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domingo, 26 de maio de 2013

Seu celular carregado em 30 segundos - quem não quer?

Eesha Khare - celulares carregados em 30 segundos
Seu celular carregado em 30 segundos? Bom demais e a caminho, pelas mãos de Eesha Khare, estudante de 18 anos, 2º lugar no Intel Awards Winner 2013. Ela criou um dispositivo que, uma vez acoplado à bateria do celular, permite que a recarga seja feita em 30 segundos. 

Eesha recebeu 50 mil dólares de prêmio, com os quais pretende pagar a faculdade e investir em outras pesquisas para desenvolvimento de super baterias. Excelente, mas...porque o 2º lugar deu muito mais o que falar do que o 1º (!?). Porque Gordon Moore criou algo igualmente maravilhoso, porém ainda distante da nossa realidade rotineira: um tipo de inteligência artificial que permite a um automóvel se “auto-controlar” (lembra da Super Máquina, o K.I.T.T.?), minimizando acidentes e engarrafamentos.

Fantástico, mas me interessa mais nesse momento, a urgente perspectiva de nunca mais ficar sem celular em momentos importantes. Por isso a segundona virou primeirona. Graaande Eesha...veja video




fontes: Época Negócios.com e INTEL Website.

domingo, 13 de janeiro de 2013

IBM - inovações para os próximos cinco anos

A IBM já foi, num passado não muito remoto, percebida como uma empresa “fora do jogo” da inovação. Gigante, pesada e atrasada, até abandonar o mundo do hardware e se concentrar em software e serviços. Hoje, lidera a lista de empresas que registram patentes nos EUA e publica anualmente uma lista com cinco previsões em inovação tecnológica para os cinco anos seguintes, uma lista que já é referência. Veja o que os computadores serão capazes de fazer até 2017, segundo a IBM:
  1. Um smarphone que percebe tecidos macios (tato) – conseguirá, por exemplo, perceber diferenças de texturas (áspero, suave) e tipos de tecido diferentes.
  2.  Sua máquina digital fotografa um Renoir e interpreta seu sentido (significado) – Uma imagem poderá ser vista e compreendida por um computador, da mesma forma pela qual um ser humano as interpreta.
  3. Imagine um micro system que percebe o perigo pelo som da casa (sons) – Os computadores serão capazes de perceber e interpretar variações de ondas sonoras, dando a resposta adequada. De simples acidentes domésticos com bebês até catástrofes naturais poderão ser percebidas por diferenças de sons.
  4. Seu forno de microondas se transforma num chef  (paladar) – que tal um sistema que seja capaz de recombinar cheiros e dar um sabor melhor a uma alface?
  5. Seu computador vai cheirar (olfato) – Por meio do reconhecimento do cheiro, as máquinas poderão identificar se a pessoa está prestes adoecer, por exemplo.
Ou seja, em cinco anos, segundo os cientistas da IBM, teremos nas prateleiras máquinas que pensam. Telefones e ultra books que, por meio de sofisticados sistema de interpretação cognitiva, começam a dar respostas complexas. Parabéns IBM. Veja o filme.

fonte: Revista Exame e site IBM

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Cientistas desenvolvem pele cibernética


Pesquisadores da universidade de Harvard produziram pela primeira vez uma espécie de pele cibernética. O avanço foi anunciado depois do primeiro teste funcional de nanofios elétricos colocados com sucesso dentro de carne cultivada em laboratório.
De que serve isso? Os fios embutidos tornam mais fácil a medição de atividade no interior da pele, uma vez que o uso de sondas elétricas normalmente danifica o tecido. De acordo com a equipe de pesquisa, a técnica, em primeiro lugar, será utilizados na indústria farmacêutica para melhor estudar como drogas interagem com os tecidos em três dimensões. Teoricamente, a tecnologia pode um dia ser colocado dentro de uma pessoa viva, a fim de estudar e administrar o tratamento de drogas sem danificar a pele.

“Em última análise, trata-se de fusão de tecidos com a eletrônica de maneira que torna-se difícil determinar onde as extremidades de tecidos começam e das eletrônicos terminam”, disse Charles Lieber, professor de química na Universidade de Harvard.

Para atingir esse objetivo, os pesquisadores passaram a cultivar os nanotubos dentro da carne em formação. A nova técnica é semelhante à que é utilizada para fazer microchips.
fonte: mundobit (matéria na íntegra)

domingo, 22 de janeiro de 2012

Grafeno - Admirável Chip Novo


Grafeno
fino, leve, resistente e resiliente

Imagine um matérial que seja cerca de cem vezes mais forte que o aço estrutural. Ou, quem sabe, o absurdo de um elefante equilibrado sobre a ponta de um lápis. Essa seria a força necessária pra quebrar o que é considerado o material mais resistente já medido pelo homem – o grafeno, uma estrutura hexagonal (como favos de mel) e cuja folha (ou membrana) tem a espessura de um átomo. Foi descoberto em 2004 pelos cientistas Andre Geim e Kostya Novoselov, que em 2010 ganharam um Prêmio Nobel em Física pelo feito.
Prof. Andre Geim
Nobel em Física
Já foram testadas amostras microscópicas do grafeno e feitas avaliações de resistência, elasticidade e ponto de ruptura com o objetivo de identificar várias possíveis utilidades no futuro. Mas foi um cientista brasileiro, Daniel Elias, o autor de uma das descobertas do que pode ser a mais nova e permanente revolução eletrônica: o grafeno possui também velocidade de condução cerca de sessenta vezes maior que a do silício, o que significa computadores absurdamente mais rápidos do que os de hoje. Mas ainda tem mais. Para conduzir eletricidade, é tão bom quanto o cobre. É muito transparente e um ótimo condutor, o que o torna adequado para telas touch screen, painéis de luz e até mesmo células para captação de energia solar. É possível desenvolver equipamentos incrivelmente finos, elásticos e superleves – coisas tipo um smathphone ou ipad incrivelmente fino e dobrável, como uma folha de papel. Baterias dez vezes mais potentes e com tempo de recarga dez vezes mais rápido do que o lítio sozinho estão sendo testadas com grafeno na sua composição.
Não é a toa que instituições como Boston University, MIT, Havard, Berkeley, Stanford, Manchester, Oxford, Universidade Autonoma de Madrid, Universidade de Leiden, Escola Normal Superior de Pisa, mantêm grupos de cientistas empenhados em estudar o grafeno. Grandes empresas então atentas e atuantes a esse movimento – a INTEL financia um grupo de pesquisa especialmente focado no grafeno, na Universidade Georgia Tech (Georgia, U.S.A). A nanotecnologia, ainda que sempre surpreendente, se rende a um fato: nada tão inovador e interessante tem surgido nos últimos anos com relação a descoberta de materiais revolucionários. Vai precisar mais do que uma manada de elefantes sobre centenas de pontas de lápis para explicar um movimentos desses. Veja video abaixo.
fontes: Inovação Tecnológica website, Exame Info, Ciência Hoje website, G1 Ciência e Saúde e Folha.com