domingo, 26 de maio de 2013

Primeira arma feita em Impressora 3D - inacreditável

Caso queira saber um pouco mais em detalhe sobre impressoras 3D, em março de 2011 tivemos um post só sobre o assunto, clique aqui. Assim, vai saber exatamente do que estamos falando.

A inventividade humana vai continuar sendo o nosso céu e o nosso inferno. Paradoxo de conversa de bar, de beira de churrasqueira. Impressoras 3D, até então tidas como novidade, já participam da nossa rotina, na criação de protótipos para a construção civil, peças para a indústria automobilística e uma série de utilizações e novas possibilidades. O próximo passo é cair o preço, até então proibitivo, um dos principais fatores restringentes ao uso comum dessas impressoras. Num futuro próximo, qualquer mortal vai poder criar sua própria cadeira ou mesinha de centro, em questão de minutos. Por outro lado, tem gente que não vai se contentar com tão pouco. Tudo tem um preço. Uma ONG americana sediada no Texas chamada Defense Distributed divulgou recentemente um vídeo dos testes realizados com a primeira arma feita em impressora 3D. Essa instituição se diz defensora do direito, garantido na constituição americana, dos americanos de ter suas próprias armas. Investir na fabricação “caseira” de armas é visto como uma forma de avanço nessas garantias.
Liberator - projeto disponível pra download
no site da Denfense Distributor
A Revista Forbes documentou os testes e afirma não ter presenciado qualquer incidente durante os testes. A arma se chama Liberator é feita em 16 partes, sendo que 15 delas foram elaboradas com a ajuda da impressora 3D Stratasys. A outra parte é feita em metal não funcional para que a arma cumprisse a Lei de Armas de Fogo dos Estados Unidos. No site da ONg, foram liberados os projetos para quem quiser fazer a arma, ao estilo “do-it-yourself”.

“Reconheço que ela pode ser usada para machucar as pessoas. Isto é o que ela é: uma arma. Mas não acredito que isto seja um motivo para não disponibilizá-la. Penso que a liberdade, no final, é o interesse maior”, disse Coddy Wilson, fundador da Defense Distributed à Forbes.


Há quem diga que esse tipo de arma já tinha sido testada e que a iniciativa da Defense Distributed não é exatamente uma novidade. Não importa. Mais gente gastando prestígio, tempo e dinheiro pra atentar contra a vida do que pra construir algo útil. Mesmo em nome da autodefesa, não tem desculpa. Prefiro ficar com a cadeira e a mesinha. Minha opinião. Veja o vídeo.



Fonte: Exame.com, Defense Distributed website e Revista Forbes

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Angelina Jolie: a heroína cretina

(por André Forastieri, na integra)

Jovem, Angelina Jolie se cortava com navalhas e chafurdava em drogas. Adulta, paga picaretas para anestesiá-la e cortá-la com bisturis. Estrela, em uma década se transmutou de anabólica Mulher Maravilha em Mater Dolorosa. Se arrasta esquálida por tapetes vermelhos e aeroportos, carregando a pobre humanidade, versão multicor de chupeta, embaixatriz da ONU, metade do casal mais famoso do mundo.

Decidiu realizar uma dupla mastectomia preventiva. Explicou os porquês em um artigo para o New York Times. Não existem porquês. Tirar as duas mamas saudáveis é loucura varrida. O texto rescende a sensatez. É macabro. Ela diz que revelou o segredo para inspirar outras mulheres. É irresponsável. O New York Times se rebaixa a pasquim, publicando o texto. Que, como tudo em Hollywood, parece produto de especialistas em relações públicas. E é. Mesmo que o press release seja mesmo de autoria de Jolie.

Angelina conta que carrega mutações no gen BRCA1, que a predispõe ao câncer de mama e ovário. Explica que médicos deram 87% de chance de ter câncer de mama, e 50% de câncer no ovário, em algum momento de sua vida. Um câncer de ovário matou sua mãe, que tinha a mesma tendência genética, aos 56 anos. Para diminuir radicalmente seu risco de ter câncer, Angelina tirou os dois peitos completamente e botou implantes no local.

Entre ricos e famosos cirurgia é o arroz com feijão de cada dia. A própria Angelina já fez várias, mudou de rosto etc. Nasceu com muito a seu favor, mas ninguém nasce perfeito. Tinha narizinho achatado, cara redondinha, uma perfeita polinésia. A busca da perfeição leva à loucura. Que é a única explicação razoável para a decisão da atriz. Seu médico topou fazer? Tem médico que topa qualquer coisa. Médicos de Hollywood transformaram Michael Jackson naquele monstro...

Angelina tem 37 anos e saúde perfeita. Tem 100% de chance de morrer de alguma coisa algum dia. Todos nós carregamos este e aquele gen que nos predispõem a isso e aquilo. Hoje muitos de nós têm acesso a exames que podem detectar essas doenças em seu início, e podemos tratá-las a tempo. Seria desejável que toda a humanidade tivesse acesso a medicina preventiva gratuita. Jolie, milionária, pode pagar os melhores exames e médicos do mundo. Qual a medida racional, em casos como o seu? A maioria dos especialistas recomenda mamografia e ressonância magnética anuais, simples assim. Se o câncer der sinal, dá pra matar no ninho. Jolie decidiu pelo que havia de mais agressivo e invasivo e explosivo.

Câncer de mama é o câncer mais comum entre mulheres. Como evitar? Não há garantias, mas os maiores especialistas em câncer repetem sempre as mesmas recomendações: dieta balanceada, alguma atividade física, pouco álcool, peso adequado à altura e idade, autoexame, mamografia anual. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, dos EUA, 98% dos cânceres de mama não têm nenhuma relação com mutação do gen BRCA-1. O exame para detectar o problema custa, lá, três mil dólares. Entre cinco e dez por cento dos casos são hereditários, conforme o grupo étnico (é mais comum entre mulheres nórdicas do que asiáticas, por exemplo). O resto é consequência da vida que a mulher leva. Uma mulher qualquer - você - tem em média 12% de chance de ter câncer de mama em algum momento da sua vida.

Repetem que Jolie tomou sua decisão baseada nos melhores dados científicos. Em seu artigo ela diz: "reconheço que existem muitos médicos holísticos maravilhosos trabalhando em alternativas à cirurgia." Faz parecer que a terapia normal é a mastectomia dupla preventiva, quando é uma aberração, e que as alternativas é que são o resto. E não existe medicina holística. É bruxaria, charlatanismo, e se Jolie reconhece sua eficácia, não tem a menor noção do que é ciência.

Garantem que temos que respeitar e aplaudir sua coragem, leio. Não e não. O que ela fez e escreveu pode e deve ser discutido e contestado. É figura pública, a mulher mais pública do mundo, e usou sua celebridade para influenciar a opinião das mulheres mundo afora. Quantas mulheres com a mesma mutação de Jolie não se sentirão tentadas, ou pressionadas, a seguir o seu exemplo?

Angelina Jolie não tem que ser beatificada. Como toda santa, não existe. É uma construção de relações públicas, é uma atriz. Interpretava o papel da supermulher, Lara Croft, gata valente. Hoje posa como exemplo de mulher perfeita - excelente profissional, mãe dedicada, elegância personificada, desprendimento absoluto, casamento perfeito com o homem perfeito, Brad Pitt. Ah, e agora corajosa combatente do câncer.

O tratamento não era necessário, porque Angelina não estava doente. Sua decisão foi baseada em coisa nenhuma. Sua divulgação da maluquice é péssima influência sobre as mulheres do mundo, com câncer de mama ou não. A recepção da imprensa foi escandalosamente leniente e irresponsável. Angelina é cretina. Mais idiotas são os que a tomam por heroína.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Comer insetos pode ajudar a combater obesidade, diz ONU


Por Catherine Hornby (Agência Reuters, matéria na integra)

ROMA , 13 Mai (Reuters) – A simples ideia de comer besouros, lagartas e formigas pode dar arrepios, mas os autores de um relatório das Nações Unidas publicado nesta segunda-feira afirmam que os benefícios do consumo de insetos nutritivos podem ajudar a combater a obesidade.

Mais de 1.900 espécies de insetos servem de alimento a seres humanos em todo o mundo, principalmente na África e na Ásia. Mas em países do Ocidente, geralmente as pessoas torcem o nariz para o sabor de gafanhotos, cupins e outros pratos crocantes como esses.

Os autores do estudo realizado pelo Departamento Florestal, que faz parte do órgão da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), dizem que muitos insetos contêm a mesma quantidade de proteínas e minerais das carnes e gorduras mais saudáveis que os médicos recomendam em dietas balanceadas.
“No Ocidente temos um viés cultural tendencioso e pensamos que, como os insetos vêm de países em desenvolvimento, não podem ser bons”, disse o cientista Arnold van Huis, da Universidade de Wageningen, na Holanda, um dos autores do relatório.

Eva Muller, da FAO, observou que restaurantes na Europa começaram a oferecer pratos à base de insetos, apresentando-os aos clientes como iguarias exóticas.
O restaurante dinamarquês Noma, por exemplo, apontado em uma pesquisa como o melhor do mundo por três anos consecutivos, é conhecido por oferecer pratos com ingredientes como formigas e gafanhotos.

Além de ajudar na batalha contra a obesidade – que, segundo as estimativas da Organização Mundial de Saúde, quase dobrou desde 1980 e afeta cerca de 500 milhões de pessoas – a produção de insetos depende de menos terra do que a pecuária tradicional, e gera menos gases relacionados ao efeito estufa, diz o relatório.

Essa seria também uma oportunidade de negócios e de exportação para pessoas pobres nos países em desenvolvimento, especialmente as mulheres, que na maioria das vezes são as responsáveis pela coleta de insetos nas comunidades rurais.

Segundo Van Huis, as barreiras para desfrutar alimentos como iogurte com larva de abelhas são psicológicas. Em um teste às cegas realizado por sua equipe, nove em cada dez pessoas preferiram almôndegas feitas em parte com carne e em parte com larvas em relação àquelas somente.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

MBA Executivo - Ranking Financial Times das Melhores Escolas de Negócios


Os cursos abertos de Educação Executiva mundo afora tem sido o sonho juvenil de consumo dos Executivos os quais buscam dar um "up" em sua empregabilidade.  Pra quem deseja fazer um curso livre deste nível, prepare o bolso, o investimento não é pequeno. Cursos nas melhores escolas brasileiras e internacionais podem variar entre 70 e 150 mil reais.

Anualmente o Financial Times publica um Ranking com as melhores Escolas de Negócios do mundo. Pelo 3 ano consecutivo, a americana Duke ficou com o 1º lugar. Das brasileiras, apenas duas constam do Ranking: a melhor posicionada é a Dom Cabral, na 16º posição e em 36º está o INSPER. Em 2011, FDC chegou a desbancar a famosa Harvard Business School (13º posição em 2012), figurando na 3ª posição, porém nesta atualização perdeu oito posições. 

Veja abaixo o ranking 2012:
fonte: Financial Times Business Schooll Rankings e Exame.com

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A mais pura arte do Squash


Com a palavra, Manoel Pereira, Squash Player.



“O jogo de squash é disputado em uma quadra com 9,75 m (comprimento) X 6,40 m (largura). Nela dois jogadores tem como objetivo responder à jogada do seu oponente devolvendo a bola contra a parede frontal, que tem como medida, na parte inferior 0,48m e na parte superior 4,57 m, criando situações de dificuldade para levá-lo ao erro.

Sem obstruir a visão da bola ou provocar uma colisão, permitindo-lhe toda liberdade na execução da jogada.

Cada ponto começa com o saque, que deve ser batido com pelo menos um pé do jogador dentro do quadrado de serviço (1,60 X 1,60 m). A trajetória da bola deverá ser da raquete para o campo de resposta de saque do adversário (4,26 X 3,20 m), batendo primeiramente na parede frontal entre a linha do saque (1,83 m de altura) e a linha do jogo (4,57 m de altura). Assim se inicia a seqüência de jogadas que tem como campo de jogo as paredes laterais e também a parede do fundo (2,13 m de altura), sendo que a bola deve pingar apenas uma vez no chão.

Conquista o ponto, o jogador que provocar o erro do oponente, que não conseguiu fazer o retorno à parede frontal ou que não alcançou a bola antes do segundo pingo. A contagem é feita até 11 pontos direto. Os jogos podem ser disputados em melhor de 3 ou 5 partidas.
Para as competições é necessária a presença de um árbitro.”

As regras do Squash são de uma simplicidade quase poética, bem escritas acima por um campeão – Manu, um cinco maiores squashistas brasileiros nesse que é um esporte ainda tão menor em visibilidade que seu valor real nesse nosso Brasil chamado país. Manu descreve o Squash desta forma, direta como uma receita de um bolo muito especial, na fan Page de sua academia, a Academia Manu Squash (Ribeirão Preto/São Paulo – Brasil). Passe por lá e dê seu “curtir”.

Abaixo o vídeo mais charmoso que já vi sobre o Squash. Com vocês, os Campeões mundiais Ramy Ashour e Nicol David trabalham pra que Squash torne-se de vez um Esporte Olímpico.

sábado, 4 de maio de 2013

Mulheres fumantes - duas vezes mais risco de Câncer de Intestino


Para a mulherada que ainda se deleita dando longas baforadas e fazendo lindos círculos de fumaça, más notícias.

Um estudo recente, publicado na Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention (uma publicação da The American Association for Cancer Research) aponta evidências de que mulheres fumantes tem maior risco de desenvolver câncer colorretal do que homens fumantes.

Responsável pela pesquisa, a Dra. Inger Torhild Gram (Professora do departamento de medicina comunitária da Universidade de Troms, Noruega) pesquisava a explosão dos casos de Câncer Colorretal nos últimos 50 anos, quando se deparou com o achado. Segundo Gram, “essa contatação nos mostra que um número cada vez maior de mulheres que fumam um número moderado de cigarros diariamente desenvolverão câncer de cólon no futuro”. O estudo mostra que mulheres fumantes tiveram 19% mais câncer de cólon do que mulheres não fumantes, enquanto que o índice entre os homens foi de 9%. Porém não foi possível observar outros fatores de risco combinados, como álcool e a dieta dos pacientes.

O câncer colorretal é o 3º diagnostico mais comum de câncer nos EUA e a segunda causa de morte, segundo o National Cancer Institute (NCI). No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Cãncer (INCA), a taxa é de 15 casos para cada 100 mil habitantes/ano, sendo que as mulheres apresentam maior número de casos do que os homens.

O estudo reforça a  tese de que as mulheres podem ser mais suscetíveis aos efeitos deletérios do cigarro do que os homens. A maior incidência se deu principalmente entre as que começaram a fumar por volta dos 16 anos e aquelas que fumaram por muitos anos.

fonte: Fox News.com e Folha de São Paulo 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Pélico - Que isso fique entre nós

Robson Pélico

Cansado de ouvir sempre as mesmas coisas, invisto um pouco de tempo na busca de gente que ainda não ouvi, vozes novas, arranjos diferentes, sons improváveis. O tempo é curto, mas vale a pena essa busca. O mundo da música anda muito chato quando se passa dos 40. É preciso garimpar. 

E rastreando, achei o Pélico (nome completo, Róbson Pélico, paulistano). Um som sofisticados, para ouvir baixinho, uma voz melodiosa, com teclados sintetizados e até um fagote, em um arranjo muito bem costurado. As músicas falam de amores e frustrações, muito embaladas pelo momento de separação do cantor  lá por 2010 (O último disco, “Que isso fique entre nós”, é de 2011). Crises emocionais costumam gerar bons discos, apesar dos clichês em torno do tema, mas aqui não é o caso - de um coração partido, ficou um som de qualidade. Ouça Pélico e tire suas conclusões. Eu gostei.  


terça-feira, 23 de abril de 2013

REPFARMA - Capacitar para Crescer


Capacitar-se é tornar-se habilitado pra desempenhar uma determinada atividade. Para qualquer atividade, a capacitação abre as portas pra que determinada pessoa seja exposta à oportunidades de trabalho, vagas as quais necessitam de pessoas de alto desempenho para ocupá-las.

Na indústria farmacêutica, existe uma profissão que não é “pop”, como um engenheiro, um advogado ou um chef de cozinha: A Propaganda Médica, atividade relativamente nova (legitimada pela CLT por meio da Lei 6224 de 1975), exercida por um profissional de vendas (Propagandista). O Propagandista é contratado por um laboratório farmacêutico e treinado para visitar médicos, com o objetivo e conquistar a preferência desses profissionais para que prescrevam seus medicamentos. A Propaganda Médica é uma atividade desenvolvida mundialmente, mas exercer essa atividade no Brasil é estar sob rigorosa regulamentação do Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução CFM Nº 1.974/2011. A resolução estabelece limites éticos na relação entre a Indústria Farmacêutica e Médicos.

Para exercer a atividade de Propaganda Médica de forma produtiva e, da mesma forma, dentro da ética estabelecida pelo CFM, laboratórios investem cada vez mais em treinamento e desenvolvimento, buscando formar profissionais capazes de bem representá-los. O Propagandista precisa ter conhecimento técnico sobre fisiologia e farmacologia, para que possa transmitir informações para médicos, enfermeiros e outros profissionais ligados a área da saúde.  

O interesse pela atividade tem crescido de forma inversamente proporcional ao número de vagas disponíveis no mercado. Voltamos então ao início do nosso tema: capacitação. E quando a demanda por gente capacitada encontra, na outra ponta um afunilamento de vagas, surge a necessidade da diferenciação – o candidato a Propagandista que busca conhecimentos sobre a atividade ANTES de ser avaliado e contratado, pode aumentar sua empregabilidade. É a sobrevivência do mais capaz.

André Reis, idealizador da REPFARMA
E quem primeiro percebeu a oportunidade de capacitar pessoas por meio de cursos livres para serem promotores na área da Saúde foi a REPFARMA. Iniciada em 2010, a REPFARMA surgiu por iniciativa de seu proprietário, André Reis. A empresa é líder no segmento de ensino com foco no treinamento de Propagandistas. Segundo André, a REPFARMA age como uma facilitadora no ingresso de pessoas que desejam entrar no segmento.  Só em 2012, a empresa, com sede no Rio de Janeiro, já formou mais de 400 alunos e em 2013 estende sua bem sucedida operação para os estados de São Paulo e Minas Gerais. 

A área da saúde no Brasil precisa de capacitação e desenvolvimento em diversas frentes. Fornecer para o mercado pessoas mais preparadas para a função de Propaganda Médica é um passo adiante, num segmento de grande responsabilidade entre os envolvidos. As empresas farmacêuticas oferecem as melhores oportunidades aos que buscam ficar acima da média. A REPFARMA trabalha incessantemente para elevar essa média.

Para saber mais detalhes sobre a REPFARMA, clique aqui

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Uma História de Leões e Impostos


Esses dias li sobre a injusta alusão entre o Imposto de Renda e o Leão (o bicho). 


O leão é um animal que tem fome, mas quem caça é a leoa, não o leão. E a leoa, quando pega a presa, devora tudo. O leão do imposto não mata e por um fato simples - da mesma forma como o crack é menos rentável comercialmente do que a cocaína porque mata o freguês, o leão do imposto não pode devorar a galinha dos ovos de ouro (no caso, nós). Então, ele asfixia o sujeito, mas não mata.
ideia de associar a imagem do bicho ao tributo é nossa, brasileira mesmo e aconteceu em 1979. A Receita Federal brasileira disparou uma forte campanha contra a sonegação de impostos e escolheu o leão para dar o recado: o apelo era de força, justiça, atitude pacífica, mas sem tolerância com os devedores. Deu tão certo que virou expressão corrente: acertar as contas com o leão. 

A história do tributo é antiga, mas os registros formais de que se tem notícia datam da época em que a Inglaterra precisava de dinheiro pra financiar a guerra contra Napoleão. Terminada a guerra, o Imposto de Renda foi extinto, voltando a ser cobrado vários anos depois. No Brasil, entrou em vigor de verdade no ano de 1922, com a lei 317.


fonte: Brasil escola e Wikipedia

sábado, 13 de abril de 2013

SANOFI E AMYRIS ANUNCIAM UMA REVOLUÇÃO NO TRATAMENTO DA MALÁRIA

Bill e Melinda Gates

O LABORATÓRIO FRANCÊS E A EMPRESA DE BIOTECNOLOGIA AMERICANA COMEÇAM A PRODUZIR ESTE ANO EM ESCALA INDUSTRIAL A DROGA MAIS EFICAZ CONTRA A DOENÇA
O laboratório francês Sanofi anunciou ontem (11/4) que está pronto para produzir em escala industrial o tipo de droga mais eficaz no tratamento da malária, um flagelo social em países tropicais. A doença mata 650 mil pessoas por ano, a maioria crianças em países pobres. O medicamento foi desenvolvido em parceria com a Amyris, uma empresa de biotecnologia americana, com sede em Emeryville, na Califórnia. A pesquisa — uma odisseia — durou dez anos. O projeto foi bancado pela Fundação Bill e Melinda Gates, criada pelo fundador da Microsoft.
A Sanofi pretende produzir este ano, em uma fábrica na Itália, 60 milhões de doses da artemisinina, uma substância essencial no combate à malária. Esse volume corresponde a um terço da demanda mundial. A droga atua de maneira rápida no organismo e é indicada como referência para o tratamento da doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O problema: até agora, sua extração era precária, feita a partir de uma planta. Assim, a produção, limitada, também estava sujeita à sazonalidade.
O novo processo de síntese da matéria prima pode ocorrer durante todo o ano e demora cerca de três meses. Tal prazo representa um quinto do tempo consumido pelo método convencional, à base de plantas
O pulo do gato da Amyris foi alterar geneticamente o DNA de uma levedura, que se tornou capaz de processar a artemisinina com eficácia inédita. Ganhos extraordinários de produtividade foram obtidos recentemente em laboratório e anunciados pela empresa na quinta-feira (11/4). O rendimento na produção foi multiplicado por 15. Isso numa só tacada. Pra completar, o novo processo de síntese da matéria prima pode ocorrer durante todo o ano e demora cerca de três meses. Tal prazo representa um quinto do tempo consumido pelo método convencional, à base de plantas. Agora, espera-se que a atuação da dupla Sanofi-Amyris estabilize a oferta da droga no mercado mundial.

O preço do produto também deve cair. A artemisinina será produzida pela Sanofi em um sistema "sem lucro, sem prejuízo". Hoje, a cotação da substância oscila entre US$ 350 e US$ 1,2 mil por quilo. Inicialmente, o laboratório francês pretende vender a droga pelo valor mais baixo praticado no mercado. Caso reduzisse ainda mais o preço, poderia quebrar os pequenos produtores que atuam nesse segmento.

Embora o desenvolvimento da droga esteja embalado em um megaprojeto social, sem fins lucrativos, a Sanofi e a Amyris tendem a se beneficiar com a produção. Ambas ganham em prestígio — dentro e fora da indústria farmacêutica. Isso sem contar com a valorização das ações. Ontem, por exemplo, os papéis da Amyris subiram nos Estados Unidos. Passaram de US$ 2,87 para US$ 3,17 no instante de maior pico. Na tarde desta sexta-feira (12/04) estavam cotados a US$ 2,92. Em maio, eram comercializados a US$ 1,69. Os da Sanofi avançaram de US$ 48,99 em meados de março para US$ 52,50, na tarde de ontem. Faz sentido. Como dizem os executivos da Amyris, este é um dos primeiros projetos de grande porte da biologia sintética no planeta, com potencial impacto no mundo real.
Época Negócios, matéria na íntegra - POR CARLOS RYDLEWSK

Super anticorpos contra o HIV


Pesquisadores relatam um avanço na geração de anticorpos poderosos que podem neutralizar o HIV

A partir do momento em que o vírus HIV infecta a sua vítima, inicia uma guerra entre sistema imunológico e vírus. Os anticorpos encarregados de combater e destruir o HIV são eficazes apenas nas primeiras semanas. A medida que o vírus vai sendo combatido, os que sobram sofrem mutações e esse é um processo contínuo - quem vence o confronto final é sempre o vírus. Só que isso acontece em 80% dos casos. Mas e os outros 20%? Segundo estudo da Duke University School of Medicine (publicado na revista Nature) existe uma gama anticorpos de chamados “saqueadores virais” que são capazes de virar o jogo na guerra imunológica, podendo neutralizar a ação do HIV. Estimular o corpo a produzir esses anticorpos não tem ajudado muito – ao assumir uma forma diferente, tais anticorpos podem se voltar contra o próprio sistema imunológico ou se ligam também á células saudáveis, tentando destruí-las.

Mas, segundo o líder da pesquisa, Professor Barton Haynes, um mapeamento cuidadoso das mutações provocadas pelo HIV pode estimular o corpo a produzir anticorpos verdadeiramente neutralizantes.

"Rastreamos os indivíduos a partir do momento da infecção pelo HIV até o momento em geraram anticorpos neutralizantes. Então mapeamos e isolamos o vírus, acompanhando cada passo ao longo do eliminando as dúvidas sobre o que induziu os anticorpos. Nós temos um mapa sobre como recriar as versões [do HIV] sequenciais que poderiam dirigir linhagens de anticorpos específicos”, afirma Haynes.

O estudo foi realizado com amostras de sangue de 400 pacientes observados por 3 anos, desde o momento da infecção pelo HIV. Foi possível observar que a primeira linhagem de anticorpos surge após 14 semanas desde a infecção. Esses anticorpos se mostraram capazes de se ligar a partes pouco mutáveis do vírus e, por isso, serão a base para a produção de uma possível vacina.

Segundo o Professor Heynes, cada pessoa infectada reage de uma forma diferente, o que os leva a ter que produzir diferentes versões do anticorpo neutralizante. Mas, a exemplo das drogas anti-retrovirais utilizadas atualmente, esse é um caminho viável e mais um avanço importante contra o HIV.
fonte: TIME Health & Family 

domingo, 7 de abril de 2013

"Não Foi Acidente" - um longo caminho pela frente


Se você  fica inconformado com a estupidez de quem bebê e dirige, compartilhe 

A lei ficou mais dura no Brasil pra quem bebe e dirige. Mas o endurecimento da lei está longe de ser o ideal e também não significa que o movimento em torno do assunto tenha diminuído. Campanhas como “Não Foi Acidente” ainda são necessárias e precisam de reforço constante. Pessoas bebem, dirigem, cometem atrocidades e continuam dirigindo. Por um momento de festa, colocam em risco gente cuja lista de nomes segue infindável. Então temos que ser repetitivos mesmo.

Bebe e dirige? Não tem perdão. Não tem defesa e nem consideração. A leniência não é aceitável, ainda que, repito, estejamos longe de uma legislação implacável.

Não sou fã do CQC, conhecido programa da Rede Bandeirantes. Quando o programa começa, já estou dormindo. E também acho o formato extenuante. A meu ver, já se esgotou.  Mas eles têm um mérito inquestionável quando botam no ar material como a que temos abaixo. Não tem como não circular, porque matérias como esta não envelhecem. Tomara que um dia se tornem desnecessárias, mas não é o caso, infelizmente.  

Fala sobre gente que já matou gente, responde processo, ignora as leis e continua dirigindo. Dizer o que? 

sábado, 6 de abril de 2013

Facebook Home - o olho que tudo vê


Novo aplicativo para Android  faz Big Brother parecer coisa de principiante

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, anunciou  em entrevista coletiva o lançamento do Facebook Home. Mas o que é o Facebook Home? É uma “nova roupa” que transforma os celulares android em um dispositivo personalizado na rede social - ou facebuquizado. A tela inicial do seu aparelho passa a ser o Facebook e suas aplicações. Os demais aplicativos se tornam “secundários”, seguem disponíveis mas ficam escondidos.




Ok, mas que sentido isso faz pro usuário? Guilherme Felitti (Revista Época Negócios) buscou no racional do jornalista americano Om Malik uma visão bem desconfortável, pra dizer o mínimo: o Facebook Home acaba com a privacidade do usuário. Diferente do que Mark Zuckerberg quis vender em sua coletiva, o Home não é um aplicativo como outro qualquer. Além de “facebuquizar” o celular, o Home é bastante integrado com o Android, sendo bem difícil desativá-lo depois da ativação – o bicho fica “ligado” 24 horas e se recusa a ser dominado. Além disso, vai ser a porta de entrada de qualquer aplicativo que esteja no seu telefone. Tudo passa por ele (o olho que tudo vê) e isso define padrões de comportamento, hábitos de consumo e tudo o mais. Todas essas informações voltam para o servidor do Facebook sem a sua autorização. O home tem acesso irrestrito aos aplicativos e ao hardware, o que permite fazer correlações entre seus contatos e perfis correlatos. E num futuro próximo, retornarão pro seu celular em forma de propaganda interativa e dirigida, baseada nos seus, nos meus, nos nossos hábitos diários. Se seu telefone fica uma semana "em repouso" dá pra supor que aquele seria o local da sua casa, do seu trabalho, das usas férias - o GPS do bicho vira um rasteador do dono, a serviço do senhor Zuckerberg. Tá de sacanagem...


Em resumo nada disso vai servir pra melhorar vida do usuário. O Facebook precisa de fontes criativas de receita, como todo o negócio. E esse, segundo Om Malik, é só mais um avanço nesse sentido. 

Não quero um celular olhando 24 horas pra mim, isso tem que ter um limite. Nem precisa de um Facebook Home pra isso. Às vezes olho pra ele, sobre uma mesa inocente, e parece que está me cuidando. Cortei todas as interações diretas dele com redes sociais, pois além do mais, estar “on line” come uma bateria absurda.

Lembrei de “2001 – uma Odisséia no Espaço”, Stanley Cubrick já sabia. Mas no meu celular, Facebook Home, não. Não mesmo.