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sábado, 21 de setembro de 2013

Phonebloks - monte e desmonte seu celular como um LEGO

Em se tratando de tecnologia, não raro, tem dias que a gente só quer um telefone que fale. O “combo” telefone+máquina+agenda+computador+um monte de outras coisas as vezes atrapalha. Quem já não passou pela situação de ter perdido o telefone sem passar todas as fotos pro computador ou a agenda pra um sistema em nuvem?
Pois um novo conceito em telefones pode mudar o eixo da cultura de celulares radicalmente. O Phone Block vai permitir que o telefone seja montado e desmontado pelo usuário conforme a utilidade do dia. Uma placa comutadora com tela única onde os dispositivos são ordenados e conectados conforme a necessidade. Se a pessoa precisa apenas falar, todo o resto é retirado e é conectado um módulo gigante de bateria. Se precisa só da máquina fotográfica e do GPS, conecta-se apenas esses dois módulos à placa. Quer usar apenas como WI-FI? Pode. Tudo como se fosse um simplório LEGO, onde a função de cada peça e seus encaixes possíveis é didaticamente mostrada no próprio aparelho. Um mar de possibilidades. Facilita inclusive na hora do aperto. Um bloco defeituoso pode ser prontamente substituído pelo próprio usuário sem qualquer dano ao resto do aparelho. Atualizações dos componentes podem ser feitas de forma independente, sem inutilizar todo o conjunto.
A simplificação, do conceito ao uso, permitiria inclusive uma gestão muito mais inteligente de resíduos de tecnologia, um sério problema em todo o nosso novo mundo. Forçaria a uma postura diferente, onde toneladas de componentes são descartados o tempo todo, todo o tempo. Será que teríamos menos lixo tecnológico a ser despejado não se sabe onde? 

Pra por em prática uma plataforma como esta, diversas empresas se empenham em produzir cada parte. É menos gente correndo atrás de produzir o "seu todo" para dedicar tempo e recursos na concepção de uma pequena parte.

É realmente um conceito arrojado e que obriga a uma releitura desse mercado. Deve ter muita gente perdendo o sono em empresas de tecnologia. E se mordendo de raiva _ “afinal porque não pensei nisso antes?” Veja filme abaixo e dê seu apoio a essa causa. 
fonte: GEEKLogic website

segunda-feira, 21 de maio de 2012

M-heath: A Saúde num simples toque

Você tem alguma dúvida sobre se dá pra pensar na rotina sem um smartphone? Eu não. Não sou um viciado, que fica olhando o tempo todo, mas que facilita a vida, facilita. Ter de esperar chegar num desktop pra ver e-mails é um atraso de vida, não faz sentido. E o mundo dos aplicativos não pára de crescer, mesmo que seja um simples organizador de compras no supermercado. Pudera – segundo a União Internacional de Telecomunicações, existem no mundo atual cerca de 5,8 bilhões de assinaturas de telefonia móvel – dois terços da população da Terra. Telas de alta resolução sensíveis ao toque, uma memória gigantesca e câmeras ou microfones cada vez mais potentes foram os culpados por esse caminho sem volta. Possibilitam usos muito mais complexos do que o nosso dia a dia supõe. Quer um exemplo? diagnósticos médicos e gerenciamento da sua saúde. O M-health (abreviação para mobile health, ou saúde móvel em português) é exatamente isso: é possível fazer diagnósticos e endereçar soluções tendo apenas um smatphone ou tablet nas mãos. Coisas tipo nível da pressão arterial, taxa de açúcar no sangue e uma série de outros indicadores até então só possíveis de se medir indo a uma clínica, estão ao alcance do médico, apenas com um toque.  E não existe limite para a sofisticação: a Vodafone e a Cruz Vermelha da Espanha desenvolveram um aplicativo para portadores da Doença de Alzheimer. O aplicativo salva a localização da pessoa num determinado instante (como um GPS) e emite sinais de 3 em 3 minutos para os celulares do médico e de um ou mais parentes. Se a pessoa ultrapassa um determinado limite imaginário, soa um alarme.
A grande vantagem da maioria dos aplicativos de uso médico é o compartilhamento das informações com o paciente. Isso permite um gerenciamento eficaz e em tempo real do estado de saúde da pessoa, bem como uma resposta rápida por parte do médico. Isso vai desde o simples ajuste de medicações até o imediato encaminhamento para um serviço de emergência mais próximo. Veja no infográfico abaixo o impacto dessa nova cultura:
fonte : Revista Istoé

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Catarses celulares


Quero ter um clone da minha agenda telefônica. Todo mundo tem um “TOCquinho”, esse é o meu. Sempre quero fazer isso e não faço, sigo com essa vontade.  Como é que eu transfiro números de telefones de um aparelho pra outro de marcas completamente diferentes? Não dá, não pode ser. Então quando preciso trocar o aparelho, é sempre aquela quizumba: 800 telefones na mão, um a um, aproveitando pra fazer aquela faxina. Repito: um a um. Saem 50 assim como entraram um dia, é a vida. Lembro da pessoa, faço um rápido balanço e deleto. Interessante que tem um pequeno grupo de números que são especiais. Estão lá a cinco, oito anos e nunca disquei - e sei que não mudaram. Sei também que se um dia o fizer, conversaremos como se esse tempo não tivesse existido. Cada celular, um ciclo. Do pó pro pó e ponto final. É normal ouvir coisa do tipo: "se perder meu celular, não respiro - aqui está toda a minha vida" - conversa vazia. Já perdi celular e me roubaram um laptop, carteira, chaves, caderno de anotações, cheques. Sem nada. Passado o susto, me senti mais leve. Na hora dói, meses depois tudo que tinha lá continuou não fazendo falta. Colecionamos restos na tentativa de aumentar o tamanho de uma malinha que, na verdade, é muito pequena. 
Muito lindo, mas se alguém souber como se faz essa catarse sem toda a trabalheira, obrigadú. 

domingo, 4 de abril de 2010

NOKIA "green" Phone - será que ainda vamos ter um?

Baterias (o dispositivo que armazena energia, não as musicais, claro) são um dos infernos do mundo moderno, isso todo mundo já sabe há séculos. Ninguém sabe o que fazer com elas, enterrar não resolve. E não importa o quão menores vão ficando, pois o volume vai aumentando. Mas surgiu uma idéia que me parece genial e ela é PRÁTICA – a “bio-bateria” do desingner Daizi Zheng. Desafiado pela Nokia, seu estúdio em Londres desenvolveu o Nokia “green” Phone, que pode ser alimentado até com COCA-COLA (veja imagens ao lado). Na verdade a bio-bateria extrai energia limpa de bebidas doces usando enzimas catalizadoras.

Segundo Daizi, a bateria duraria 3 a 4 vezes mais que as de íon lítio por nós conhecidas, além de ser completamente bio-degradável, liberando ao final apenas água e oxigênio do reservatório. Será que funciona com bebidas docemente alcoólicas? Cá entre nós, se o reservatório for um pouquinho maior, o que vai ter de gente mandando ver de canudinho no pré-pago.
Prepare-se para recarregar seu celular em vending machines!

fontes: Daizi Zheng website, revista Galileu março/2010, Fuel Cell works website