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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Fim aos Fumódromos no Brasil

Fumar ficou ainda mais difícil no Brasil. Presidente Dilma Rousseff sancionou lei que acaba com os fumódromos. Cigarro em ambiente fechado, ainda que reservado a fumantes, jamais.

E já tem data marcada o fim da propaganda de cigarros nos rótulos das embalagens aqui no Brasil. Os avisos sobre os projuizos causados pelo cigarro deverão ocupar 30% da parte frontal das embalagens a partir de 1º de janeiro de 2016. A propaganda de cigarros também fica restrita aos locais de venda apenas. Vai demorar um pouco mais, mas a Austrália é aqui...
fonte: estadao.com

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Guerra ao tabagismo à Australiana

Novo "Marketing" de cigarro nas prateleiras australianas
A derrota mais dura do tabagismo começou em 2011. A Austrália aprovou no Senado o que talvez seja a lei mais pesada sobre propaganda de cigarros. Maços de cigarro sem logomarca, ilustrações ou qualquer arquétipo de marketing que possa induzir o hábito de fumar. A lei aprovada passa pela Câmara baixa daquele país e, uma vez sentenciada, vigora a partir de dezembro de 2012. Claro que tanto a British Amarican Tobbacco quanto a Philip Morris vão tentar reverter na justiça, mas o Ministério da Saúde australiano já disse que não tem medo de ação judicial e que não tem volta. Os novos maços são de um verde oliva desanimador e com fotos ainda mais desanimadoras - essas, já circulando no Brasil e em outros países.

É sabido que parar de fumar é uma missão inglória pra um fumante. Mas é inegável que com um "estimulo" destes, dá pra, no mínimo, pensar em tentar. Quinze mil australianos morrem por ano por causa do vício do cigarro. 

Esse tipo de movimento só depende de um país considerado ético o suficiente pra começar uma tendência, questão de tempo. Galera que trabalha com Marketing de cigarros, não quero ser desmancha prazeres, mas se precisarem de uma ajuda com os curriculuns, contem comigo.

fonte: Revista Exame & Opinião e Notícia website

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sobre Vícios - a quem cabe a verdadeira Consciência

Durante uma aula sobre DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), pensava o quanto esta doença é degradante, não importa sobre qual perspectiva. Um colega que assistia à mesma aula se virou e disparou:
“Um absurdo, como é que um fumante vê um negócio destes e não se conscientiza?”.
Fiquei ali parado, pensando, matutando. Peraí, como assim, “não se conscientiza”?
Não sou a favor da postura tipo “brigada antitabagista”, assim como não apoio qualquer tipo de patrulha. Fumar é cientificamente um vício, uma prisão onde o carcereiro é a própria pessoa com suas próprias motivações. Assim como beber demais, comer demais, transar ou jogar demais e toda a lista enorme de compulsões, normalmente relacionadas com algum distúrbio ou predisposição psicológica (ou até mesmo hereditária).
A atitude patrulheira denota, sobretudo, um grande desrespeito pela circunstância do outro. Segregar não é cristão, é desumano. Então prefiro por a mão na massa, ajudar de alguma forma (inclusive respeitando o desejo de não ser ajudado), do que segregar, pôr terra de cemitério sobre a pessoa. Se não gosto de cigarro, peço que não fume se estivermos em lugar fechado. Se não gosto de bebida, peço que pegue leve, que não passe do limite na minha festa, por exemplo. Se não posso ajudar, que minha incompetência não atrapalhe e que minha consciência não condene. Jura que nunca fez isso? Nunca segregou ninguém? Então lembre da frase "fulano está fumando demais, é um cigarro atrás do outro" que você mandou no cafezinho para um outro colega. É sim, isso é maledicência. Eu já fiz isso, não faço mais - certa vez me dei conta e espero um dia ser perdoado.
Está no àr a expressão da moda: “bulling” nas escolas, um ato cruel – sempre existiu só que não com este nome – uso óculos desde os quatro anos e só eu sei o que isso me custou até mais ou menos os dez. Aliás, é na espontaneidade da criança que a crueldade materializa seu lado mais perverso, mas isso pode ser assunto pra outros bate papos. E as patrulhas são o que? A evolução cronológica do “bulling”? Que droga! não podemos ceder esse ponto pra hipocrisia. Fica a pergunta sobre quem tem que se conscientizar do que...