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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Telefônica Brasil não cumpriu - multa!

A Anatel (Superintendência de Serviços Públicos da Agência Nacional de Telecomunicações) multou a Telefonica/Oi em mais de 4 milhões de reais por não cumprimento do acordo sobre melhoria de qualidade nos serviços prestados. A multa diz respeito às reclamações sobre demora no atendimento quando um cliente procura a empresa – o atendimento a reparos de linhas residenciais e não residenciais deveria ser feito em até 24 horas (residências) e 8 horas (não residências) o que não vem ocorrendo. Pegou também a demora no atendimento em lojas, que deveria ser de 10 minutos.

Nós, mortais, continuamos acreditando em Papai Noel, Coelinho da Páscoa, no Saci, no PT...e outros folclores. Não por opção, mas por falta de...Dá pra dizer qua ainda existe luz no fim do túnel quanto ao lamentável serviço prestado pelas operadoras no Brasil. 

fonte: folha on line e estado on line.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Linked in - 100 milhões de motivos para acessar

Ainda encontro gente que torce o nariz pras redes sociais. Já tive que engolir coisas do tipo “não tenho tempo pra essas coisas” ou “não gosto dessa super exposição”. Morderam a língua. Passa um tempo e estão todos lá, com a melhor foto do momento, adicionando gente, mandando recados. É uma atitude recorrente e mais ainda quando o assunto é emprego. Todo mundo sabe que 80% das indicações pra vagas acontecem através de relacionamento, mas como diz o ditado, “saber e não fazer é ainda não saber” – via de regra, as pessoas só lembram que network existe quando a água bate na bunda. No pseudo conforto da vida corporativa, o sujeito some, simplesmente desaparece pra vida lá fora. Passou a foice, começam os telefonemas, mails e pedidos de acesso em redes sociais, das quais o Linked in é um ótimo exemplo nesses casos. Penso que Rede Social que se preze tem que levar a alguma coisa, ter um objetivo claro, o que nem todas conseguem. E o Linked in faz aquilo a que sempre propôs: conectar pessoas, empresas e suas oportunidades. Isso tem mudado radicalmente a cultura de recrutamento e seleção de candidatos, bem como na oferta de serviços e novos negócios. 
No começo de tudo, o Linked in era uma mera ferramenta de conexão entre as pessoas e seus interesses em comum. Até que empresas começaram a observar perfis e comportamentos – hoje, são mais de 100 milhões de perfis cadastrados e, segundo  pesquisa da Revista Forbes, 73 das 100 maiores empresas do mundo usam Redes Sociais como parte importante do seu processo de seleção de talentos. Lembro que, há alguns anos atrás, estava brifando uma agência de recrutamento para que rastreassem um vendedor pra minha equipe. Pedi que um dos pré-requisitos fosse uma pesquisa em redes sociais e a recrutadora me olhou de um modo estranho, como se eu tivesse pedindo algo fora do normal. E era, mas isso é passado. Embora seja uma parte apenas do processo, o futuro de Redes como o Linked In é ser um grande depósito de informações profissionais, integradas para conectar interesses e interessados. Isso torna cada vez menos aceitáveis coisas do tipo “não tenho tempo pra estas coisas”. Quem gosta de se esconder atrás desse jargão, precisa saber: as empresas e os ambientes de negócios sim é que não terão mais tempo nem espaço pra esse tipo de pessoa.
fonte: Revista Exame 

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sessão Social Cinematerna e Sessão "CinePaterna" para pais cinéfilos

Cinematerna – uma inciativa inovadora sem precedentes. Eu gostaria de ter levado meu filho ao cinema quando ainda era um bebê, se há quase 10 anos o Cinematerna existisse - a gente simplesmente se exclui dos cinemas por uma causa nobre, mas isso está acabando. Falei do Cinematerna em fevereiro - veja aqui: "Que tal levar seu bebê ao cinema?". Pois Irene Nagashima e equipe continuam inovando. No sábado, 31 de julho, vai ter a primeira sessão social Cinematerna, com foco em mães carentes e seus bebês (até 18 meses). O filme mostrado: "Antes que o Mundo Acabe", de Ana Luiza Azevedo.
E não para por aí, vai ter também sessão especial para convidados de “Um Estranho em mim”, filme cuja temática é a depressão pós-parto. Após, o Dr. Alexandre Faisal promoverá um debate sobre o tema.
E atenção pais Cinéfilos! Na véspera do dia dos pais (07/08), esses parceiros solidários inseparáveis de mamães e bebês vão ganhar uma sessão só pra eles, a CinePaterna Fisher & Price (São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Recife). As sessões serão gratuitas, basta que as mamães entrem no site e vejam como proceder.
Inovação é atitude e isso não se discute. Irene, parabéns a você e sua equipe pelo belo trabalho! A Associação CineMaterna é pioneira em sessões de cinema para mães acompanhadas por seus bebês. Mais detalhes, visite o site (passe o rato na palavra "Cinematerna", no início do post).

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AVATAR 3D nos Cinemas brasileiros - Falta Inovar em higiêne e praticidade

Sábado, 24 de janeiro, 2009 – levamos o filhote para ver Avatar 3 D. O filme é tudo aquilo que a imprensa alardeia. É de um preciosismo técnico, de um realismo à prova de qualquer desmancha-prazer (sempre tem aquele amigo que diz: “ah, muita mentirada naqueles efeitos! E gente azul, com rabo, num Jurassic Park e lutando pra proteger uma árvore do imperialismo americano? Não dá...”) – nada disso. O filme é bom mesmo, nem dá pra lembrar que durante mais de 70% dele simplesmente os atores não atuam em carne e osso, tudo virtual. Mas tem coisas que só o tempo (e o trampo) corrige quando o assunto é Inovação (e não está no filme). Disputadíssimo, a famosa fila para ver Avatar já era esperada mas,...fila da fila?? Sim, para pegar os famosos óculos 3D. Ficam todos num balaio daqueles tipo cesta de roupa suja e você enfia a mãozona lá dentro pra puxar um par. Não são descartáveis, mas sim de plástico injetado. Ok, entramos, nos acomodamos nas cadeiras e, ao botarmos os óculos...o quêê?? completamente sujos. Me veio uma sensação estranha: quantas mãos pegaram naquilo e...sobre quantos narizes pousaram?

Tiro do rosto, esfrego, esfrego na pontinha da camisa, enquanto rola a primeira batalha Navi na tela. Qual nada: continuam sebentos. Olho pro lado e vejo uma mão esticando outros óculos, pedindo socorro – minha mulher me olha com urgência: “limpa pra mim?”. Batalha Navi na tela, batalha real pra limpar rapidamente aqueles óculos de narizes e acnes alheios (que nojo...). Bom, quase 3 horas de luta, mas nada feito. Nessas condições, 3 D é fascinante, mas perde literalmente o brilho. Na saída, mais fila para devolver os sujinhos.
Fico me perguntando se os velhos óculos de papelão descartável (ou reciclável, no caso) não dariam conta do recado, sem porquice nem fila. Eu pagaria um pouco mais por isso. Caso contrário, 3 D de novo, nem com álcool gel passa.

domingo, 20 de setembro de 2009

A Saúde e o Marketing de Serviços


Desenvolver ações e atitudes de mercado focadas na área da Saúde é e tem sido um grande desafio para os profissionais que nela atuam. Entra ano e sai ano, e o tema vai e vem, conforme a batuta legislativa. Regras novas, outras nem tanto assim, releituras. No frigir dos ovos, precisamos caminhar, olhar pra frente, tomar decisões ousadas e esse desafio passa por entender o paciente (ou doente) como um cliente especial. A doença é uma demanda e o pacote de Marketing precisa vender Saúde, certo? Em parte. Uma pessoa doente está emocional e psicologicamente alterada, debilitada e precisa do melhor atendimento possível, aquele colo nas horas certas. Recorrendo a um pouco de academicismo, podemos tentar traduzir a pirâmide de hierarquias de Maslow pela ótica da Saúde. Vamos ver?
1) Necessidades básicas – nutrição, preservação do sono, ambiente adequado para o repouso, regeneração física.
2) Segurança – proteção, auto-preservação (quem não gosta?).
3) Necessidades Sociais – atenção emocional e psicológica, afeto.
4) Estima – recuperação da auto-estima, do respeito e da confiança em si, nos outros, para os outros e através dos outros.
5) Auto-Realização – encontrar seu potencial e se auto-desenvolver.
Isso é pra lá de básico para se criar um bom pacote de atendimento e um administrador hospitalar ou um médico terão grandes chances de sucesso se considerá-los no momento de definir o tipo de atendimento a ser dado em seu consultório, clínica ou hospital. Normalmente mira-se o poder aquisitivo do paciente como referencial de demanda pra se ter um bom atendimento, mas talvez não seja o caso – o mundo está obviamente cada vez mais complexo e outras variáveis precisam ser vistas – hoje, pacientes tem muito mais acesso à boa ou má informação sobre doenças. A internet e suas redes de relacionamento são “a bola da vez” , organismos vivos influenciando gente o tempo todo, dando opinião, xeretando gavetas, mudando o canal da televisão e a rotina das pessoas, sem dó. Isso pode mesmo definir postura e atitude de um profissional de saúde ao atender seu paciente-cliente. Nós latinos ainda temos que lidar com aquela coisinha bem complexa e sombria para explicar, mais ou menos presente nos países pertinho daqui, dependendo do passivo cultural: a dita cultura do Assistencialismo. Pesquisando um pouco esse tema, ele diz respeito à atitude de prestar assistência a comunidades excluídas socialmente, sem a pretensão de tirá-las da condição de carência ou transformar essa realidade. “Excluídas?!” Penso, que exista aí uma confusão enorme no entendimento disso, opinião minha. Dependendo da posição de um grupo ou pessoa na hierarquia de Caro Professor Maslow, quando o assunto é saúde, médicos deveriam atender em super-clínicas quase de graça e medicamentos de excepcional qualidade deveriam ser entregues em casa sempre a preço de um envelope de Neosaldina. O grande leão de cada dia é repensar o atendimento, aprofundar o conhecimento sobre esse "cara" chamado cliente, parar de pensar em somente em preço e começar a discutir Valor de verdade, sério... . A partir disso, precisamos partir para a ação customizada, ação essa que coloque um sorriso de absoluta surpresa no olhar das pessoas, pois em saúde a decisão de compra do cliente também pesa (tanto ou mais quando para televisores ou varas de pesca). Isso certamente transformará o cenário de perspectivas para a área da Saúde em tempos de crise e para um futuro muito mais promissor. E Se Espirrar, Saúde! Não é assim?