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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

KOTLER Que Se Cuide!

Um amigo me mandou essa foto por mail hoje. Segundo ele, está na parede de uma auto-elétrica em São Paulo (ou oficina, ou coisa que o valha). Tem cliente que tem o poder de virar do avesso qualquer fundamento proferido pelo Sr Philip Kotler. Que coisa surreal e maravilhoso arroubo de genialidade criativa trás essa mensagem. Eu lembro de quando eu ia com meu pai na oficina e, enquanto o mecânico ficava fuçando cuidadosa e cirurgicamente no motor, sempre tinha um tiozinho de nariz comprido do lado quebrando o silêncio: “é o giglê, podes crêr, o problema é o giglê, se não for a junta”.

Hoje, tudo via laptop, o processo em oficinas é eletrônico e departamentalizado – sumiram os tiozinhos (e o Giglê também). Mas cliente chato tem em todo o lugar e é à prova de qualquer tempo. Ainda que seja importante pra qualquer negócio, chato é chato. Mas essa placa...é ou não é um barato??

p.s - GIGLÊ (esse nome eu acho um charme): peça que fica na entrada do carburador dos carros e dá passagem/controla a entrada de combustível para o motor (achei isso na Internet, pois não entendo NADA de motores - dedico este post ao meu AMIGO e IRMÃO Zeca Petersen, habitué do "Se Espirrar" e mecânico de mão cheia).

sábado, 19 de setembro de 2009

Rir no escritório levanta ânimo e reforça liderança, indica pesquisa em sete países



fonte: Folha da Tarde - 18/09/2009
Caderno Ciência e Saúde -15:40hs

Rir no escritório levanta o ânimo dos colegas e potencializa o status do chefe, segundo um estudo publicado nesta sexta-feira (18) pela escola de direção empresarial da Universidade Bocconi, de Milão.

De acordo com o estudo, realizado entre 1.860 funcionários de empresas da Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Rússia e Japão, 98% dos entrevistados reconheceram que lançam mão do humor no escritório e 99% afirmaram que apreciam o bom humor. Pesquisa com empresas de sete países, da escola de direção empresarial da Universidade Bocconi, indica importância do riso. A pesquisa se concentrou também nos efeitos, considerados muito positivos, do bom humor sobre a organização do trabalho e ressaltou que, segundo os entrevistados, rir no escritório levanta a moral do grupo, assim como sua coesão e motivação para conseguir os objetivos pré-fixados.

Além disso, os dados publicados mostram que a liderança é reforçada pelo bom humor e que as mulheres usam a ironia no posto de trabalho muito mais que no passado. Quanto ao que faz rir mais no local de trabalho, o estudo destacou que, em todos os países analisados, os empregados gostam dos jogos de palavras, e que na Itália é onde há mais ocorrências sobre sexo e religião e se usam mais palavrões e gestos físicos.

Ao contrário, na Alemanha, Reino Unido e sobretudo nos Estados Unidos, o sexo e a religião parecem ser considerados temas tabus pelos empregados, que ironizam muito sobre eles mesmos e brincam sobre as diferenças de hierarquia no trabalho.

O comportamento dos franceses se parece mais com o dos italianos, e inclusive com o dos russos, que, no entanto, riem menos por assuntos de sexo e mais por causa dos palavrões.
Os escritórios considerados pelo estudo como mais "tristes" são os do Japão, porque ali os funcionários evitam assuntos que suscitem hilaridade e só se divertiriam com os jogos de palavras, de maneira mais sutil.