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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Vida (ainda que não tão longa), ao Tuvalu!

TUVALU - esse paraíso vai desaparecer

TUVALU. Um conjunto de nove pequenas ilhotas no meio do oceano, há 1000km das Ilhas Fiji. Pra facilitar a localização, veja no mapa, próximo da Austrália. É um dos menores países do mundo, com 26km² e cerca de 10 mil habitantes, a maioria constituída de pescadores e agricultores. Em 2000, o TUVALU comprou seu ingresso na ONU, com o dinheiro arrecadado na negociação pela exclusividade em explorar o domínio “.TV” na web (administrado pela amerciana VeriSign).  Quem não sonha em ter um domínio desses pra explorar? Pois além de vender licenças de pesca para Taiwan e selos para colecionadores, essa é a outra principal (e gorda) fonte de receita para daquele país.  
Pequenos tuvalunaos
Nas Olimpíadas de Pequim (2008), TUVALU levou 3 atletas: duas corredoras e um alterofilista, sendo uma das menores delegações presentes – apesar do alto astral do trio (na verdade, com o técnico e com o "Secretário de Esportes" do país, eram 5 pessoas), não faturaram nenhuma medalha. A ONU estima que o TUVALU vai virar uma “Atlântida” dos tempos modernos. Como a maiorias das ilhotas fica, no máximo a 7 metros do nível do mar, com o aumento gradativo do nível dos Oceanos, não se discute “se” o país vai desaparecer, mas “quando”. Os habitantes teriam que ser transferidos para a Nova Zelândia, há cerca de 900km, das ilhas. Por isso, quem quiser se aventurar, é bom correr antes que não dê mais tempo de conhecer. O país tem um pequeno aeroporto e o acesso se dá apenas pelas ilhas Fiji, que por si só já é um paraíso quase inatingível. Quem faz o vôo é um avião Brasília da AirFiji Airlines, três vezes por semana.
Porque resolvi mostrar TUVALU aqui no blog? Examinando os números do “Se Espirrar, Saúde!”, encontrei um 1 endereço “IP” do Tuvalu. Tem gente lendo a gente no TUVALU! Lá se fala inglês, além do tuvaluano, o que não quer dizer muita coisa, pois o blog não tem versão em inglês (muito menos em tuvaluano). Logo, mando um abraço a quem, de alguma forma e por algum motivo, está tão longe e tão perto, seja um tuvaluano ou não. Saúde a TUVALU!
fontes: terra turismo, tuvalu website, wikipedia.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Squash na Costa do Sauípe? Esqueça.

Passei uns dias no complexo hoteleiro Costa do Sauípe (Bahia), um oásis com 5 grandes hotéis, resorts de primeira linha. Quem já teve por lá, sabe – tem de tudo que uma família sonha para as férias - piscinas maravilhosas, praia paradisíaca, comida e bebida “all inclusive”, o pessoal do hotel se desdobrando pra atender bem, lazer é com eles. O bicho pega quando chegamos nas quadras de Squash (no Centro Poliesportivo). Infelizmente as duas pobres quadras perdem atenção para o tênis. A poeira impera, parece que nunca receberam uma vassoura. O teto, quase caindo, recebeu manutenção depois que reclamei do descaso, assim como o assoalho da quadra 2 (com um rombo enorme). O calor da Bahia torna impraticável jogar Squash em ambiente fechado sem ar condicionado. Pois saio da Costa do Sauípe sem ver realizado o sonho de ver o ar condicionado da quadra um ser concertado, apesar dos diversos pedidos. A iluminação dá pena: a dita quadra um, onde o ar não funciona, as lâmpadas até são adequadas. Já a quadra dois o ar funciona, mas a iluminação é um improviso só, muito ruim.

Com tudo isso, jogar na única quadra refrigerada torna-se uma competição – marca-se a quadra, mas um esperto que chegar antes sem marcar assume o espaço. Ou seja, reservar horário vira só pró-forma, pois na real, pega a melhor quadra quem for mais esperto.

Pôxa Joney Santanna (Coordenador do departamento), você poderia dar mais atenção ao Squash, manter aquelas quadras mais limpinhas e bem tratadas. A diferença no atendimento está nos detalhes, né... Aproveito para parabenizar o esforço e atenção do Leandro Teixeira, professor de tênis (e esforçado praticante do Squash, com que joguei quase diariamente) – mas, com quadras tão mal tratadas, ele não faz milagre.

Pessoal do Sauípe: respeitem o Squash, um esporte que hoje tem 15 milhões de praticantes no mundo e mais de 80 mil só no Brasil. Repito que o encantamento está nos detalhes – nesse aspecto, o Squash no Sauípe perdeu feio.