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domingo, 29 de novembro de 2009

Você sabe o que é VIGOREXIA?

Verão a mil e o pessoal lota as academias. Todo mundo quer ser emagrecido, revirado, quer ser tocado e ungido pela magia do “corpão” sarado, como se milagre fosse uma questão de última hora - mas cuidado. Se você tem um amigo fortão que, com freqüência, troca um cinema com a turma ou um relax de final de semana por horas de malhação, a coisa pode ser bem mais séria. Pode ser VIGOREXIA (Ou Síndrome de Adônis ou ainda Overtraining). O nome é mesmo assustador, tanto quanto a coisa em si. O Psiquiatra Harrison Pope criou o conceito para definir a pessoa incapaz de aceitar-se fisicamente e que, por isso, desenvolve uma compulsão por atividades físicas (em especial, malhação). É um distúrbio psicológico pesado e como tal, precisa de tratamento com profissional especializado. De acordo com o Professor Fisiologista Marco Túlio Mello, pesquisador do assunto na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o vigoréxico deixa seu convívio social para malhar mais e mais e o excesso pode vir regado a esteróides anabolisantes ou outras drogas de grande risco à saúde. Tudo isso pode acarretar sérias lesões físicas e o aparecimento de transtorno obsessivo compulsivo.

Nos Estados Unidos, mais de 9 milhões de pessoas freqüentam academias religiosamente, das quais estima-se que mais de 1 milhão sejam vigoréxicas. E pensar que até um tempo atrás, a preocupação era "apenas" com a Anorexia, aquela praga que matou a Karen Carpenter em 1982 e que continua assombrando as candidatas a Modelo (estilo “cabide”). Agora tem a prima-irmã. Isso é realmente assustador, ninguém merece....
Fonte: site da Nestlé (http://www.nestle.com.br/) e Terra Magazine

sábado, 19 de setembro de 2009

Rir no escritório levanta ânimo e reforça liderança, indica pesquisa em sete países



fonte: Folha da Tarde - 18/09/2009
Caderno Ciência e Saúde -15:40hs

Rir no escritório levanta o ânimo dos colegas e potencializa o status do chefe, segundo um estudo publicado nesta sexta-feira (18) pela escola de direção empresarial da Universidade Bocconi, de Milão.

De acordo com o estudo, realizado entre 1.860 funcionários de empresas da Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Rússia e Japão, 98% dos entrevistados reconheceram que lançam mão do humor no escritório e 99% afirmaram que apreciam o bom humor. Pesquisa com empresas de sete países, da escola de direção empresarial da Universidade Bocconi, indica importância do riso. A pesquisa se concentrou também nos efeitos, considerados muito positivos, do bom humor sobre a organização do trabalho e ressaltou que, segundo os entrevistados, rir no escritório levanta a moral do grupo, assim como sua coesão e motivação para conseguir os objetivos pré-fixados.

Além disso, os dados publicados mostram que a liderança é reforçada pelo bom humor e que as mulheres usam a ironia no posto de trabalho muito mais que no passado. Quanto ao que faz rir mais no local de trabalho, o estudo destacou que, em todos os países analisados, os empregados gostam dos jogos de palavras, e que na Itália é onde há mais ocorrências sobre sexo e religião e se usam mais palavrões e gestos físicos.

Ao contrário, na Alemanha, Reino Unido e sobretudo nos Estados Unidos, o sexo e a religião parecem ser considerados temas tabus pelos empregados, que ironizam muito sobre eles mesmos e brincam sobre as diferenças de hierarquia no trabalho.

O comportamento dos franceses se parece mais com o dos italianos, e inclusive com o dos russos, que, no entanto, riem menos por assuntos de sexo e mais por causa dos palavrões.
Os escritórios considerados pelo estudo como mais "tristes" são os do Japão, porque ali os funcionários evitam assuntos que suscitem hilaridade e só se divertiriam com os jogos de palavras, de maneira mais sutil.