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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A Testosterona e o Egocentrismo

O hormônio masculino testosterona, originalmente ligado a atitudes agressivas, pode estar relacionado também ao egocentrismo e à atitudes egoístas. Já a ocitocina, hormônio feminino, pode conduzir à atitudes cooperativas. É o que aponta um estudo conduzido por cientistas da University College London e publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.
Uma vez que a testosterona também é naturalmente liberada pelas mulheres, porém em menor quantidade, o estudo foi realizado apenas com elas, evitando as distorções pelo excesso de hormônio. Foram observados 17 pares de mulheres que receberam testosterona e placebo em atividades que exigiam cooperação entre os pares para que pudessem ser realizadas. A atividade cooperativa foi bastante reduzida, segundo os pesquisadores, a partir do momento em que a testosterona era administrada. “Com esta experiência, provamos o quanto as nossas decisões podem ser baseadas em hormônios”, alerta o coordenador do estudo, Dr. Nick Wright (Wellcome Trust Centre for Neuroimaging at the University College London - UCL) “Na maior parte do tempo isso não impede que encontremos a melhor decisão, mas pode nos levar a ignorar a opinião dos outros”, complementa o cientista.
Tá difícil ser homem, senão um pitbull de si mesmo. Além de atender a todos os arquétipos criados em torno das mudanças de papel entre homem e mulher, ainda precisamos ficar de olho nas taxas de hormônio pra literalmente não fazermos “merda” (desculpe, mas não encontrei nada mais apropriado, é isso mesmo). Ninguém merece...
fontes: UCL website, The Check Up website, Yahoo news e Revista Veja website

domingo, 4 de dezembro de 2011

Aos sessenta e mirando o futuro

Recebi um texto de Tita Teixeira - OS SEXALESCENTES (um trocadilho com sexagenário-adolescentes, acho) . Gostei muito da reflexão, tentei achar a autora na web, mas deve ter umas dez Titas Teixeira. Uma pena, gostaria de entrar em contato. Recebi o texto do meu amigo Pietoso. Se você recebeu, leia porque esse vale à pena.
Chegar aos sessenta é entrar num novo estilo de ser e ver a vida o qual não sabemos como lidar. Num tempo nem tão distante assim, gente com sessenta anos era velha. Ter sessenta anos era sinônimo de pijamas e chinelos, INSS, etc. Essa noção de tempo se foi. Então surge uma população enorme com estilos de vida, visões de mundo, vitalidade, expectativas e necessidades as quais nada tem a ver com aquela antiga noção do que é envelhecer. Mas que, exatamente pelos mesmos paradoxos, gente novinha é que não é. E lidar com isso não é e vai ser simples tão cedo. As estruturas e relações de trabalho, os planos de saúde e as previdências sociais (pra ficar só nesses) não contavam e não contam com essa mudança e, pelo visto, não há solução imediata. Nem os filhos se prepararam pra isso. Pais joviais, humanos, com os mesmos dilemas, requisitam atenção e esbanjam vitalidade.  
A cultura da poupança visando o futuro não é exatamente uma prática no Brasil. Torramos tudo enquanto o braço é forte, o que já não ocorre em outras culturas, como no Canadá e nos EUA. Mas o problema previdenciário é mundial, não só brasileiro. Nos EUA, o montante acumulado como reserva previdenciária é equivalente a 120% do PIB - a população se prepara a vida inteira para a velhice – porém com a crise americana, o Escritório de Censo do país publicou uma pesquisa preocupante: existem hoje mais de 49 milhões de pobres no EUA e os idosos estão no grupo que mais empobreceu entre 2008 e 2010. Em países europeus, como Itália, França, Noruega e Grécia (muito parecidos com o Brasil nesse quesito), a concentração de reserva previdenciária é equivalente a menos de 10% do PIB. Não precisa ir longe pra perceber qual será o elo fraco com o impacto da crise européia.

Até 2050 teremos cerca de dois bilhões de idosos no mundo e não há Previdência que segure uma população como esta. Ok, então essa massa terá que continuar trabalhando para equilibrar a balança. Como está acontecendo em alguns países europeus, dentre algumas regras de aposentadoria que estão sendo revistas, a idade mínima para a aposentadoria está sendo revista pra cima. Mas como fazer pra continuar na ativa? Qual empresa tem em seu plano futuro o objetivo de abrigar mais pessoas com mais de 50 anos em seus quadros? O movimento tem sido juntamente o contrário. Num mercado pulsante, cheio de oportunidades, a experiência de guerra poderia ser o fiel de balança nas relações comerciais bem sucedidas. Mas não. O que se vê é gente mal saída da faculdade, analfabetos emocionais, cheios de Ipads e prepotência juvenil querendo tocar grandes negócios.
Em algum momento, a mídia de massa terá que dar uma mãozinha na mudança de perspectiva dos sexalescentes e empunhar a bandeira do "ser sessentão é "in". Alguém duvida do poder que a TV aberta tem sobre o comportamento das pessoas?  É só prestar atenção na forma como a homosexualidade está sendo abordada em combate ao preconceito. Enquanto isso não acontece, sugiro aos queridos sexalescentes dois passos pra trás e um pro lado – reduza seu passivo ao mínimo. Mude de paradigma – o apego à raiz é um veneno. Aquela casa dos sonhos, transforme tudo em reserva, vá para uma bem menor e tão confortável quanto, de preferência cujo aluguel seja menor do que o retorno de um bom investimento. Compre algo que possa virar renda extra – se foque nisso. Se seus filhos ainda dependem de você, chame pra conversa e anuncie o desmame, planeje isso com eles no curto prazo.  E, seja lá o que for fazer, use o capital intelectual. É um estoque que não acaba nem fica imobilizado. Capital empatado, jamais – só dá dor de cabeça. Faça isso, não espere ajuda de onde tão cedo não vai vir. Fique leve e aproveite. Isso vale bem mais que a casa dos sonhos. Como tudo na vida, isso dá trabalho, mas só existe uma certeza - vamos todos chegar nos sessenta, com grandes chance de ultrapassá-lo. Então porque não tentar de forma digna? Afinal, pra quem já trabalhou tanto, mais um pouco não vale? Claro que sim.
fontes: drprevidencia website e voce s/a website

domingo, 4 de setembro de 2011

11 de Setembro - realismo fantástico

Em um mundo moderno e controverso, as câmeras de segurança sempre dirão a verdade que ninguém ousa ver
Acordei cedo, um olho aberto outro fechado, 07: 15hs da manhã (horário de Brasilia), ou coisa parecida, até por os óculos. No flat, tudo silencioso, apenas o barulho da rua e um fio de sol bateu no meu olho. Bom sinal - manhã cedo em Belo Horizonte (Minas Gerais/Brasil). A cidade tem cerca de dois milhões e meio de habitantes, mas com cara de interior. Som de passarinhos junto com o barulho de um improvável ônibus. Reunião marcada pras 8:00hs com meu amigo Márcio Saldanha, no lobby do hotel – estávamos ali juntos discutindo metas e objetivos, tomando um café quando a pequena TV da recepção dispara um plantão Rede Globo mostrando as cenas que o mundo conhece até hoje. Ninguém sabia bem o que era e os jornalistas falavam com incerteza na voz, tateando as palavras. Era 11 de setembro de 2001.
Desde que o mundo é mundo as pessoas se matam por posse, ideologia, interesse escusos, por paranoia ou maldade mesmo, não importa. Mas anos depois, o que  não quer calar é a possibilidade desse atentado ter sido obra caseira e o terrorismo ter sido só um coadjuvante pra confundir e direcionar a opinião pública. Será? O pentágono - Não foi atingido por um Boeing, mas sim por um avião militar menor ou um míssil. O avião que caiu na Pensilvânia? Foi derrubado por um míssil. As torres gêmeas? Implodiram de forma absolutamente controlada e não pelo impacto de aviões. E não faltam relatos na web. Muitos impressionam pela consistência dos fatos que defendem essas teses. Um governo abater seu próprio povo não seria novidade na história recente do mundo. Que o digam as históricas guerras tribais em países africanos e a guerra travada pelo ditador Muammar al-Gaddafi, pra ficar em dois exemplos mínimos.
Matt Riddley - pra ele,
o mundo está ficando melhor
O fato é que o mundo não é e não vai ser mais o mesmo depois da CNN, da web e das câmeras de segurança, cada vez melhores e em maior número. Em comparação aos últimos cem anos, fabricar uma opinião dá muito mais trabalho, mesmo que se tenha todo o dinheiro e autoridade do mundo. Mas não importa. Hiroshima e Nagazaki, 1945 - um saldo de mais de 250 mil mortes e milhares de sequelas sociais. Apesar dos inúmeros registros históricos, a CNN não estava lá e isso faz diferença. Em 2001, a morte de 3.000 pessoas em cadeia nacional (e internacional) trouxe essa realidade pra dentro da casa e da vida das pessoas comuns. Pergunte a uma dona de casa o que é um Talibã. Ela vai dizer.
O escritor inglês Matt Ridley se considera um otimista racional e defende que o homem está se tornando um ser melhor e o mundo está evoluindo positivamente. É autor do livro O Otimista Racional, onde defende esse ponto com fatos e dados estatísticos. Pode ser que ele tenha razão, mas a sensação que fica é amarga. Será que nossos netos vão cultivar valores melhores?  Sem sequer dizer o ano, é só dizer “no onze de setembro” - todo mundo sabe o que fazia, que roupa usava, com quem estava. É como a Primavera de Praga ou o Domingo Sangrento, virou uma grife infeliz. Esse dia nunca precisaria ser lembrado, jamais vai precisar apelo publicitário. Por si só, todo mundo lembra. Resta saber se aconteceu mesmo, da forma como os fatos estão sendo passados para a história ou se tornará pra sempre uma obra de ficção mais ou menos contada. O futuro e as câmeras de segurança vão dizer. Abaixo alguns links pra nos deixar ainda mais inquietos, pra refletir.

O que as televisões do mundo todo mostravam naquele exato momento: 


Há sérias controvérsias sobre o que atingiu o prédio do Pentágono americano. Veja este vídeo:


A desconfiança de que o WTC7 também foi implodido por uma série de micro explosões reforça a tese de que tudo aconteceu de forma bem diferente do que as versões oficiais. Quem sabe?


Uma simulação que pretende mostrar os efeitos do impacto dos aviões na estrutura do WTC põe em dúvida o motivo pelo qual os edifícios desabaram.

fontes: estadão.com, saindo da matrix website,the great debate website,

sábado, 30 de outubro de 2010

Redes Sociais - uma nova ordem na cadeia de valor

Chris Hughes, co-fundador do Facebook, declarou que dentro de dois anos no máximo, “qualquer questão sobre qual rede social uma pessoa usa será irrelevante” porque todas as mídias serão sociais. Ou seja, não vamos ter outra linguagem ou forma de comunicação interativa que não seja através de uma rede social. Marque essa data – estamos em 2010. Em dezembro de 2009, foi publicado aqui no blog: 
- e já foi falado inclusive a respeito da morte do e-mail, um modelo que está fadado à pré-história. Puxa vida, só me falta descobrir um novo Facebook e ficar multimilionário, mas isso não precisa ser tão rápido, temos tempo.
Smartphones – são uma praga, é verdade. Não uso nem metade de tudo o que o meu oferece, mas isso vai mudar, pois as funcionalidades estão virando commodity – ou seja, cada vez que você trocava de celular por qualquer motivo, tinha que aprender tudo de novo e não dava tempo de assimilar tudo até a próxima troca. Só que eles estão ficando muito iguais, essa dificuldade está com os dias contados. Superada essa etapa e, no caso do Brasil, o custo com internet para smartphones ficar ainda mais acessível, um candidato a virar “tiozinho” é o notebook.  Logo, vamos poder acessar do celular o site do nosso jornal preferido e ver os artigos mais acessados...por amigos, colegas de trabalho, o chefe. Que tal?
Head Hunters usando o Linked In em entrevistas de seleção, as campanhas de coalizão em eleições majoritárias nos países e bandidos brasileiros em presídios usando o MSN dos Blackbarries para driblar grampos telefônicos da polícia – isso nos diz o que?  Redes sociais deixaram de ser, há algum tempo, “coisa de quem mata tempo no escritório ou fica fazendo hora na internet com futilidades”. Lembre-se de que, se você pensa assim, seus filhos não pensam. E isso é o mesmo que negar os riscos de um mundo por eles habitado e amplamente frequentado sem que você esteja por perto ou demonstre ao menos interesse. Se isso acontecer, você e sua família correm perigo.   

sábado, 9 de outubro de 2010

O tal de I ÊNE ÉSSE ÉSSE...

Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Qual a primeira coisa que te vem à cabeça? Aposentadoria, aviso dos tempos, impressionante o poder de um arquétipo. Pra um Executivo que lida com as mazelas da gestão de pessoas diretamente, isso é tema de discussão recorrente, sobre quem na empresa está para se aposentar ou não, quem já é aposentado, há quantos anos contribui.
Mazela – o Aurélio diz: Ferida, chaga, doença, enfermidade, moléstia, aquilo que aflige ou apoquenta; aborrecimento, desgosto.
Não deveria ser assim, mas a conotação é fato – nossa cultura trabalhista é herança européia, se aposenta quem para, sai de cena, deixa o mercado de trabalho. Nada mais falso – segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad-2005, do IBGE) de 2006, dos 10,5 milhões de aposentados do INSS por tempo de contribuição ou idade no Brasil, 7,7 milhões continuavam trabalhando. E, olhando a lei com atenção, quem ganha mais de um salário na ativa, no final, acaba ganhando menos. Só que, quem pensa que lá fora a grama do visinho é mais verde, nesse caso, pode ser – um funcionário público norte americano que se aposenta recebe 44% do valor do seu salário – nada de salário integral como aqui. Mas um americano “mortal” recebe em torno de 40% do seu ex-salário. Parece pouco? Então vamos pensar: quantos altos executivos brasileiros que recebiam 15 mil reais de salário, quando param,  passam a receber 6 mil de aposentadoria? Normalmente, bem menos que isso. No justo pelo justo, tudo é relativo.
E que tal “se aposentar” só com 70 anos? Pois segundo o colunista do New York Times e prêmio Nobel Paul Krugman, tem gente defendendo este teto na reforma do Social Security Americano. Mas temos algo em comum: tanto a previdência brasileira quanto a americana, não dão (nem darão) conta do progressivo aumento da população idosa – o futuro vai cobrar essa conta. Nada mais cultural (e romântico).
Fontes: Social Security online, Dicionário Aurélio & Notícias UOL online 

terça-feira, 20 de julho de 2010

O Home Office ameaçado por abuso

A vida moderna mostra suas garras quando as pessoas começam a perder o senso do limite. O home office (escritório em casa), está deixando de ser uma conveniente cultura que mistura custo baixo, com mobilidade e bem estar, para ser um exagero.
As administradoras de condomínio estão de olho nos excessos cometidos por alguns condôminos que, não bastasse o barulho da rotina de um escritório, violam estatutos permitindo um trânsito absurdo de estranhos pra lá e pra cá. Já é difícil garantir um mínimo de segurança considerando o movimento normal necessário para que os serviços básicos em um condomínio aconteçam. Outros, espertos, usam água e gás para fins comerciais próprios e tratam de “sociabilizar” a conta. E esse é só um dos exemplos.
A legislação dos condomínios vai ter que passar por alterações que considerem essa nova realidade ou não vai prestar. Isso que a maioria deve usar laptops, desktops, fax... já pensou se fossem as barulhentas máquinas de escrever e os nada silenciosos aparelhos de "telex"?
fonte: administradores.com

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Foursquare - A Novidade está nas Redes Geossociais

Em dezembro de 2009, no post O Futuro nas Redes Sociais (Quais as que existem e pra quê?) mencionei a existência das várias redes sociais e o que cada uma oferecia, certo? Engano nosso - agora temos mais uma rede. A novidade é o Foursquare, que você pode instalar no seu Smartphone. O que o Foursquare tem de diferente? é uma chamada Rede Geossocial, que mistura rede, jogo e guia turístico: você preenche o perfil, se conecta e a partir daí vira um alfinete num mapa, assim como os mais de 1,3 milhões de usuários atuais pelo mundo. O mapa lembra uma daquelas maquetes gigantescas, como um GPs mais detalhado, onde você localiza pessoas e se orienta por informações postadas pelas mesmas – onde comer (e onde NÃO comer), que museu visitar, que filme assistir e como chegar a todos esses lugares. É possível criar uma “to do list”, com comentários detalhados tipo "já fui, gostei/não gostei". A medida que você vai frequentando lugares, vai ganhando “adesivos”, juntando pontos e condecorações (badges) e se você vai a um local mais de uma vez, recebe o título de “Mayor”.
O Marketing Viral se renova mais uma vez, inventa novos meios. Imagine o potencial mercadológico desse negócio. Nos EUA, bares e restaurantes, por exemplo, dão descontos e regalias a quem faz “check in” nesses estabelecimentos. O jornal Financial Times distribui assinaturas grátis a quem acessa determinados lugares e vira “Mayor”. E pra dar uma mãozinha no ímpeto de botar o pé na rua, se você acessar depois do expediente junta mais pontos.
Para ingressar no Foursquare, basta entrar no site deles (o link está logo abaixo, em "fontes"), fazer o “check in”, baixar o aplicativo para o seu Iphone, Blackbarry, Windows Mobile (ou Android, webOS) e começar a interagir. Dalí pra frente nada de novo, vá convidando e sendo convidado, vida que segue.
fontes: Fontes: wikipedia, Revista América economia– jornalista Rodrigo Guayquil (maio/2010) & Foursquare website.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Futuro nas Redes Sociais (Quais as que existem e pra quê?)

Eu insisto um pouco mais no tema “Redes Sociais”, porque creio francamente que no futuro não teremos outra coisa. É um fato matemático (veja o post de 26 de novembro “A Morte Anunciada do e-Mail). Mas tem um porém - tudo que é novo cansa e cansa sempre pelo mesmo motivo: falta de propósito. Foi assim com o e-mail, com os sites, com o celular.

Vejo que estamos perto disso acontecer no que diz respeito às redes sociais. Só vai ficar quem levar um pouco mais a sério isso, alguma finalidade. Mas pra não ficar só no entusiasmo vazio nem dizer bobagem, me pus a trabalhar, fui ver o que temos hoje e pra que serve, de forma estruturada:

Foco Social

Twitter (http://www.twitter,com/) - 40,5 milhões de pessoas - é muita gente mandando ver nos 140 caractéres do mini blog, muito usado também em marketing viral. Se as empresas criarem seus próprios twitters, será o fim mesmo do mail. Já pensou acompanhar as vendas/hora através do microblog?

Orkut (http://www.orkut.com/) - 60 milhões de pessoas: 70% são brazucas – pudera, pois a rede é a cara do brasileiro: o forte são as comunidades (grupos de discussão sobre um mesmo assunto ou afinidade). Num passado não muito remoto, houve desgaste de credibilidade por invasão de hakers, clonando perfis e de comunidades evocando o racismo, a pedofilia e outras aberrações comportamentais.

Facebook (http://www.facebook.com/) 300 milhões de pessoas interligadas e a fama se justifica: além de ser mais seguro que o Orkut devido aos inúmeros filtros bem costurados, tem ferramenta que não acaba mais e servem pra um monte de coisas – tem slideshare (para compartilhar apresentações), o FILES (pra guardar documentos importantes e/ou trocar com usuários) e até pra compartilhar um vídeo do Youtube, é muito fácil e rápido (Youtube videobox). Sem falar nos joguinhos e outras bobagens relaxantes extremamente interativas como o "Farmville". Mas cuidado, pois esses farmvilles da vida são um ladrão de tempo viciante. Jogar paciência já era....

My Space (http://www.myspace.com/) - hoje, possui mais de 60 milhões de usuários e é mais focado para artistas, pois abriga muito bem músicas e vídeos. Os demais estão se adequando a isso e com essa polivalência, talvez no futuro o My Space possa ficar sem muita finalidade.

Foco Profissional
Consultorias de RH e empresas em geral frequentam direto e reto esses sites à cata de perfis profissionais interessantes - a primeira imagem é a que fica. Veja algumas:

Linked In (http://www.linkedin.com/) e no Plaxo (http://www.plaxo.com/) - 20 e 15 milhões de perfis respectivamente - focados em quem quer se mostrar pro mundo corporativo. O Linked In ficou famoso por ser simples e bem estruturado – é fácil achar um ex-colega, dados de empresas de interesse, propostas de emprego, fóruns de discussão. O Plaxo é um Linked In “a Paisana”e se foca mais no aspecto social do usuário e suas atividades (permite interagir com sua agenda de tarefas no UOL, no Yahoo, Outlook...). – também é simples para navegar, mas não é tão intuitivo quanto o Linked In.

Naymz (http://www.naymz.com/) - Reputation Management and Networking for Professionals – é a nova ameaça ao Linked In, pois foca na reputação dos usuários. Ele endereça o perfil do usuário ao Google, o que ajuda a evitar os homônimos (isso é uma novidade bem interessante...). Aqui, se você paga, ganha mais poder no Google.
O ponto alto está em que essas redes já estão se conversando, ainda que não de forma integrada e simples para um usuário mortal (dá um trabalhinho postar a mesma coisa em vários lugares). Como tudo na vida, o SIMPLES prevalecerá e daí, já pensou? Mas tudo cansa...se não tiver o dito do propósito alí, rígido como um pai zeloso - o que torna as coisas pragmaticamente rápidas, menos exibicionistas, enxutas e...úteis. Com estas redes não será diferente - elas são hoje a nossa outra bandeira cravada em algum canto do mundo (como a casa da avó, o telefone fixo, a caixa de correio). Ou você ainda encontra pessoas que passam um e-mail só por fascínio e admiração ao Bill Gates?
O fato é que não ter o mínimo de atenção a tudo isso é um passo bééém precoce à exclusão digital prematura (o pleonasmo é proposital). E qual o meu propósito? Poder ajudar meu filho a ter o propósito dele logo, logo. (antes eu do que outro aventureiro, né...) Se não, qual seria a graça do desafio?
(fontes: revista INFO Exame, edição 23/ sites: How Stuff Works, Revista Versatille, Oracle)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Albert Barabási - Como um Cientista vê a Internet

Que a web imita e se confunde cada vez mais com a vida real, não é novidade. Mas ainda não tinha visto um artigo ou livro onde um leigo pudesse ter uma visão mais clara, estruturada e não folclórica sobre o assunto.

As redes sociais são como plantas, vírus, pessoas – se comportam à imagem e semelhança da nossa sociedade e à evolução natural. Como a gripe suína, se propagam através de redes de contato com pessoas e lugares os quais não conhecemos, rapidamente. Apesar de a internet ser uma estrutura de comunicação técnica criada pelo homem, a forma como navegamos e nos comportamos lembra à de uma rede orgânica, como as células, por exemplo. E uma célula precisa se alimentar, sobreviver e crescer e isso não pára, é cíclico.
O defensor disso se chama Albert-László Barabási, professor de física na Universidade de Notre Dame. Já publicou seu trabalho em quase tudo que é mídia científica e comercial, incluindo Science e The New York Times.

Barabási afirma que a internet não é tão democrática quanto se supõe, pois todos conhecem o Google, mas se você publica um site, quanto tempo levará para se tornar conhecido? Ou seja, você vira refém do Google, um super “hub” que “centraliza” tudo que está conectado (mais um repeteco da vida real). Gente só quer saber de gente bem conectada, cheia de links. Além disso, Barabási é taxativo em dizer que para ser competitivo, um site precisa ser simples, útil e atraente (senão, quem iria querer conectar?).
Albert-László Barabási está lançando no Brasil o livro “Linked – A Nova Ciência dos Netwoks” (Editora Hemus/2009), onde detalha a sua tese. Pra quem gosta de acompanhar o tema, vale a pena conferir (basta clickar no título e você o encontra na Saraiva).
(fontes: revista Galileu - Caiu da Rede é Gente - nov 2009/Administradores.com - o portal dos administradores).