Mostrando postagens com marcador elvis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador elvis. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de agosto de 2012

Viva Elvis - 17 de agosto


17 de agosto – dia em que Elvis Presley deixou a cena. Porque, até hoje, tem fã que jura que ele não morreu. Elvis é um dos poucos artistas estrelados cuja envergadura só cresce desde sua morte. Com a web e o Google, o que era relíquia ou recordação, ficou vivo, presente e acessível. Sempre vai ser possível saber mais sobre Elvis. Tem sempre alguém que conhece histórias novas, cotidianas. É o caso dum senhor chamado Robert Sullivan. Era técnico de som em início de carreira, de um programa de rádio chamado Louisiana Hayride. Era 1954 - Elvis e mais outros cantores iniciantes da época começaram a peregrinação cantando lá. Esse programa, cujo estilo predominante era o country, era considerado um dos mais importantes da era pós-guerra. Naquela época, os programas de rádio tinham enormes plateias (ao vivo) – no caso do Louisiana Hayride, mais de três mil pessoas faziam participavam regularmente, além dos ouvintes pelo país todo.

O Senhor Sullivan conta que Elvis viajava mais de 10 horas entre Memphis (Tenessee) e Shreveport (Luoisiana), cidade-sede do programa, pra cantar duas vezes por semana. Dali, seguia viagem para outros shows programados. “Em uma dessas noites, ele mal acabou de tocar e já saiu para viajar mais seis horas até Oklahoma, onde tinha outro show marcado”, conta Sullivan. Conversando com o técnico, Elvis justifica tanto esforço: “Tenho de fazer isso enquanto sou jovem, porque daqui a um ano ninguém mais vai se lembrar de mim”. Ainda bem que ele estava errado. Vida longa ao Rei do Rock. Veja clip de uma das primeiras participações de Elvis no programa com That's All Hight.



Fontes: Revista Veja e Encyclopedia of Lousiana

sexta-feira, 13 de julho de 2012

13 de julho - Dia Mundial do Rock

Dia Mundial do Rock. Entre tantos "Ai se eu te pego.." e "É teeenso...", ou "Tcha, tcha, tchu, tchu...", alguma coisa tem que ser dita ao menos nesse dia. Não tenho a pretensão de dar uma de Nelson Mota dos pobres, fazer aqui uma super análise do Rock. Resolvi então saudar os responsáveis pelo início de tudo.
Bill Haley e Elvis - o começo de tudo

Rock and Roll significa mesmo "balançar e rolar" e fazia parte da gíria dos negros americanos desde o início do século 20 - analogia ao ato sexual. Com Bill Haley e Elvis Presley, a expressão virou um estilo que misturou country (música de branco) e os ritmos negros, como o blues e o "gospel". Quem deu fama ao nome foi o DJ Alan Freed, o avô dos DJs popstar e cujo programa de rádio foi o principal lançador de talentos, dando uma mãozinha na popularização do rock. Naquela época, um branco rebolando e cantando músicas de negro chocou absurdamente - algumas redes só mostravam Elvis da cintura pra cima. Outra curiosidade: tem uma corrente que defende que os Beatles acabaram com o Rock pra dançar e criaram o rock pra cultuar. Dali pra frente é difícil achar uma banda que não tenha os caras como uma das fortes referências - histórias do rock.  O rock foi tão transformador que gerou filhotes - e muitos. É o rock psicodélico, progressivo, hard rock, glam rock, folk rock, indie rock, heavy metal. O termo Rock ando Roll então acabou sendo sinônimo de rock básico, puro, som original. Sem mais blá, blá, blá. Duas bandas legais pra caramba abaixo - os vovôs do ZZ TP e o Chickenfoot - essa última com Joe Satriani na guitarra e Sammy Hagar, ex Van Halen, nos vocais. 

sábado, 27 de agosto de 2011

Viva Elvis - se estivesse vivo, ele gravaria assim

Em agosto, é sempre aniversário da morte de Elvis Presley.  Tinha 8 anos quando ele morreu e até hoje lembro daquele 16 de agosto de 1977. Só se falava nisso, TVs, revistas, rádio, lojas de discos. Internet nem pensar, era tudo muito restrito, a TV era o futuro. Então dá pra imaginar o impacto - só comparável a JFK ou coisa asssim. Guardei por muito tempo depois uma foto da extinta Revista Manchete mostrando o local onde foi enterrado, em Graceland
Motivado por essas lembranças, destraidamente fui ao youtube ver como o rei estava se saindo no admirável novo mundo virtual. Mitos da música normalmente fazem mais sucesso mortos do que vivos, isso é fato. E milhares de releituras de sucessos, regravações, mixagens, adaptações, covers, peças teatrais e todo o tipo de produto se prolifera pra todo o sempre. De vez enquanto surge algo realmente bem feito, fora toda a produção original do artista. Por isso nada muito surpreendente chamou a atenção no que diz respeito a Elvis, a não ser uma exceção: Viva Elvis, o espetáculo não-itinerante que o Circ du Soleil mantém em Las Vegas, EUA. Foram feitas recriações das peças de Elvis e dá pra dizer que, se vivo estivesse, gravaria daquela forma seus antigos sucessos. Fantástico. O recurso visual e a montagem são um soco no peito, impecável, dá uma boa ajuda na viagem, mas só baixar o disco do espetáculo já é diversão garantida (clique aqui e se cadastre). Não vi o espetáculo ao vivo, mas se um dia for a Las Vegas, já sei qual vai ser minha primeira parada. Veja abaixo a recriação de "Burning Love"