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domingo, 4 de maio de 2014

Trupe de O Rei Leão solta a voz em pleno vôo - vale à pena ver

Em março de 2014, no voo 0970 da Virgin, saindo da cidade de Brisbane para Sidney (Austrália), a trupe australiana da famosa montagem de O Rei Leão estava eufórica com o sucesso da estréia. E, pra relaxar, soltou a voz no voo mesmo, enquanto os passageiros se acomodavam ainda em seus lugares. Depois da performance, o comandante agradece à trupe e se diz intimidado para fazer o speech na sequência, dada a beleza do momento.

O “flash mob” de The Circle of Life foi filmado por uma das cantoras do grupo, a Neozelandesa Toni Ann. E virou um viral com quase 1.500.000 visualizações, pra quem ainda não viu, vale conferir.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dusek, você é O Cara.

Eduardo Dusek escandalizou no final dos anos 70 cantando e tocando piano pra uma galera ensandecida. Vestia fraque e cuecão, cabeleira loura, absoluto. Cantava "Nostradamus", uma sátira de humor negro atual até hoje. Na época, muita gente não entendeu. Em 1980 eu era um frangote fascinado pela febre daquele Festival MPB Shell. Nunca esqueci aquela figura que, pouco tempo depois, na onda oitentista emplacaria Barrados no Baile, Cabelos Negros, Aventura, Rock da Cachorra e muito mais. Dusek tem menos espaço no cenário do showbiss brasileiro do que a sua estatura (não só a verdadeira, de quase dois metros). Uma pena. Verdadeiro gigante pela própria natureza, faz teatro, novela, canta, compoe, pinta, borda, tudo impecável, como prova seu novo DVD. O nível é altíssimo como só Eduardo Dusek sabe exigir dele mesmo. Dusek, você é o cara.

sábado, 15 de maio de 2010

Dunga - Gestão por Coerência (ou seria Gestão por Competência?)

Futebol não é minha praia, sou um Gremista mais por DNA, poderia ter sido Colorado. Cá entre nós, provavelmente daria na mesma. Mas não escapei da pergunta fatídica: “Você é gaúcho. Então? É a favor ou contra o Dunga? Ele fez certo?” Fiz uma pausa mortal enquanto pensava na resposta ao meu parceiro de Squash Pedro Léo, enquanto afiávamos as raquetes – o mistério é a chave e o charme.
Quando estou diante de um projeto grande, envolvendo uma enorme soma de investimento e horas de planejamento, prazos e metas claras, nunca estou sozinho. E pra levar adiante, vou precisar dos melhores. Mas afinal quem são os melhores? Os melhores são normalmente aqueles que conseguem sustentar alta performance naquilo que já fazem, tendo o Gerente (ou Coacher) como um apoiador.
Num time de alta performance, o “macaquinho” é de todos e não de um só – a responsabilidade é do líder, mas as decisões compartilhadas e de autoria do próprio grupo são as que mais dão certo. Pra isso, tem que haver confiança irrestrita (primeiro ponto). Num projeto grande, maior ainda é a exposição dos envolvidos (pro bem ou pro mal) e por isso, vale a conduta mais do que as palavras – têm que ter disciplina, pois atitude disciplinada gera credibilidade (segundo ponto). Pra garantir que todos dêem tudo de si, mas sempre respeitando o talento do outro, valem a tolerância e a humildade (terceiro ponto). E pra ter certeza de que nas decisões difíceis, o nervosismo vai dar lugar ao conhecimento aplicado, vale a experiência (quinto ponto). Dunga foi fundo nisso – buscou gente cuja imprensa não tem uma vírgula para dizer sobre a conduta pessoal, caras de sua confiança irrestrita e de larga experiência em jogos tensos mundo afora. Não foi populista, pois sabe o que a torcida quer na hora da verdade. Um Paulo Henrique Ganso bate no peito empombado e diz “eu estou pronto pra Copa” sem nunca ter enfrentado um Boca Juniors em noite de La Bombonera lotada de fanáticos querendo sangue Brasileiro. É a Maturidade, moço (ou a falta dela), diria um tiozinho sentado na porta de uma padaria, ouvindo o Professor Ostermann no radinho. Numa hora destas, o Ganso não pode virar Pinto e olhar assustado pro Técnico – não pode amarelar.
A vitória da Seleção, vai premiar um Dunga que sai de cena como o Gerente focado em resultados, que soube mexer suas pedras. A derrota o tira de cena de qualquer jeito. Mas se isso acontecer, terá errado convicto de que fez a coisa certa. Assim é no mundo corporativo, assim é no futebol, pelo qual só me interesso se for pela irracionalidade da própria paixão. Saúde ao Dunga.
fontes: revista Veja - 19/05/2010 e wikipédia

quarta-feira, 5 de maio de 2010

2a. etapa do Circuito Brasileiro de Squash Juvenil - Joinville/SC - Berbelzinho levou a melhor!

Jundiaí está cada vez mais presente no mapa do Squash nacional, vai avançando e crescendo junto com o Vinícius Berbel (Berbelzinho). Já tive a grata satisfação de falar do Berbelzinho quando houve a etapa de Florianópolis ano passado e tá ele aí de novo. De 30 de abril a 02 de maio de 2010, ele participou da 2° ETAPA do Circuito Brasileiro de Squash Juvenil, organizada pela CBS (Confedereção Brasileira de Squash) e pela FCS (Federação Catarinense de Squash), ocorrido em Joinville, na Academia ONE SQUASH E FITNESS e na SOCIEDADE GINASTICA DE JOINVILLE.
E faturou essa etapa com sede de campeão! O Berbelzinho foi CAMPEÃO da categoria SUB 11 E SUB 13, num total de 5 jogos entre as duas categorias – não perdeu um set sequer em todo o torneio.
Paulo Berbel (Berbelzão, pai coruja) também tirou uma casquinha e aproveitou a viagem pra afiar as raquetes – e não fez feio: junto à 2ª etapa do Juvenil, ocorreu a 2° ETAPA DO CATARINENSE DE SQUASH, onde o Paulo Berbel ficou em 4° (5° classe) e também o MASTER BRASILEIRO, onde faturou a 4° colocação.
É relativamente comum pai e filho compartilharem o mesmo esporte, mas quando se trata do Squash, isso adquire um toque especial. É um esporte que ainda tenta encontrar seu espaço no Brasil e o envolvimento de pais e filhos pode ajudar a encurtar esse caminho. Quem já assistiu a um jogo entre Osmar e Osmarzinho (ambos também de Jundiaí), sabe o quanto o talento em família agrega valor ao esporte. Parabéns Vinícius e Paulo Berbel pelo exemplo de sucesso em família. Saúde, Sempre!

domingo, 2 de maio de 2010

Hairspray Brasil - Mamãe acorda, eu ja cresci!

Fui ver a peça "Hairspray" (montagem de Miguel Falabella), em cartaz no Teatro Bradesco (SP), novinho em folha. Musicais não são a minha preferência, muito embora as orquestas, alí tocando ao vivo e em cores, são de tirar o fôlego. O Celulari no papel de Edna Turnblad deu um banho em John Travolta (filme homônimo de 2007). Impressionante - é voltar ao American way of life de 1962 sem nunca ter estado lá, adicionado ao jeito brasileiro de fazer teatro misturado com "Sai de Baixo". E a Broadway não tem Arlete Salles e pronto, nada a declarar.
Quem estiver por São Paulo e curte as montagens da Broadway (aliás, as brazucas dão um pau nas "originais" americanas), não pode perder, mas sugiro já vir com o ingresso comprado via Ticket Master ou serviço que o valha, pois tinha gente lá com ingresso comprado há um mês, casa lotada direto. Veja a matéria do jornalista Michel Fernandes, quando peça chegou a SP em fevereiro. Para ver um trecho da Peça, clique no título deste post.
fonte: Youtube, Aplauso Brasil website