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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Você sabe quais são os sites mais acessados no mundo?

Veja baixo a lista dos 20 TOP (dados de 2013)


Facebook.com - 836,7 milhões de visitantes únicos em 2012
A maior rede social do mundo, que já conta com mais de 1 bilhão de usuários

Google.com - 782,8 milhões de visitantes únicos
O principal buscador do mundo

Youtube.com - 721,9 milhões de visitantes únicos
A maior plataforma de vídeos do mundo

Yahoo.com - 469,9 milhões de visitantes únicos
Plataforma que integra a diversas redes sociais, além de um buscador e portal de notícias

Wikipedia.org - 469,6 milhões de visitantes únicos
Enciclopédia colaborativa

Live.com - 389,5 milhões de visitantes únicos
Serviço de email da Microsoft

QQ.com - 284,1 milhões de visitantes únicos
Buscador semelhante ao Google, porém adaptado à língua e padrões de censura chineses

Microsoft.com - 271,7 milhões de visitantes únicos
Portal da companhia, muito utilizado para comprar seus produtos e atualizações

Baidu.com - 268,7 milhões de visitantes únicos
Outro buscador chinês

MSN.com - 254,1 milhões de visitantes únicos
Portal de notícias da Microsoft com serviços da empresa

Blogger.com - 229,9 milhões de visitantes únicos
Plataforma de blogs do Google

Ask.com - 218,4 milhões de visitantes únicos
Plataforma de busca baseada no Google

Taobao.com - 207 milhões de visitantes únicos
Loja online chinesa para roupas e acessórios

Twitter.com - 189,8 milhões de visitantes únicos
Rede social para mensagens curtas

Bing.com
184 milhões de visitantes únicos
Ferramenta de busca da Microsoft

Sohu.com - 175,8 milhões de visitantes únicos
Portal e buscador chinês

Apple.com - 171,7 milhões de visitantes únicos
Site de vendas dos produtos da Apple

WordPress.com - 170,9 milhões de visitantes únicos
Plataforma de blog

Sina.com.cn - 169 milhões de visitantes únicos

Amazon.com - 163 milhões de visitantes únicos
Uma das maiores lojas online para varejo

fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Rede Globo proíbe menção às Redes Sociais em sua programação

A entrada das redes sociais no dia a dia das pessoas trouxe mudanças de comportamento importantes e a ilusão de ter mais amigos, mais emoção, mais sabedoria, mais fuxico, mais tudo... Nada disso isenta o fato de que são negócios muito bem estabelecidos e com o único propósito de gerar clientes e mais negócios. O público leigo se esquece disso, se é que a maioria das pessoas sequer se dá conta. Partindo dessa premissa que a Rede Globo proibiu a menção do Facebook e do Twitter em sua programação. A Globo entende que a simples menção a estas redes gera exposição em seus veículos e deveria, assim, ser paga (merchandising). Faz todo o sentido. 

A partir de agora, ao invés de mencionar os nomes, “grande rede social” ou “rede social de mensagens curtas” será a menção não paga das referidas redes.

Essa coisa de encontrar amigos (os de verdade, que são poucos), afagar os conhecidos, ler a vida dos outros, mostrar um carrão dos sonhos, o filhote...tudo isso vale quanto e pra quem? A Globo com certeza sabe que não é de graça...e "nóis?"
fonte: exame.com

quinta-feira, 21 de março de 2013

"Twitadas" que mudaram o nosso dia a dia

Twitter - Sete anos. Pra quem acha que o microblog perdeu o charme com o avanço das outras redes sociais, 200 milhões de usuários, 400 milhões de mensagens "twitadas" por dia e sete anos de existência não é pra qualquer um.  O microblog não cresce em número de usuários e deixou de ser o queridinho comparado com Facebook e Youtube, mas tem público cativo. 

No vídeo comemorativo de aniversário, fatos que entraram pra história do mundo e receberam uma “mãozinha” do Twitter.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Camisinhas que "twittam" quando entram em ação


Eu pensava que twittava-se coisas escritas (até arremedos de idéias, vai). Você também? Ok, me sinto melhor agora.  Mas acredite, agora twitta-se coisas. Semana Nacional da Camisinha nos Estados Unidos (National Condom Week, 09 de abril 2012). No estado de Washington, 55 mil camisinhas foram distribuídas universidades afora. Parece nada, comparado com as mais de 500 mil distribuídas pelo governo brasileiro. Só que essa camisinha tem um “a mais”, um “Q” tecnológico. Elas têm um código de resposta rápida – um twitt. Assim que a camisinha entra em ação, ela “twitta” para um site e passa a fazer parte de uma espécie de mapa do “rala e rola” no estado. Os “twitteiros” podem fazer comentários sobre a qualidade – se foi legal, sem graça, etc...
Camisinhas que "twittam"
Esbocei um riso quando li isso, mas engoli de pronto. Não dá pra rir disso. A idéia vale e vale muito. Em saúde pública vale tudo, se for pra arrancar uma reação decente de quem tem meio neurônio e, quando funciona, pensa com a cabeça de baixo – vale sim. Perdão, mas não tem outra razão pra alguém simplesmente transar sem se proteger e não vejo outra forma de expressar isso. Tem mais de oito mil referências sobre a “camisinha que twitta” no Google e acho pouco, considerando que tudo o que gira em torno da web é hiperativo. Criar motivos divertidos pra que os adeptos se protegessem cada vez mais foi a idéia de quem idealizou o movimento. Mas tem que usar direito, respeitando a finalidade. Ou você duvida que vai ter "mané" abrindo embalagem de camisinha só pra ficar contando as "twittadas"? Não vale. Mil vezes qualidade que quantidade.
No Brasil, país modelo em distribuição de medicamentos anti-HIV na Rede Pública, temos o tímido Dia do DST-AIDS, em 01 de dezembro - aquela campanha do lacinho vermelho, indefectível. Nada é tão bom que não possa ser imensamente melhorado. Boa chance pra aprendemos um algo a mais com as camisinhas que twittam. Ou não?
Veja o site com o “foursquare” dos festeiros - clique aqui.

fontes: F5, Were did you weare it website, folha.com

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A Boeing e o pequeno Harry - Uma Fábula Real

Essa semana, pesquisando temas, tropecei numa história de como um gigante aprende com um menino. A historia é real e se passa em Boulder, cidade Universitária perto de Denver, Colorado (EUA).
Harry Windsor, 8 anos, se amarra em aviões. O pai, John Windsor, Executivo de uma empresa de Crowdsourcing Marketing, viaja muito e às vezes, com Harry. O que o menino mais gosta é ficar desenhando os aviões em que o pai viaja e um belo dia ele resolveu que queria mandar pra Boeing um draft feito com lápis de cor (foto). Idealizado por ele, não era um avião comum, mas um super avião capaz de combater incêndios. Segundo Harry, “você nunca vai encontrar um avião como o meu nos aeroportos, porque ele é realmente estranho. Mas eu quero muito desenhar aviões.” O pai, orgulhoso, atendeu o filho e enviou o desenho para a Boeing. E a Boeing respondeu - eficientíssima - via uma carta formal que dizia “Assim como muitas das grandes empresas, não aceitamos idéias não solicitadas por nós. A experiência mostrou que a maioria delas já foi considerada por nossos engenheiros e que pode haver consequências não intencionais simplesmente ao aceitar essas idéias. O tempo, custos e riscos envolvidos em processá-las, portanto, não justificam os benefícios adquiridos.” Diante da “calorosa e motivadora” resposta da Boeing, John Windsor postou o drama em seu blog - simplesmente não sabia o que fazer com a dita carta: “O que eu faço? Desencorajo a criatividade do meu filho ou deixo ele viver de ilusão? Não é algo legal para se dizer pra quem tem 8 anos”. O relato do pai caiu no twitter e deu no que deu: milhares de apoios, opiniões, críticas – choveu pedra no telhado da Boeing e das grandes. A ponto de o rebuliço ser percebido por Todd Blecher, Diretor de Comunicações e Porta-voz da Boeing: “Nós não estamos preparados para responder para crianças”, diz Todd. “Entendemos de aviões, mas em termos de mídias sociais somos novatos, estamos aprendendo”, respondeu ele via Twitter a um dos defensores de Harry.


E a Boeing aprendeu a lição - em junho, Todd Blecher recebeu pessoalmente Harry, seus pais e seu irmão Charlie para uma visita VIP à fábrica da Boeing em Seattle (foto). Durante a visita, Blecher explicou que a empresa está criando uma devolutiva melhor para crianças como Harry. “A primeira versão estava muito formal. Numa outra versão, partimos para algo como que um recrutamento – Estude Ciências e venha trabalhar na Boeing - mas podemos melhorar mais, então vamos tentar de novo. Meu chefe pegou a carta e levou pra casa para que se filho de 5 anos a lesse.”
Harry e seu pai foram chamados por Todd Blecher para ajudar na missão de criar uma resposta melhor para criançada. Sábio aprendizado de quem extraiu o melhor de um problemão. Saúde a Boeing e que nos sirva de lição também.