rio de Janeiro, foi confraternizar com fãs
em frete ao Copacabana Palace. Em passeio pela praia, parou e tirou fotos com
todo mundo, deu até uma palhinha num violão de uma menina em frente ao hotel.
Não basta ser carismático, tem que parecer também.
A voz de Bruce Springsteen
no coro do vídeo clip USA for África em 1984 foi meu primeiro contato com o
chefe. Como adolescente, acompanhei boa parte da acessão de carreira, até
Streets of Philadelphia em 1994. Depois, apesar de ter quatro discos dele, o interesse
oscilou assim como a carreira do próprio Bruce. Mas 30 anos depois, a voz e o
carisma mostram que ele ainda é o mesmo, só que muito melhor. Valeu Bruce.
Sociedade Alternativa (vídeo gravado por Thedy Correia em São Paulo, 18 setembro 2013)
sábado, 21 de setembro de 2013
Chiquinho Scarpa - "enterro'" do Bentley em prol da Doação de Órgãos
Quando a notícia de que o
Conde Chiquinho Scarpa ia enterrar seu
Bentley de 1,5 milhão de reais ganhou corpo em redes sociais, torci o nariz, com indiferença
– achei trash, como é trash ainda existir um Conde espalhafatoso. Muita gente
certamente fez o mesmo. Louco por louco... . Outras tantas pessoas se manifestaram
e a coisa ganhou corpo.
| Chiquinho Scarpa em discurso pró-doação de órgãos |
Eis que a surpresa ficou por
conta do que estava no pano de fundo. Uma campanha muito bem bolada da agência Leo
Burnett pra fazer um barulho danado sobre a Semana Nacional de Doação de Órgãos,
que vai de 23 a 29 de setembro – e conseguiu. É duro competir com tanta
poluição nas redes, os caras arrasaram. O viral atingiu o objetivo da Associação
Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), fazendo com que a imprensa
perseguisse ensandecidamente notícias sobre o “enterro”. A idéia era mostrar o
quanto enterramos coisas muito mais precisas do que um Bentley e que podem
salvar outras pessoas.
Na fan page de Scarpa, foram mais de 10 mil comentários esculhambando o Conde e, muitas curtidas depois, veio a revelação. A ideia era mostrar o
quanto enterramos coisas muito mais precisas do que um Bentley e que podem
salvar outras pessoas. Na encenação no pátio da mansão de Chiquinho Scarpa não faltou retro escavadeira, coroa de flores e até o Conde chorando, minutos antes do suposto "enterro" do Bentley.
O Conde é meio “excêntrico”,
mas aceitou ser bode espiatório da campanha e nessa ganhou o meu respeito.
Phonebloks - monte e desmonte seu celular como um LEGO
Em se tratando de
tecnologia, não raro, tem dias que a gente só quer um telefone que fale. O “combo”
telefone+máquina+agenda+computador+um monte de outras coisas as vezes atrapalha.
Quem já não passou pela situação de ter perdido o telefone sem passar todas as
fotos pro computador ou a agenda pra um sistema em nuvem?
Pois um novo conceito em
telefones pode mudar o eixo da cultura de celulares radicalmente. O Phone Block
vai permitir que o telefone seja montado e desmontado pelo usuário conforme a
utilidade do dia. Uma placa comutadora com tela única onde os dispositivos são
ordenados e conectados conforme a necessidade. Se a pessoa precisa apenas
falar, todo o resto é retirado e é conectado um módulo gigante de bateria. Se
precisa só da máquina fotográfica e do GPS, conecta-se apenas esses dois
módulos à placa. Quer usar apenas como WI-FI? Pode. Tudo como se fosse um
simplório LEGO, onde a função de cada peça e seus encaixes possíveis é
didaticamente mostrada no próprio aparelho. Um mar de possibilidades. Facilita
inclusive na hora do aperto. Um bloco defeituoso pode ser prontamente substituído
pelo próprio usuário sem qualquer dano ao resto do aparelho. Atualizações dos
componentes podem ser feitas de forma independente, sem inutilizar todo o
conjunto.
A simplificação, do conceito ao uso, permitiria inclusive uma gestão muito mais inteligente de resíduos de tecnologia, um sério problema em todo o nosso novo mundo. Forçaria a uma postura diferente, onde toneladas de componentes são descartados o tempo todo, todo o tempo. Será que teríamos menos lixo tecnológico a ser despejado não se sabe onde?
Pra por em prática uma plataforma como esta, diversas empresas se empenham em produzir cada parte. É menos gente correndo atrás de produzir o "seu todo" para dedicar tempo e recursos na concepção de uma pequena parte.
É realmente um conceito arrojado e que obriga a uma releitura desse mercado. Deve ter muita gente perdendo o sono em empresas de tecnologia. E se mordendo de raiva _ “afinal porque não pensei nisso antes?” Veja filme abaixo e dê seu apoio a essa causa.
Pra por em prática uma plataforma como esta, diversas empresas se empenham em produzir cada parte. É menos gente correndo atrás de produzir o "seu todo" para dedicar tempo e recursos na concepção de uma pequena parte.
É realmente um conceito arrojado e que obriga a uma releitura desse mercado. Deve ter muita gente perdendo o sono em empresas de tecnologia. E se mordendo de raiva _ “afinal porque não pensei nisso antes?” Veja filme abaixo e dê seu apoio a essa causa.
fonte: GEEKLogic website
domingo, 8 de setembro de 2013
Squash nas Olimpíadas de 2020 - ainda não foi desta vez
O Squash é competitivo,
plástico, reúne homens e mulheres sem qualquer distinção. Custa barato para
praticar, já foi considerado o esporte mais saudável e completo do mundo pela
revista Forbes, pois exige tanto do físico quando da mente. Mas nem esse resumo
perfeitamente desenhado e promovido aos quatro ventos por Ramachandran, Presidente do PSA e do Comitê Squash
2020 foi suficiente para que o Squash passasse à categoria de esporte olímpico.
No domingo de 08 de setembro de
2013, em sessão de número 125, realizada no Hotel Hilton de Buenos Aires, o
Comitê Olímpico Internacional escolheu o Wrestling como a modalidade a entrar
para os Jogos Olímpicos de 2020 e 2024 - a primeira data já tem sede revelada, Tóquio. Wrestiling quer dizer
"Luta" em inglês e é uma arte marcial que utiliza técnicas de
agarramento como a luta em clinch, arremessos e derrubadas, chaves, pinos e
outros. Em tempos de MMA, dois caras se pauleando num octógono está na moda...
O Squash e
o Baseball-Softball eram as outras modalidades que pleiteavam a mesma
oportunidade. A votação a seguinte: 49 votos para o Wrestling, 24 votos para o
Baseball e 22 votos para o Squash.
É uma pena que o Squash ainda
não consiga o peso necessário para fazer valer uma votação como esta. Dos três esportes candidatos, é o único que ainda não teve chance de se tornar olímpico, os demais já foram e saíram. Não se
sabe quais interesses ou peculiaridades estão por trás de uma votação como
esta, mas como em todo grande negócio, nada passa imune nem por acaso.
Como diz o Professor Fábio
Milani, resta a expectativa de que o IOC possa ampliar o número de modalidades
participantes, só assim as três modalidades entrariam. Quem sabe...
Veja vídeo promocional do Squash 2020
fonte: Squash 2020 delegation website.
sábado, 7 de setembro de 2013
Nanocomplex - Uma pílula pode cortar o efeito do álcool
Que o efeito nefasto de uma
noite de bebedeira tira a pessoa do planeta terra, ninguém tem dúvida. Bem, mesmo
quem pega um pouco mais leve sabe que o famoso “pilequinho”, não tem nada de
inocente, tanto na questão social quanto em relação à saúde. Mas, se depender
de um grupo de Cientistas da Universidade da California, os dilemas relativos
ao álcool vão ganhar um poderoso aliado. Liderados pelo Professor Yunfeng Lu,
esta turma está desenvolvendo um antídoto contra a intoxicação pelo álcool. O
antídoto é a junção entre duas enzimas, álcool oxidase e catalase. A
combinação, chamada Nanocomplex, reduziu drasticamente os efeitos do álcool em
ratinhos intoxicados.
O processo de metabolização
do álcool pelo fígado é muito lento, na razão aproximada de uma gota de álcool
por hora. O resultado disso é a permanência no sangue, por um longo tempo, de tudo
o que foi “bebido”. O truque é
justamente reproduzir esse processo no organismo só que num tempo muitíssimo
mais rápido, efeito conseguido com camundongos: após 10 minutos, notou-se uma
redução de 10% na concentração de álcool, 32% após uma hora e 37% após 3 horas.
Pensando em termos mais
práticos, pode a luz no fim do túnel para a diminuição drástica de risco de
morte no trânsito, fruto da inconsequência de motoristas embriagados. Se a conscientização frente aos maus hábitos é
lenta ou pouco eficaz, vem a ciência dar uma mãozinha.
A pesquisa já foi publicada
na revista Nature Nanotechnology.
fonte: policymic.com e superinteressante.com
fonte: policymic.com e superinteressante.com
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comportamento,
consciência,
inovação,
medicina,
nanocomplex,
não foi acidente,
pesquisa,
saúde,
universidade da califórnia,
Yunfeng Liu
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Estudo comprova melhora de pacientes com telemedicina
Pesquisadores do UC Davis Children's Hospital descobriram que as consultas por vídeo melhoram os resultados de pacientes pediátricos em áreas rurais dos EUA
(Saúde Web - matéria na íntegra)
A tecnologia de telemedicina é um grande chamariz nos dias de hoje, mas é realmente efetiva
na melhora dos pacientes? Pesquisadores do UC Davis Children’s Hospital dizem
que sim.
Eles
descobriram que as consultas via telemedicina melhoram significativamente os
resultados para pacientes tratados em emergências pediátricas rurais que não
possuem especialistas em pediatria. Também descobriram que um médico tem mais
chance de ajustar diagnósticos e tratamentos após uma videoconferência com um
especialista.
“A
telemedicina é o futuro”, afirmou Madan Dharmar, professor assistente em
pesquisa no programa de telemedicina pediátrica da UC Davis, e o autor do
estudo. “A falta de médicos em comunidades rurais não será solucionada com o
aumento de número de profissionais, mas com o aumento do número de médicos
disponíveis por meio da telemedicina”.
Apenas 3%
dos especialistas em cuidados pediátricos críticos vivem em áreas rurais,
atendendo 21% das crianças dos Estados Unidos que vivem nesses locais. A
comunicação cara-a-cara foi responsável pela melhoria dos resultados, segundo
James Marcin, diretor do UC Davis Children’s Hospital Pediatric Telemedicine
Program e autor sênior do estudo. “É gasto mais tempo em uma consulta por vídeo
do que por telefone. Médicos rurais perguntam mais e os médicos da UC fornecem
mais recomendações nas videoconferências”.
“Quando você
vai consultar um médico, eles não te atendem de olhos fechados”, adicionou
Marcin. “Fornecemos melhores conselhos de olhos abertos”. Os
pesquisadores examinaram dados coletados de cinco departamentos de emergência
pediátrica, de 2003 a 2007. Eles foram equipados com equipamentos de
telemedicina, que de início foi recebida com resistência. “Alguns dos
médicos rurais mais antigos disseram ‘Posso fazer isso por telefone, por que
devo usar isso?’”, explicou Marcin. “Mas quando os médicos usavam os aparelhos,
passavam a gostar e usar mais”. Para ajudar
o processo de adoção, os médicos da UC Davis conduziram testes periódicos de
chamadas para verificar e ajudar os médicos rurais a se ajustarem à tecnologia.
Alguns ficam desconfortáveis ao se verem na tela, adicionou Marcin, então os
testes os ajudavam a se aclimatarem.
Cada vez
mais, os benefícios da telehealth (telesaúde) estão sendo reconhecidos. A
senadora do estado da Flórida, Arthenia Joyner, está apoiando uma lei que
tornará a Flórida o vigésimo estado americano a exigir que as seguradoras
privadas cubram os serviços de telemedicina. “A tecnologia está pronta para o
uso”, finalizou Marcin. “Não há desculpas para não usá-la”.
* Por Alex Kane Rudansky, da InformationWeek Healthcare USA
* Tradução por Alba Milena,
especial para o InformationWeek Brasil
domingo, 25 de agosto de 2013
Kite Patch - fique "invisível" aos mosquitos
O mosquito é um bicho que dá medo. Pequeno,
não tem nada de insignificante. Porém a lista de doenças cujo mosquito é o
principal protagonista (ou vetor) ao longo do tempo é enorme e um eventual
desaparecimento de suas espécies (aleluia), não ia deixar saudades. Salvo
algumas espécies de peixes de água doce e sapos, a praga não chega a ser parte importante
do cardápio de outras espécies relevantes. Se entrasse em extinção, rapidamente
a “iguaria” seria substituída por outro alimento.
Ao que parece, nem todo o tipo de mosquito
traz doenças, mas os mais envolvidos com a tarefa são os do gênero Anopheles,
justamente os que têm mais intimidade com a rotina de humanos. Ou seja, eles
estão entre nós o tempo todo. Voltando à lista, doenças como malária, febre
amarela e dengue são as mais importantes. Pra se ter uma idéia do estrago,
segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de milhão de pessoas morre todo o ano de malária,
principalmente nos países africanos. A Dengue acomete cerca de 100 milhões de
pessoas por ano em mais de 100 países e a Febre amarela já teve seus dias de
glória (hoje, tanto no Brasil quanto mundialmente, o combate à doença tem produzido
estatísticas cada vezes menores). E parou aí a aula de biologia.
Tudo isso pra dizer o quanto fiquei feliz ao saber
que existe um laboratório americano independente que, por meio de doações busca
um feito notável: pesquisar, desenvolver e dar forma comercial a modelos científicos e tecnologias capazes de afastar os mosquitos dos humanos. Só por
isso, o Olfactor, de Riverside (CA), deveria receber ajuda financeira de todos os alérgicos do
mundo (esses, por certo fazem parte da oposição mais “soft” ao mosquito).
Segundo pesquisas já publicadas, nosso corpo emite
dióxido de carbono, substância irresistível para os mosquitos. Nessa linha de
pesquisa, a equipe de cientistas do Olfactor desenvolveu um patch com um
principio ativo que desorienta o “radar” do mosquito para detecção de dióxido de
carbono. Isso torna a pessoa invisível “aos olhos” do bicho.
Nos site de crowdfunding Indiegogo, o
laboratório pediu 75 mil dólares pra testar o invento em Uganda (África).
Conseguiu mais de 250 mil – prova de que o ódio aos mosquitos é maior do que se
pensa. Aperfeiçoado o invento, a equipe do Olfactor vai partir para a exploração
comercial do patch. Daí pra frente, é morte anunciada aos inceticidas, tais
quais os conhecemos hoje em dia.
fontes: Newsweek.com, exame.com, olfactor website, folha.com, OMS website, Blomberg Businessweek website.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
"Luz engarrafada" - mudou a vida de 1 milhão de pessoas
Mudança é atitude e sempre vale por mil palavras. Pessoas anônimas melhoram a vida dos outros e não ganham créditos por isso. Também não fazema menor questão. Ajudar os outros é o maior prêmio.
Um dia de apagão bastou pra que Alfredo Moser, um mecânico de
Uberaba, Minas Gerais, mudasse pra sempre a vida de mais de um milhão de
pessoas no mundo. O inventor autodidata juntou uma garrafa pet, duas medidas de
cloro e 2 litros d’água. Estava criada a lâmpada de Moser, um invento que
permite iluminar uma casa durante o dia. A lâmpada, fixada no teto da casa e
utilizando a refração da luz natural, produz o equivalente a uma lâmpada de 40
a 60 watts, dependendo da luz do sol. Segundo Moser, o cloro é pra evitar que a
água fique verde pela proliferação natural de algas.
| Alfredo Moser e a Lâmpada de Moser - invento que mudou a vida de 1 milhão de pessoas carentes |
Moser já instalou seu invento em casas de amigos e até num
supermercado. Jamais pensou em ganhar dinheiro com a coisa, mesmo cobrando uns
trocados pelo trabalho. Considera a luz um dom divino e acredita que sua
invenção é uma forma de ajudar as pessoas a economizar dinheiro.
fontes: BBC News e G1.
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