Mostrando postagens com marcador fatos do momento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fatos do momento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

CPMF - quero meu colchão


Tem gente falando seriamente no retorno da CPMF. Pra quem já está há muito tempo fora do Brasil ou nunca esteve por dentro, a sigla é o nome de um imposto criado basicamente para custeio da saúde e da previdência social no Brasil (e cujo foco, deturpado ao longo do tempo, fez o recurso migrar pra outras finalidades) – em suma, virou um achaque de 0,38% sobre operações financeiras, que entrou em vigor em 1997 e durou 10 anos - o famoso imposto sobre o cheque (direto no nosso bolso). Só um detalhe: deve fazer uns...três meses que eu não passo uma folha de cheque. Esses dias, perdi meu talão (aquilo que não se usa, atrofia). Consternado, fui ao banco e cancelei aquelas folhas, passei no caixa eletrônico e retirei outras avulsas – 2 reais por folha, sendo que só se retira um mínimo de 12, outro achaque. Ok, saí reclamando, mas resignado. Moral da história – uma semana depois, achei meu antigo talão (agora, inútil) em uma gaveta. E passadas mais outras 2 semanas, não tinha sequer usado uma folha das avulsas. Não se usa mais cheque. Antigamente, um taxista ainda trocava o seu cheque no posto de gasolina pagando mais que o preço normal pelo litro de combustível e, nessa barganha, se livrar dele (o posto atuava como uma espécie de factoring disfarçada e bem cara). Experimente, hoje em dia, passar um cheque a um taxista mais exaltado - você vai ver o lado negro da força...
Como o uso dos cheques está minguando, o assalto certamente vai vir pelo cartão de saque, mas já estou preparado. Não uso mais cartão de saque, na verdade estou encerrando relações com meu banco. Comprei um colchão Castor com gavetinha estofada, discretamente instalada abaixo da cama “Box”. Quero ver se o governo vai mandar a Castor, a Ortobom ou a Probel colocar um chip rastreador e a prova de naftalina para xeretar meus trocados.
fonte: Wikipédia 

sábado, 5 de junho de 2010

Gripe: é bom se vacinar - alerta OMS é nível 6

Vacina da gripe – ontem tomei a minha. Fui o último da família a tomar e minha mulher teve quase que me seqüestrar, mas tinha que dar o exemplo pro pequeno. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, nas primeiras 3 etapas da Campanha de Vacinação no Brasil, a falta de tempo foi a justificativa de mais de 40% das pessoas que não compareceram para tomar a vacina da gripe. Tentei essa da falta de tempo em casa, mas desta vez não colou. Meu desconforto com vacinas é algo acima da média, não gosto mesmo, mas não pelas bobagens que vemos na internet e sim porque tenho pavor de agulhas. Exame de sangue ou doação é tensão do inicio ao fim do processo, dói mais na alma que no corpo, sou assim, fazer o quê? Mas com essa gripe não dá pra brincar, tem que fazer a vacina - e a picada não dói mesmo, incrível. No dia seguinte, fica um pequeno desconforto no músculo deltóide (porção superior externa do braço) como uma batida leve, e só.
A OMS decidiu manter o alerta de pandemia (nível 6 – o maior índice da escala), pedindo que os países mantenham fortes as suas ações de controle contra a gripe. No Brasil, foram registradas 64 mortes de janeiro até junho. O foco no hemisfério sul é o inverno, com temperaturas muito baixas – é nesse momento que, se baixarmos a guarda, o H1N1 pode fazer a festa. Por isso, dê menos ouvidos aos absurdos na Internet, aos e-mail fantasiosos que te mandam, ao Orkut e outras sandices e tome a vacina o quanto antes, quer seja no posto ou em clínicas particulares. Não prive seus filhos desse recurso. Sua Saúde e a da sua família agradecem.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

ZILDA ARNS – só agora o Brasil a conhece?

Por obra do terrível flagelo haitiano em forma de 7,0 graus, muitos brasileiros souberam que Dra. Zilda existia. Uma Pediatra e Sanitarista que ganhou o mundo em míseros 75 anos de vida.

Coordenava a Pastoral da Criança (mais de 1,7 milhão de crianças e gestantes atendidas no Brasil) e estava formando sucessores para poder cuidar da Pastoral da Pessoa Idosa (atualmente cuida de 100 mil idosos). Era conselheira do Ministério da Saúde para o bem estar Social, representando a CNBBno Conselho Nacional de Saúde. Foi 4 vezes indicada ao Prêmio Nobel da Paz (alguém sabia disso??). É detentora de mais de 25 prémios e honrarias nacionais e internacionais por serviços prestados aos Direitos Humanos.

E com esse curriculum ainda teve tempo para ser Sra. Neumann - casou-se com Aloysio Bruno Neumann (1931-1978), Mãe – teve seis filhos: Marcelo (falecido com tres dias de vida), Rubens, Nelson (coordenador adjunto da Pastoral), Heloisa, Rogério e Silvia (falecida em 2003 em um acidente de carro) e Vovó Zilda - era avó de nove netos: Lucas, Caroline, Nicole, Nátali, Kathleen, Bárbara, Alessandra, Eduard, e Danilo.

E um tempinho para se doar à causas humanitárias é muito para nossas agendas lotadas...dá pra aprender muito com Dra. Zilda, nossa Prêmio Nobel da Paz. Seja qual for a crença religiosa, não importa - ela foi maior do que qualquer crença. Fica aqui nesse post minha modesta homenagem.
(fonte: Jornal do Estado do Paraná - 14/01/09 & Wikipédia, a Enciclopédia livre)